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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Na história

«Sócrates será mesmo o primeiro primeiro-ministro em Portugal, em funções, a candidatar-se e a ser derrotado nas urnas», diz o jornalista Martim Silva. Se a situação de bancarrota para onde atirou o país não bastasse, fica o registo de outra proeza para colocar no c.v. que está mais do que ao seu alcance. Tanta teimosia e obstinação tinham de lhe garantir um lugar na história.

O futuro ministro das finanças

Esta coisa dos prazos apertados aumenta a importância que tem de ser atribuída à escolha do próximo ministro das finanças. Este não pode ser um individuo que vá para o cargo com necessidade de perder tempo a inteirar-se dos assuntos que dizem respeito ao ministério. E não só tem de estar por dentro dos principais tópicos acordados no memorando de entendimento com a «troika», como tem de ter uma ideia clara de como cumprir o acordado. Do lado do PSD não me parece difícil adivinhar quem é a figura apropriada para o cargo. Homem experiente, que não precisa da política para nada, com carreira feita, incluindo anterior passagem pelo cargo de ministro das finanças, podemos até questionar-nos sobre o que levará um homem como Eduardo Catroga a aceitar tal missão nestes tempos difíceis, mas tenho poucas dúvidas de que não só aceitará o cargo - há rumores de que já aceitou - como, fruto das negociações que liderou em nome do PSD - quer para o OE2011, quer com a «troika» -, será difícil encontrar alguém mais habilitado do que ele para a tarefa hercúlea que se adivinha. Isto não implica que não tenha defeitos, mas as circunstâncias contam e estas limitam muito a capacidade de escolha no momento actual. O que já não sei responder, até porque o candidato não anda muito bem acompanhado no domínio económico, é em quem recairia a escolha caso o engenheiro Pinto de Sousa ganhasse as eleições. Só sabemos quem não seria: Teixeira dos Santos. Mas de quem colocou Silva Pereira como membro integrante da equipa de negociadores com a «troika», não faço ideia do que esperar. Enfim, que estupidez a minha perder tempo a pensar nesta matéria: esta é questão que não se colocará. É que já só faltam 5 dias para nos livrarmos de José Sócrates.

Cumprir prazos

Prazo da segunda fase do IRS e de IRC termina com meio milhão de declarações por entregar [...] «Que mal vem ao mundo se adiar o prazo por 10 ou 15 dias. Haverá alguma tempestade», questionou o bastonário, acusando o Ministério das Finanças de “autismo puro” na decisão de manter para hoje o fim do prazo [aqui].

Levantado do chão

 

O candidato José Sócrates, como bom macaquinho de imitação que é - até porque nada de verdadeiro valor sai daquela cabeça -, em 2009 sentiu-se inspirado pela campanha de Barack Obama. Tão inspirado, mas tão inspirado, que matou o PS e fez a campanha centrado no lema «Sócrates 2009». Só posso lamentar que não tenha feito igual aposta nesta campanha de 2011. «Levantaram o PS», grita o candidato José Sócrates nestes dias de campanha por tudo quanto é comício, só não diz que quem tinha deitado o PS abaixo havia sido ele, em 2009. Mas este volte-face na forma de fazer campanha, este novo embrulho com que Sócrates se apresenta aos eleitores, mais não representa por parte dos marketeiros socialistas do que o reconhecer que Sócrates faz parte do problema e não da solução. Contudo, por muito bom que seja o trabalho dos marketeiros socialistas, recordava Edson Athayde - no «Combate de Blogues» na TVI24 - uma frase da última campanha norte-americana que pode ser aplicada ao novo embrulho socrático: «Podem pôr batom num porco, mas o porco continua a ser um porco».

Vamos ver-nos gregos?

Quem pretende imaginar o que vai ser de Portugal no pós-5 de Junho, o melhor que tem a fazer é tapar os ouvidos à campanha eleitoral e abrir os olhos para as notícias sobre a situação grega. Mas engana-se quem pensa que dependemos apenas de um bom Governo para fugir à tragédia grega. De um bom Governo depende a necessária boa execução do plano da «troika». Mas uma tragédia que vem sendo preparada de há quinze anos a esta parte pode não ser evitável à última da hora. Quando dependia exclusivamente de nós, fizemos muita coisa de errado. Agora, que muita coisa pode não depender de nós, temos de esperar para ver. O futuro é incerto? Nem imaginam quanto.

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