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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Incompreensível

O primeiro pilar desta estratégia do Governo helénico passa por avançar já com mais medidas de austeridade, inicialmente previstas para 2013, e que passam pela redução das pensões e dos salários dos funcionários públicos. O que se passará com os líderes de todos estes países - Grécia, Espanha, Letónia - para que não compreendam o conceito de igualdade dos nossos caríssimos juízes do Tribunal Constitucional? Talvez compreendam que perante a necessidade de combater o défice, mas também de aumentar a competitividade, não é por via de impostos sobre todos que o problema pode ser resolvido. É no sector privado que está o único motor disponível para promover o crescimento económico, esmagá-lo para fazer face aos problemas do Estado acabará por levar todos ao fundo.

Notícias do sector automóvel

1. Peugeot Citroën com prejuízos de 819 M€ no primeiro semestre

2. Volkswagen anuncia lucros de 8800 milhões no primeiro semestre

3. A fórmula de sucesso da Volkswagen também passa por Portugal: China salva ano da Autoeuropa.

4. Por outro lado, o Governo francês (?!?) vai ajudar a PSA. Como? Pondo-a a exportar para a China? Tentando torná-la mais competitiva? Não, através de incentivos à compra pelos franceses de automóveis produzidos em França. Dir-me-ão que é política, mas mete dó a falta de visão desta gente.

Ler os outros (CXXXII)

Quando um país está condenado ao fracasso económico e as suas elites bem como a sua opinião pública recusam entender onde estão metidas, o problema é fundamentalmente cultural e muito pouco económico. Podem até proteger os interesses instalados bem como os direitos adquiridos dos lóbis, dos sindicatos, de todos aqueles que conseguem condicionar e influenciar as políticas públicas. Podem continuar a governar os pensionistas das políticas que, sendo os principais responsáveis do desastre (como mínimo, por uma profunda falta de visão), acham que mudando o acessório, conseguem manter o fundamental. Mas o empobrecimento não espera. E falar em crescimento para 2015 ou 2016 é atirar areia para os olhos.

O país passava bem sem ele

«Foi para isto que me pediram tantos sacrifícios? Foi para isto que deixei de ter menos dois salários como trabalhador na Função Pública? Foi para isto que me retiraram metade do subsídio de Natal o ano passado? Eu perguntei isto ao primeiro-ministro e o primeiro-ministro não respondeu e nós sabemos porquê: porque o primeiro-ministro não tem resposta para o falhanço da execução orçamental que está em curso no nosso país».

Défice a baixar

Ia jurar que certos políticos e opinadores andavam a papaguear para a opinião pública que o défice não ia baixar, isto tudo à boleia de um jornalismo que deixa muito a desejar. Como é óbvio, foi só fazer-se sentir o efeito do corte de subsídios de férias e de natal e a realidade começa a mudar. No final do ano podemos não cumprir a meta acordada com a troika, mas o nosso défice vai baixar. Quanto aos políticos e opinadores vários que contribuiram para passar a ideia errada, pois bem, na melhor das hipóteses são ignorantes e na pior não têm vergonha na cara. Qualquer que seja o motivo, o país passava bem sem eles.

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