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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Títulos sugestivos

STCP perde seis milhões de passageiros e passa de lucro a prejuízo. O quê que este título sugere? Que a perda de passageiros, em boa parte explicada pelo aumento do preço dos bilhetes e redução do desconto em algumas assinaturas sociais, levou à passagem de uma situação de lucro para uma de prejuízo. Contudo, a própria leitura da notícia elimina qualquer equivoco. A receita cresceu, é consultar a página 9 do relatório de contas da STCP: a receita passou de 24,682M€ no 1º semestre de 2011 para 26,292M€ em igual período deste ano, um feito notável quando o país atravessa um período de recessão (e que demonstra que o aumento dos preços mais do que compensou a diminuição de passageiros). Qual o problema, então? O custo do financiamento que disparou - o sector dos transportes públicos é só mais um que também vai ter de habituar-se a viver com menor endividamento -, uma explicação que por si só justifica ainda mais os aumentos de preços e a redução dos descontos que têm vindo a ser feitos no sector. É que basta imaginar o que seria hoje da STCP se as receitas não tivessem sequer aumentado, tal como teria acontecido se tudo tivesse ficado na mesma.

FMI já não vem

Hoje, lembrei-me disto: O canal público de televisão que será privatizado vai ser a RTP2, afirma neste sábado o semanário Expresso. Formalmente não há nenhuma decisão tomada nem sequer comunicada aos responsáveis daquele canal ou da televisão pública, mas existem os sinais de que será esta a escolha do Governo, sustenta o mesmo jornal. Ou como somos constantemente bombardeados com informação falsa e a credibilidade dos jornais anda pela rua da amargura. Neste abdicar da credibilidade em nome de interesse próprio, o Expresso está na linha da frente.

Privatização da ANA

Longe vai o tempo em que o PSD apresentava um projecto na AR que tinha por base a «não concordância com a transformação de um monopólio público num monopólio privado». Mas no processo de privatizações tudo o que os move neste momento é a maximização da receita. Nada contra a privatização da ANA, como é óbvio, apenas tenho sérias dúvidas em relação ao modelo escolhido. Nem sempre o que maximiza a receita é o que permite a transformação estrutural que o Governo garante estar a levar a cabo.

Passar a mensagem

Duas notas sobre isto: 1) Paulo Portas e este CDS nunca coincidiram com este PSD de Passos na opção de privatizar a RTP. Compreende-se: Portas quer ter tão boa relação com a imprensa quanto possível, não vá a história dos submarinos emergir mais do que é desejável. 2) Paulo Portas quer demarcar-se de algumas das medidas dificeis que se adivinham. Vai sugerindo que o CDS é contra o aumento de impostos que se pespectiva, mas nada passa para a imprensa sobre o que faria de diferente. E depois conta com jornalistas como São José Almeida para lhe irem dando uma ajudinha a divulgar a mensagem. Habilidade política é isto. Mas não há qualquer «crise entre CDS e PSD» como títula a notícia. Tenho poucas dúvidas a esse respeito: a coligação está de pedra e cal e é para durar.

Jornalismo rasca

Jornal da noite da SIC, nos minutos iniciais foi dominado por: 1) o lóbi dos que querem que a RTP fique tal e qual como está, incluindo a aparição de um comentador televisivo que ocasionalmente realiza filmes, filmes esses que, além de serem financiados pelo contribuinte, costumam contar com o apoio da RTP na promoção e divulgação dos mesmos; 2) o lóbi da construção civil, que continua no queixume de que o sector está em queda livre, a ver se ainda consegue mamar qualquer coisinha; 3) o lóbi do ACP, com um ex-vice-presidente de clube de futebol a queixar-se que o Governo não adopta preços tabelados no sector dos combustíveis. Nesta última reportagem, de forma a não sobrarem dúvidas sobre a qualidade do jornalismo que se pratica actualmente pelos lados de Carnaxide, o jornalista chegou mesmo a afirmar, a propósito da subida dos preços dos combustíveis, das dificuldades do sector automóvel e de umas medidinhas quaisquer que estavam a ser tomadas em França e na Espanha - países onde, aparentemente, na leitura da realidade que o jornalista em causa pretendia passar, os respectivos governos não seguem pelo diapasão da austeridade que domina a realidade portuguesa -, que o «governo fecha os olhos a tudo isto». Os olhos não fechei, mas continuar com o televisor sintonizado no noticiário da SIC só se tapasse os ouvidos.

Eles comem tudo e não deixam nada

Claro: «a alternativa a cortar nos 13º e 14º meses - e Vítor Gaspar disse isso -, seria despedir pessoas da função pública». Se bem que, não tenho duvidas sobre isso, despedir pessoas passa por uma diminuição quer da quantidade, quer da qualidade, dos serviços actualmente prestados pelo Estado. Como o Governo quer evitar essa "revolução", demonstrando que a conversa do Gaspar sobre a alternativa ao corte de subsídios, não necessariamente na óptica do próprio, era paleio, continua a insistir no aumento da carga fiscal, agora até com «cortes nas deduções fiscais de quem apresenta IRS com filhos a cargo, ascendentes ou deficientes».

Não, isto está tudo a correr tão mal que não pode

Portugal makes fiscal progress in the shadows. O risco que isto tudo corra muito mal continua elevado, mas em menor ou maior grau, o caminho correcto a percorrer no dia em que a troika pôs cá os pés era mesmo este. Para o perceber, parafraseando o dr.Soares a propósito da miopia socrática, basta «ler os jornais internacionais». Mas se nem o dr. Krugman quando esteve por cá a explicar isso mesmo conseguiu convencer os míopes, não devemos esperar milagres.

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