Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

subscrever feeds

-

ver dados

Enganos

Tomem a máxima atenção a todas as afirmações vindas da área socialista contra cortes no Estado social. E decorem tudo, porque ao ritmo a que o Estado está a ser "refundado" será com o PS no Governo que parte desses cortes irão ser realizados. Tão certo quanto este Governo PSD/CDS ter aumentado uma catrefada de impostos que os dois partidos antes de chegarem ao Governo prometiam a pés juntos não ir aumentar. Dito isto, deixo aqui outro apontamento para memória futura: quando esse momento chegar, depois não os chamem de mentirosos, nem de gatunos, nem se atrevam a dizer que foram enganados. «Fool me once, shame on you; fool me twice, shame on me». O histórico é de tal ordem que neste país já só se deixa enganar quem quer ser enganado.

Palhaços

Há quem pense que se este senhor* suceder a Merkel os alemães vão passar a ser mais tolerantes para com aqueles que consideram palhaços. Desenganem-se. A política alemã pode tornar-se ligeiramente mais flexível, mas no essencial manter-se-á tal como está. É o eleitorado alemão que assim o exige.

 

* ministro das finanças de Angela Merkel entre 2005 e 2009, no âmbito da grande coligação entre a CDU e o SPD. Um tipo que, para infelicidade dos nossos socialistas, não gosta de gastar dinheiro à toa.

Interesses a defender

Uns ameaçam; o outro promete fazer o que for preciso para que a ameaça não se concretize, até porque importa não chatear «um dos grandes líderes africanos»; mas igualmente engraçado é o jornal referenciado que levanta a ira dos angolanos, isto porque noutros tempos era assim: «Por isso, levantar a questão dos direitos humanos em Angola durante a visita de José Sócrates pode ser politicamente correcto, mas não retrata a situação e é contrário ao interesse nacional». Foi assim até os angolanos ameaçarem os interesses do grupo a que o jornal pertence.

Bombeiros e incendiários

Berlusconi afasta a possibilidade de qualquer união com Monti por este ser o rosto das polémicas políticas de austeridade e do descontentamento popular, que, disse, arrastaram o país para uma recessão. O bombeiro é o rosto do incêndio. Mas calma que o incendiário vai tratar de apagar o incêndio. Sabem, isto visto de longe quase tem graça, mas o pior é que se passa coisa semelhante por cá. Basta ouvir o ToZé que faz do actual Governo o incendiário da nação. Temos, contudo, uma grande vantagem face aos italianos, o incendiário maior foi relegado para uma quarentena em Paris.

Il Cavaliere

Setinha para cima

Setinha para baixo

 

Quem atira a culpa pela má governação da zona Euro sobretudo para a senhora Merkel não percebe nada de nada. Há eleitorados que não podem, não devem e não merecem ser desresponsabilizados pelas escolhas de treta que fazem. E goste-se ou não dessa triste realidade, os eleitorados dos periféricos do sul são pródigos em escolhas de treta. Pior: insistem nelas. Não há remédio.

Ainda mais fundo

«Só as empresas privadas podem manejar estas alavancas e por isso o crescimento económico no país, a recuperação económica está hoje totalmente na mão dos empresários privados», enfatizou, salientando que apesar do Estado não ter meios para provocar estímulos financeiros expansionistas, pode e deve criar um ambiente favorável ao desenvolvimento da iniciativa privada. Tudo muito bonito, tudo muito verdadeiro. Mas palavras leva-as o vento, explicar com exemplos concretos o que se entende por «ambiente favorável ao desenvolvimento da iniciativa privada» é que está quieto. Contudo, vejamos, não é preciso ir muito longe (esqueçamos o funcionamento da justiça e outras coisas tais): o Estado não tem dinheiro para políticas expansionistas e a iniciativa privada é que tem de pôr o país a crescer, mas que empreendedor terá interesse em iniciar a sua actividade em Portugal quando tem como perspectiva ter no Estado um obstáculo que não lhe permitirá ficar com a maior parte do fruto do seu trabalho, da sua visão? 1) O Estado não tem dinheiro; 2) logo, o privado que invista do seu dinheiro; 3) se o investimento gerar resultados positivos, o Estado desesperado por dinheiro vai apoderar-se de boa parte do dinheiro gerado pelo privado; 4) não é preciso ser um génio para perceber que isto não é «um ambiente favorável ao desenvolvimento da iniciativa privada; 5) pelo contrário, é propiciador de uma verdadeira espiral recessiva. O que é preciso? É preciso que o Estado gaste menos para deixar de ir ao bolso do sector privado, trabalhadores incluídos. Mas falar é fácil, bem sei: No primeiro mês do ano, a despesa com subsídios de desemprego ascendeu a 255,9 milhões de euros, mais 33% que no ano anterior, e um valor equivalente a 9,5% da dotação inscrita no Orçamento para este ano. A somar a isto, note-se que em Portugal, além do Tribunal Constitucional com as suas decisões em pouco ajudar, uma larga franja da sociedade contínua a sonhar com «políticas expansionistas», isto é, mais despesa, maior necessidade de dinheiro para o Estado. Sonham com o impossível. Garantido é que o monstro está fora de controlo; cresceu de tal maneira que agora não há forma de domá-lo. São muitos os que alimentam o monstro, mas são ainda mais os que se alimentam dele. Pior, cada vez menos os que o alimentam, cada vez mais os que se alimentam dele. Nesta crise, o Estado é empecilho insuportável para muitos, mas é bóia de salvação para muitos mais. E se a economia está à beira de bloquear, a política bloqueou há muito. Não há um único político que tenha ideias novas para pôr o país a crescer e já são demasiados os que se atrevem a sugerir o retorno às velhas ideias do passado que nos trouxeram até este ponto. Pela evidente insustentabilidade disto tudo, temo que estejamos muito longe de ter batido no fundo.

Pág. 1/7

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

subscrever feeds

-

ver dados