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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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*bip* *bip* *bip*

Talvez sejamos forçados a mais austeridade; a culpa é do preço do petróleo; a culpa é dos erros da Europa; a culpa é da instabilidade gerada pela oposição; desculpas; balelas; e contínua por ai fora; sempre no pressuposto que primeiro-ministro e corte ministerial são génios que têm de enfrentar ondas sucessivas de incompetência externa.

Eu quero que esta gente se *bip*.

Da extrema-esquerda ao centro-esquerda

Eduardo Pitta identifica o Fine Gael - vencedor das eleições irlandesas que ocorreram recentemente - como um partido de centro-esquerda. Curioso, porque achava que aquilo era uma espécie de CDS/PP irlandês - até a cor do partido é o azul -, sendo mesmo membro fundador do Partido Popular Europeu, do qual PSD e CDS/PP também constam como membros. Mas o Fine Gael é de centro-esquerda... está bem observado, parece que Eduardo Pitta partilha a opinião de muitos portugueses de que na Assembleia da República os partidos representados ocupam o espaço ideológico que vai da extrema-esquerda ao centro-esquerda.

Não dividir para reinar

Passos diz que PSD se prepara para ser "alternativa de governo que não divida o país". Passos Coelho não quer meter medo aos sectores dos bem instalados. Médicos, professores e magistrados suspiram de alívio. O país corporativo pode descansar que a actual liderança do PSD não representa qualquer mudança significativa. A "alternativa política" tem de ser feita com as pessoas, que pessoas? Finge-se que não existem diferenças irreconciliáveis entre as várias pessoas afectadas nos processos de mudança. O poder político quando escolhe as 'pessoas' com quem faz as reformas tende sempre a favorecer os de dentro do sistema e raramente opta por favorecer as pessoas que o sistema deve servir, muito menos as pessoas que pagam o sistema. Resultado, tende-se a produzir reformas que de reforma pouco ou nada têm. O status quo prevalece e Passos sinaliza que com ele também prevalecerá.

Notas soltas

1. Com ministros da defesa do calibre de Paulo Portas - que quis Teresa Caeiro como secretária de Estado do sector recorde-se -, Luis Amado, Severiano Teixeira e Santos Silva - este acompanhado pelo 'especialista' em assuntos militares Marcos Perestrello - alguém estranha a história aqui contada?

2. Se Sócrates elege a estabilidade política como tema da sua moção, seria natural que apresentasse medidas de alteração da Constituição que favorecessem a estabilidade política em legislaturas futuras, certo? Ou a conversa da estabilidade política é só treta para defender o tacho de primeiro-ministro?

Ler os outros (XXXII)

No Parlamento, há cerca de uma semana, quando interrogada sobre os números do desemprego, a ministra do Trabalho explicou que o governo português já gastou mais em programas de combate ao desemprego do que o governo espanhol. Reprimi o vómito e corri para a casa de banho (cheguei a tempo, obrigado). Este governo, como todos os governos portugueses antes dele, é incapaz de ver o óbvio: atirar dinheiro para os problemas não os faz desaparecer, apenas os torna mais caros.

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