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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Um excelente negócio

Tomás Vasques, no Facebook, escreve que o «Estado - este governo - vai pagar 30 milhões de euros de indemnizações para despedir os mais de 600 trabalhadores do Estaleiros de Viana do Castelo, de modo a privatizá-los por uma renda de 415 mil euros por ano. Com a capitalização de juros, nem com as rendas dos próximos 10 anos o Estado recebe o que paga agora. A isto chama-se privatizar por razões ideológicas». A isto chama-se asneirar por razões ideológicas ou, por outro lado, contas à socialista, esquecendo-se de incluir no deve e no haver aquilo que o Estado tem perdido todos os anos por causa dos ENVC, basta atentar nesta pequena informação: ajudas públicas atribuídas à empresa entre 2006 e 2011, não declaradas à Comissão Europeia, no valor de 181 milhões de euros. É preciso um desenho? Enfim, apesar das críticas que possam ser feitas ao negócio - e também tenho algumas dúvidas sobre o mesmo -, sorte teve o Estado em ter encontrado alguém que quisesse pegar naquilo. Aliás, o negócio era tão atractivo que a coisa só teve um concorrente. Porque será que é assim com a TAP, com o BPN, com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo? Porque será que é de outra forma com os CTT? Porque será? E, no entanto, há uns tolinhos - que ou não devem pagar impostos ou fazem-no por gosto, certamente -, que querem muito que o Estado continue a aguentar estas empresas. Por favor, se gostam muito de defender trabalhadores, tenham dó da malta que esgana-se a trabalhar para pagar impostos ao Estado, ok?

The Soup Nazi

No Eurobonds for you. Só admira-se o iludido. [Sobre os ricos mais ricos, em 2012, foi assim: a revista Exame conclui que as maiores fortunas portuguesas somaram este ano 14,4 mil milhões de euros, uma queda de 17,5% face ao ano anterior - a verdade é que estes rankings revestem-se de pouca significância até porque as variações dependem, quase em exclusivo, da evolução de poucas e determinadas acções].

Uma senhora Gama na Presidência

Uma grande lata. Aceitava esse argumento do imposto se os pensionistas estivessem a receber em função daquilo que descontaram. Contudo, é evidente e sabido que não estão. O que faz com que aquilo que devia ser encarado por mim, os descontos que efectuo para a segurança social, como o pagamento de um seguro pessoal, tenha-se transformado efectivamente num imposto «furtivo» imposto à minha pessoa que serve para subsidiar os actuais pensionistas. De resto, ainda hoje outra instituição internacional tornou a recordar algo de que há muito tenho conhecimento: Tenho uma taxa de desconto não inferior, muito pelo contrário, à que tiveram os actuais pensionistas que servirá para tabalhar mais anos e receber muito menos. Os coitados dos actuais pensionistas estão «indefesos e à mercê da nova legislação sacrificial e expressivamente restritiva do seu direito à segurança social pois já não dispõem da oportunidade de organizar a sua vida de outra forma», pois acho que o que a gentalha de cabelos brancos que usa este argumento me está a dizer é: tu que podes organizar a tua vida, vai organizá-la daqui para fora. E, se ainda é para tentar tornar este país num sítio onde os jovens podem respirar, invés de serem burros de carga, nas próximas presidenciais agradecia que aparecesse gente com menos de 45 anos a concorrer. Obrigado. É que este país, tal como está, não é para novos.

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