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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Financiamentos

Rui Rio considera um «escândalo» financiamento da Caixa na OPA à Brisa. Mais uma vez volta a colocar-se a questão: qual deve ser a função da CGD enquanto banco? Deve ser diferente dos demais bancos? Eu acho que não e por isso sou favorável à sua privatização, mas se é para mantê-la pública, tem de ter um enquadramento diferente das restantes entidades financeiras. Além disso, não posso deixar de recordar que são fortes os laços que unem António Nogueira Leite, actual administrador da CGD, à José de Mello, e também por isso sou tentado a concordar com Rio, sendo aconselhável que a CGD tenha maior cuidado na decisão de participação nestes negócios.

Vingançazinha?

Esta história, até a propósito da guerra civil que se verifica no PS, volta a recordar como o então grupo parlamentar do CDS fez a folha à liderança de Ribeiro e Castro. Não consigo dissociar as notícias de hoje disso mesmo.

 

Nota: ainda a propósito do post de Carlos Loureiro a que faço ligação, permitam-me a pergunta: se a revisão da lei laboral, intrinsecamente ligada ao cumprimento do memorando de entendimento com a troika, não é matéria de disciplina de voto, qual é que será?

Le Pen à portuguesa

A este tipo de declarações também se pode chamar uma coisa muito feia. Francisco Louçã, na tentativa desesperada de marcar a agenda política a cada debate parlamentar, recorda-me o porquê de merecer estar na lista de personagens políticos mais detestáveis deste país.

 

Adenda: O primeiro-ministro disse ainda que «durante anos evitou-se a reprivatização para que isso não contasse para o défice», e isso «custou muito dinheiro aos portugueses». Claro: evitou-se a reprivatização porque esta obrigava a um reconhecimento imediato do dinheiro que tinha de ser enterrado com a nacionalização do BPN. «Custou oito mil milhões», diz Louçã. Muitos mil milhões terá custado, mas esse não foi o preço de um activo valioso, foi o preço de um buraco quase sem fundo que o Estado, bem ou mal, decidiu assumir como seu. Até podia ter sido o BE a ganhar as eleições em 2011 que o valor da factura não mudava. Aliás, quer pela sanha que o BE tem às privatizações, quer pela ideia de que as dívidas assumidas pelo Estado não são para pagar, tenho a certeza que acabaria por sair mais cara.

Condicionados

«Está em curso uma gigantesca operação de demonização da nossa acção enquanto Governo nos últimos seis anos [...] Várias figuras do PSD usaram da palavra com um único objectivo: enxovalhar o PS. Acham que com isso condicionam o PS, mas o PS não se deixará condicionar.» Isto diz Assis, mas parece que a opinião do porta-voz do partido, João Ribeiro, é mesmo a de que, «infelizmente», o actual PS está condicionado pela governação socrática. Se bem que aquele «infelizmente» não deixa de ser profundamente hipócrita, vinda de alguém que só pode querer que esqueçamos o apoio incondicional que todo o PS garantiu a Sócrates até ao último momento (o que fazia e dizia João Ribeiro então?). Mas adiante: Assis, por um lado crítica a campanha de demonização do governo anterior, por outro diz que o PS não se deixará condicionar. Nuno Garoupa, em artigo no Jornal de Negócios, faz, no meu entender com razão, referência à oposição que não exige do actual Governo o que devia ser exigido. Resumindo: uma oposição que não serve para nada. Ora, a pegar nas palavras de Assis, como poderia servir? Ou o próprio PS estabelece uma demarcação efectiva e profunda em relação ao executivo anterior, o que teria de passar por uma limpeza de muitos dos rostos associados à governação socrática, ou já está profundamente condicionado. Por exemplo, como pode o actual PS contribuir para o debate da eliminação de rendas excessivas no sector energético ou para a renegociação das PPP's se foi esse mesmo Governo socialista, o tal que não pode/deve ser demonizado, quem negociou e assinou a maior parte dos contratos em causa?

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