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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Marques Mendes e o número de páginas

1. "Ao que apurei, Paulo Portas apresentou o guião da reforma do Estado, que tem pouco mais do que 50 páginas, com várias linhas de orientação que vão ser discutidas"

2. O guião da reforma do Estado que o Governo garantiu apresentar na próxima quarta-feira “tem 90 páginas” e chama-se “um Estado melhor”.

3. Documento final: 112 páginas. Numa letra tão grande e espaçosa que recordou-me o tempo de estudante em que alguns, no sentido de cumprirem o critério de número de páginas pré-estabelecido como mínimo a apresentar num trabalho que tinham obrigatoriamente de realizar, dedicavam-se a aumentar o tamanho da letra, a introduzir parágrafos, a mexer nas margens do documento para a coisa cumprir os mínimos. No caso deste documento cheio de palha, o objectivo também deve ter sido lixar o Marques Mendes.

Política do futebol

Já tinha dado uma achega sobre o tema aqui. E bem sei que alguns dirão que não há pachorra para futebol. Mas não, não é apenas futebol. Tenho poucas dúvidas que Joseph Blatter atreveu-se a gozar com Ronaldo da forma como o fez porque, em parte, este é português. Da mesma forma que Mourinho tem razão quando diz que os espanhóis detestam os portugueses. E para não ficar por Ronaldo, lembro-me bem como Figo, um jogador extraordinário, foi desprezado no Barcelona e teve durante anos a fio um qualquer craque brasileiro mais valorizado pelo clube e os adeptos do que ele. Também por isso, gostei quando abandonou o clube catalão da forma como o fez. Todas as culturas têm defeitos e virtudes, mas se há coisa que valorizo nos anglo-saxões é a capacidade de reconhecerem o mérito a quem o tem, sem tretas. Traço característico e fundamental de uma sociedade capitalista funcional. Horta Osório, sendo certo que começou num banco espanhol - o Santander -, duvido que pudesse ter posição e estatuto semelhante em Espanha ao que tem em Inglaterra. Seria rejeitado pela elite espanhola que lhe faria a vida negra. Felizmente para Ronaldo, jogador que alguns portugueses, por vezes, parecem não gostar pelo simples facto de ser português (não ignoro que há quem o idolatre excessivamente pelo mesmo motivo), pondo com isso em evidência um traço cultural português, ao mesmo tempo que ele propriamente dito aparenta ser tão pouco português, ao assumir com coragem e convicção o desejo de ser o melhor do mundo, teve há poucos dias o melhor dos elogios: Alex Ferguson, reconhecidamente um dos melhores treinadores mundiais, que percebe de futebol como nenhum político de gabinete chamado Blatter alguma vez perceberá - afinal, no caso deste último, falamos do homem que pressionou a máfia organização que dirige no sentido de escolher o Qatar como organizador de um campeonato do mundo -, disse que Ronaldo foi o «maior talento que treinou». Coisa pouca? Talvez, mas o elogio vem do homem que treinou jogadores como Ruud Van Nistelrooy, Roy Keane, Paul Scholes, Wayne Rooney, Ryan Giggs, Eric Cantona e David Beckham. E agora, a Ronaldo, demonstrando a razão de Ferguson, só resta continuar a responder a Blatter dentro das quatro linhas, por exemplo, ajudando Portugal a marcar presença no Mundial do Brasil, eliminando a Suécia do, segundo nos contam, terrível Ibrahimovic. Não sei porquê, mas se fosse sueco é que sabia bem quem temer. E, tal como Ronaldo, só temia que nos tivesse calhado a França. E não seria pelos Riberys ou Benzemas, mas antes pelos Blatters e Platinis. A República da Irlanda, país com a nossa dimensão e ainda menor influência política no mundo do futebol, saberia explicar facilmente aquilo a que me refiro:

 

 

Incidente da "Mão da Gália"

Wishful thinking e eleições antecipadas

Um «cidadão reformado» afirmou que o executivo parece afrontar propositadamente o Tribunal Constitucional na ânsia de criar um pretexto para se demitir. Isso, pareceu-me, queria ele. Mas não está sozinho: há quem, mesmo entre os apoiantes do Governo, pareça acreditar que este deverá demitir-se se o TC chumbar-lhe novamente medidas fundamentais. Como sabem, fui da opinião que o Governo devia ter-se demitido nas primeiras vezes que o TC barrou-lhe o caminho que pretendia seguir. Não o tendo feito, seria, no mínimo, incoerente recorrer a tal pretexto para se ir embora numa fase em que faltará cerca de um ano para acabar a legislatura. Não o fizeram quando deviam, agora sejam responsáveis e aguentem-se até ao fim. Mas ainda que o Governo seja responsável e leve o seu mandato até ao fim, sobrariam duas hipóteses para irmos para eleições antecipadas. A primeira hipótese seria o Presidente deitar abaixo o Governo. Não me parece credível: além da sua insistência na necessidade de estabilidade política, Cavaco Silva deu a hipótese ao PS de eleições antecipadas aquando da crise política (quiçá com segundas intenções, antecipando o resultado das negociações); o PS recusou ceder aos intentos de Cavaco; se este agora, sem que o acordo que exigia tivesse sido alcançado, oferecesse a cenoura ao PS e levasse este governo de maioria absoluta ao chão, estaria, no mínimo, a ser incoerente consigo próprio. Duvido que alguém que conheça a fundo o pensamento de Cavaco acredite nesse cenário. A outra hipótese era o «plano cautelar» ser de tal forma um «segundo resgate» que quem manda na Europa viesse a exigir o comprometimento formal do PS com a coisa. Nesse caso, o PS seria atirado para um acordo à força que não gostaria de assinar, até porque iria revelar toda a treta em que assenta o seu discurso político, mas teria poder negocial suficiente para, por si só, forçar eleições antecipadas. Também há muita gente a acreditar neste último cenário. Há algum tempo que acho que estão muito equivocados. O «programa cautelar» não obrigará a nada disso. Se o obrigar, cá estarei para reconhecer o meu erro de análise.

A diferença do poder local

O acordo de Rui Moreira com o PS, no Porto, era de longe o melhor acordo possível. E, apesar de ter incomodado muitas pessoas, era certamente aquele que batia mais certo com o que havia sido a campanha eleitoral. Como este do comunista Bernardino Soares com o PSD, em Loures, também o será. A gestão de uma câmara municipal não impõe um perfil tão ideológico ao executivo camarário quanto um governo nacional obriga. E Bernardino não ignorará que pode tirar bom partido de um Fernando Costa que, apesar de dinossauro e passista, consta que terá sido um bom presidente nas Caldas da Rainha. Se avançar mesmo para tal coligação, o recém-eleito presidente de Loures, além de demonstrar coragem, pratica um acto de inteligência.

Corrida para as presidenciais

O outro candidato lança a lebre: «Candidato da direita em 2015 vai ser Santana Lopes». A comunicação social, com uma conveniente fonte, ajuda: Santana Lopes quer suceder a Cavaco em Belém. O verdadeiro candidato é obrigado a vir parcialmente a jogo para marcar terreno: Marcelo admite poder ser candidato nas presidenciais. Costa e Marcelo têm a vantagem de participar neste jogo na sua confortável função de comentadores televisivos. Uma originalidade portuguesa.

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