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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Maquilhagem

Este imposto extraordinário a nível de consolidação orçamental é pura maquilhagem, tal como a integração do fundo de pensões da PT ou a venda de dívidas do Estado ao Citigroup. Logo, se o défice deste ano ficar próximo do que é o nosso objectivo actual - e eu tenho uma ténue esperança de que façamos melhor do que o que está previsto -, isso significará que partiremos para a consolidação orçamental do próximo ano com base num défice mais alto do que aquele que foi assumido no memorando de entendimento com a «troika». Esta constatação implica que, para o OE2012, novas medidas têm de ser cozinhadas num qualquer gabinete ministerial que corrijam o desvio da rota. Espero que desta vez olhem para o lado da despesa. O tipo que escrevia habitualmente aqui tinha umas ideias interessantes sobre o assunto.

Receitas extraordinárias

Peso desta medida fiscal temporária será equivalente a 50% do subsídio de Natal de rendimentos acima do salário mínimo nacional. Novo imposto vale 800 milhões. Só não digo que é vira o disco e toca o mesmo porque esta receita extraordinária tem a vantagem de sair directamente do bolso de todos os contribuintes portugueses e assim é didáctico para os eleitores perceberem o verdadeiro custo das várias receitas extraordinárias de Ferreira Leite e Teixeira dos Santos. De igual modo, talvez assim entendam a importância de diminuir rapidamente a despesa. E este Governo, perceberá tal coisa? Espero para ver.

Ler os outros (LXII)

Aí está o novo Governo. Foi recebido, na generalidade, com palavras positivas na comunicação social, muitos com a esperança de uma nova geração de caras e políticas reformistas, e com um primeiro-ministro que sabe que não pode falhar. Agora sim Portugal vai mudar, vai arrumar casa, e vai crescer ("Portugal de novo o aluno exemplar"). Mas, para os mais esquecidos, e parecer que em Portugal está muito na moda esquecer, foi assim em 2005. Os mesmos elogios, a mesma conversa do reformismo, e também uma mesma promessa de um primeiro-ministro que não vai falhar (e sabemos agora que falhou e por muito). O mesmo panegíricio pelos mesmos de sempre ("O optimismo que faz bem a Portugal"). Os mesmos comentadores, os mesmos grupos de pressão, os mesmos senadores do regime. Pode ser que Passos Coelho venha a ser muito melhor que Sócrates. Mas espero que saiba ver que o mesmo coro de loas e hosanas é apenas um sinal de que Portugal realmente não mudou.

Fugir à austeridade

Foram anos e anos vivendo a acreditar que a riqueza gerada e por gerar seria muito superior à que ocorreu e há perspectiva de ocorrer. A esquerda terá razão quando diz que da austeridade não sairá a solução para pagar a dívida entretanto contraída em alguns países. Mas não tem razão nenhuma quando ignora o ajustamento necessário para que deixemos de viver à custa de acumulação de dívida que mais tarde não teremos capacidade de pagar. Ou alguém acha que reestruturamos a actual dívida e logo de seguida iremos continuar a nos endividar alegremente? «Trabalhar e contribuir mais para ganharem menos dinheiro», lamentam os funcionários públicos britânicos. Compreendo-os, mas não há forma de fugir a isso. Nem lá e muito menos cá.

Quarto poder

Francisco Pinto Balsemão e Pais do Amaral são contra a privatização da RTP. A posição pública destes empresários bem instalados do sector é normal, ninguém aprecia concorrência acrescida. Menos normal é quando os jornalistas parecem usar o seu poder para tentar influenciar as políticas seguidas pelo Governo em proveito próprio dos accionistas do grupo de que fazem parte. Aquando da apresentação do programa de Governo, a primeira notícia a surgir em destaque no Expresso foi «Governo adia venda da RTP». Não cheguei a perceber se se tratava de informação ou de um desejo da Impresa.

Extraordinário

«O primeiro-ministro terá a preocupação de garantir que os objectivos do programa de ajustamento e em particular do défice serão cumpridos. Isso implica a antecipação de algumas medidas previstas no memorando de entendimento e eventualmente a adopção de medidas com carácter extraordinário». Por extraordinário devemos entender «uma taxa especial de IRS a recair sobre os contribuintes singulares, cobrada a título excepcional e de uma só vez»? Tipo apropriação pelo Estado do 13º mês de todos os trabalhadores portugueses, tal como sugerido por Nicolau Santos na SIC Notícias? Descobriremos em breve. Mas parece certo que a governação a doer começa amanhã.

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