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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Um título a que já não estava habituado

Desemprego em Portugal recua para 15,7% em setembro. Nos últimos quatro meses, o nível de desemprego em Portugal manteve-se estável - sem ilusões, quanto mais não fosse o orçamento agora aprovado tratará de voltar a pôr o desemprego em rota ascendente -, por outro lado, em Espanha, no mesmo período, subiu quase um ponto percentual, dos 25 para os 25,8%. Os mesmos que dizem que a subida do desemprego é inaceitável, costumam achar que Rajoy está a fazer qualquer coisa de extraordinário que o nosso Governo não faz. Gostava de perceber o quê. Mas uma coisa digo: se acham que a resolução da crise dos países do sul não exige medidas duríssimas dos próprios e que a Europa tem uma varinha de condão para resolver os problemas gravíssimos que só a estes países dizem respeito, andam muito enganados.

O mal esteve no mensageiro

Se Portugal aguenta mais austeridade? É óbvio que aguenta. Os gregos, por exemplo, estão a aguentar uma austeridade muito mais agressiva do que a nossa. Mas saber que aguentamos mais austeridade, não significa que nos devemos atirar a ela de cabeça. Por isso, devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para não cairmos na situação da Grécia, apesar de alguns irresponsáveis que por ai andam não contribuirem em nada para esse desiderato. Foi mais ou menos isto que depreendi das palavras de Ulrich, embora o jornalista - da Lusa - que escreveu esta notícia tenha depreendido coisa diferente. A minha interpretação final deste episódio é a de que hoje em dia para alguém estar razoavelmente informado, tem de evitar ao máximo o recurso à intermediação dos jornalistas no processo de obtenção da informação.

Defender Portugal

Outrora, houve uns bacanos que estavam a tomar conta de um castelo. Esses bacanos acharam por bem construir mais e melhores casas para os habitantes do reino e, à falta de outra matéria-prima, decidiram desmanchar a muralha do castelo para obterem os recursos que lhes permitissem construir as casas prometidas à população. Certo dia houve um ataque ao castelo e a população mudou os tipos que tomavam conta do mesmo. Agora, enquanto o ataque ainda ocorre, os que outrora tomavam conta do castelo gritam com um ar de grande indignação para os novos tipos que ocupam a função que já foi a deles: «defendam o castelo, defendam o castelo!» Existir uma muralha dava uma grande ajuda. A nossa muralha, a do país, ruiu no dia em que a dívida subiu ao ponto que subiu. O resto é treta. E os políticos indignados que tiveram responsabilidades na destruição dessa muralha, são lixo. Puro lixo. Não os suporto.

Refundação

Há quem à direita sonhe com um recuo do Estado, isto porque o sector privado estará ai para, parcialmente, substituir o Estado em algumas das suas funções actuais. Sem querer entrar neste debate, aviso desde já: desenganem-se, tal como as coisas estão, o recuo do Estado de que agora se fala, irá acontecer apenas para acomodar aquilo que o Estado presta com aquilo que as pessoas conseguem pagar. O PS tratará que assim seja. Pelo que, se há uma acomodação àquilo que as pessoas conseguem pagar, não é aquilo que não conseguem pagar ao Estado que passarão a conseguir pagar no privado. Resumindo: é mesmo um recuo naquilo que uma parte significativa da população tem ao seu dispor que está em cima da mesa. Enfim, contas equilibradas; fim do endividamento constante; "empobrecimento". Não é, portanto, um debate que deva alegrar quem quer que seja. Mas é um debate a que não devemos fugir, até porque não se trata de uma questão de gosto.

A Madeira dos outros

Não. Ia jurar que há quem garanta que estes empréstimos da Alemanha, da Finlândia, e de outros, aos países intervencionados são um óptimo negócio para os próprios. Eles não estão a emprestar dinheiro, estão a enterrar dinheiro dos seus contribuintes na Grécia. E em Portugal, também. Enquanto a paciência dos contribuintes destes países não se esgotar, pois que enterrem o máximo dinheiro possível.

Em busca das despesas não fundamentais

Antes de 2008 não existia, agora é fundamental. Bem vistas as coisas, é quase tudo fundamental. E muitas outras despesas fundamentais só ainda não o são porque ainda não foram postas em prática. «Acrescentando que a crise económica levou também a uma maior procura». Maior procura, maior despesa. Maior despesa, maior necessidade de receitas para manter o défice. Mais impostos, maior crise económica. Daqui não saimos, daqui ninguém nos tira. Insustentável. Mas admito: o cheque-dentista, como o complemento solidário para idosos, como os subsídios ao cinema, e tudo e tudo e tudo, é fundamental. Muito bem: mas digam-me, por amor de Deus, o quê que não é fundamental? Porque algumas coisas que para alguns, em algum lugar, são fundamentais, garanto-vos, o Estado não conseguirá continuar a dar. Isto dito, sobre a «refundação do memorando» (?!?), para quem acredita, como eu, que o Estado não terá dinheiro para continuar a gastar o que tem gasto, tanto não vai ter esse dinheiro esteja lá este Governo ou outro de cor diferente. Mas como nada de relevante nesta área será feito sem o acordo do PS, dado que sem este qualquer tentativa de redefinição das funções do Estado esbarrará sempre no Tribunal Constitucional, podem começar a pensar em passar o poder para os socialistas o mais rápido possível. É um país refém de um partido e de uma ideologia? É, mas até o PS ser obrigado a equilibrar as contas e redimensionar o Estado - enfim, a pôr este país num caminho sustentável -, como acho que se estivesse agora no poder o seria, a direita não conseguirá governar em paz.

Ficção por ficção

Acabo de passar pela RTPN e dou com uma tal de Ana Sá Lopes a explicar que se Portugal, Itália, Grécia e Espanha se unissem e ameaçassem sair do Euro, a crise resolvia-se no dia seguinte. Respiro fundo. Desligo a televisão. Venho escrever este post. E de seguida vou ver um filme. Ficção por ficção, antes uma que provenha de cabeças pensantes.

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