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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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O povo quer eleições?

Muito estranho mesmo. Especialmente quando a informação está disponível e não é difícil de dar com ela. Enfim, estas sondagens valem o que valem e para mim é pouco, porque ainda que dissessem coisa contrária não julgo que um país deva fazer depender a sua governação de sondagens, mas aqui está o que encontrei facilmente sobre o assunto no depósito de sondagens da ERC:

 

1. Primeiro, fiquemos pelas expectativas. Aximage, 7 a 10 de Maio de 2013:

 

 

2. Em seguida, vamos à pergunta que interessa. Aximage, 1 a 4 de Abril de 2013:

 

Famílias numerosas

Outro nicho de mercado eleitoral do CDS. Dai esta possível medida estúpida. Para alguma coisa existe o abono de família: aumentem-no. Abono de família esse que, na sua atribuição, tem em consideração a condição económica das famílias. Vir agora com a treta de baixar o IRS a famílias que dispõem de um rendimento acima da média só porque têm muitos filhos, por favor, vão dar banho ao cão, ok?

O quê que o PS devia estar a fazer...

... na certeza de que vai assumir a liderança do próximo Governo? Devia estar a aproveitar o tempo que lhe resta até às próximas eleições para preparar atempadamente um programa realista que lhe permitisse dar um rumo ao país. O quê que a maior parte dos socialistas está a fazer? A pensar que as eleições eram para ontem. Mais concretamente, o quê que isto produziu de relevante até agora? Nada. O quê que de relevante produzirá daqui para a frente? Nada. Excepto um conjunto de ideias vagas atiradas para o ar, sem fundamentação técnica que lhes dê substância, enfim, conversa política da treta. Porquê que digo isto? Porque se a maior parte da gente do PS achasse que o pensamento profundo os levaria a algum lado e a produção de ideias sólidas para o país fossem necessárias na caminhada para o poder, neste momento só podiam respirar de alívio por ainda lhes restarem uns largos meses para fazerem aquilo que já tiveram tempo para fazer e ainda não fizeram. Mas dentro do PS não existe sentido de urgência nesta busca a que faço referência, o único sentido de urgência que existe é o da necessidade de alcançar o poder. Os partidos - por exemplo, o PSD de Passos, de Mendes, da Manela, de Menezes, em nada diferiram na forma como orientaram o seu combate político do actual PS - são meras máquinas de conquista e manutenção do poder e mostram-se incapazes, porque não querem ou não podem - nomeadamente por falta de dinheiro para gastar nesse departamento -, de pensar o país para além do interesse imediatista. Alguns acharão que o medíocre Sampaio resumiu tudo o que aqui digo com a ideia de que a alternativa ao actual Governo precisa de «encorpar», mas esse mesmo Sampaio achou em tempos que o PS, só porque trocou de líder, «encorpou», o que diz tudo o que é preciso saber sobre a visão redutora do sujeito em relação ao «encorpamento». Já outro ex-presidente, Soares, em jeito de lamento, referiu que Seguro, apesar de sério, é «demasiado hesitante». Pois tenho para mim que se é sério, é normal que esteja hesitante. Sabe perfeitamente que, nesta fase do campeonato, não está minimamente preparado para governar. Temo que nunca o venha a estar. E ainda assim, muito provavelmente, será primeiro-ministro. Não será o primeiro a quem isso acontece, nem, infelizmente, o último.

A negociação do memorando

Não foi mal negociado, avançou-se foi para ele demasiado tarde. Devíamos ter recorrido à troika na mesma altura da Irlanda e não quando estávamos a entrar em plena bancarrota. O PS não tem moral para criticar Gaspar sobre a acusação de memorando mal negociado, ainda o mesmo tinha acabado de ser negociado pelo PS e este já pedia para que fosse revisto (uma chatice esta coisa da memória). O PECIV, que Vieira da Silva usa para explicar a "má" negociação, é a maior treta que continua a alimentar largos sectores da opinião pública e da política portuguesa. Este não evitaria de todo o nosso afastamento dos mercados, na altura já evidente, e Sócrates só andou continuadamente a adiar o inevitável para se defender a ele próprio e arranjar um pretexto para sair sem dar parte fraca, aproveitando ao mesmo tempo para fingir que defendia o país quando só o afundava cada vez mais (mesmo depois do chumbo do PECIV, acabou por ter de ser Teixeira dos Santos a forçar a vinda da troika, recordemos). Mas há narrativas fantasiosas que persistem, aliás, pior que isso, ganham força, pelo que concluo que uma mentira repetida muitas vezes compensa em política e há eleitores que gostam de ser tratados por parvos. Só mais um sinal de um país que não tem remédio.

Continua o ano da viragem

Do discurso: Portugal negociou mal o primeiro memorando com a troika. Por favor, calem-se. Façam mais e falem menos. E se sentem que não têm condições para fazer mais do que já fizeram, demitam-se, por favor. Dito isto, bem sei que vou repetir-me pela enésima vez, mas o que importa é isto: mais consolidação é inevitável para travar dívida “explosiva”. E o Governo, que falhou e vai continuar a falhar na consolidação orçamental, arrastando o período de penúria a que estaremos submetidos - no nosso caso, não adianta ter grande esperança num crescimento económico forte, sustentável e duradouro sem que a consolidação orçamental esteja concluída -, como bem refere o Conselho das Finanças Públicas, já não se atreve a dar qualquer «explicação sobre as medidas a adoptar de forma a atingir os objectivos». Sleepwalkers, chamou a The Economist aos líderes europeus onde se inclui o nosso primeiro-ministro. Pode muito bem ser verdade, infelizmente, outros à sua volta que os podiam substituir, ainda que acordados, são daydreamers. Enfim, estamos bem lixados.

Krugman e a Fórmula 1

No último fim de semana assisti na tv ao Grande Prémio do Mónaco em Fórmula 1 e fiquei bastante preocupado com a falta de competitividade do mundial de construtores, com especial foco nalgumas equipas do fundo da tabela como a Caterham-Renault, a Marussia-Cosworth ou a Williams-Renault que, com seis provas realizadas, ainda não conseguiram pontuar. Perguntei a mim próprio se uma troca dos pilotos destas equipas não poderia alterar este estado de coisas, mas não demorei muito a chegar à conclusão que chamasse-se o piloto Passos ou Seguro, tendo em conta as caracteristicas do carro, nenhuma alteração substancial ocorreria e o mais certo era estas equipas continuarem com grande dificuldade em pontuar nas próximas provas. Contudo, não desisti e procurei um especialista: mandei um mail ao nobel Krugman a perguntar-lhe o que poderia ser feito para corrigir tal situação e a resposta foi pronta e simples: as equipas no topo da tabela, nomeadamente a Red Bull Racing, a Ferrari, a Lotus-Renault e a Mercedes deveriam diminuir a potência do seu motor, bem como a qualidade de outras peças mecânicas desenhadas pelos seus engenheiros pagos a peso de ouro, e a competitividade das equipas do fundo da tabela sairia reforçada. Agradeci a resposta, até por fazer todo o sentido, e decidi dedicar-me nos próximos tempos a convencer as equipas do topo da tabela a seguirem as recomendações feitas pelo grande nobel. Desejem-me sorte.

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