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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Uma esperança para a Europa

Obviamente, o poder em vigor na Europa será tolerante para com uma vitória do Syriza na Grécia com o intuito de mostrar que a radicalização, com viragem acentuada à esquerda, é o caminho a seguir por outros povos europeus. Ou então não será nada disto. E aqueles que mais sonham com uma "solução europeia" para os seus problemas, são os que mais devem temer vitórias eleitorais de Syrizas e outros que tais. Dito isto, apesar de alguma turbulência que se estenderá a outros países, as lideranças europeias não só há muito que esperam este tipo de evolução no caso grego, como também têm vindo a preparar a Europa para uma qualquer radicalização grega: por isso mesmo, é de admitir que não só a Grécia, nesta fase do campeonato, será facilmente marginalizável e isolada, o que de certa forma já tem sido, como continuará a ser aproveitada como caso que serve de exemplo para outros que tenham a mesma tentação. Não é uma história bonita? Talvez não seja, sobretudo para os gregos.

No mundo da lua

Foi preciso existir o prisioneiro 44 para um sem número de pessoas descobrir o que é estar preso. E entre os recém-descobridores está gente que, inclusive, terá tido responsabilidade directa na aprovação das leis que definem as limitações a que um preso está sujeito. A começar pelo prisioneiro 44: «Ai fui eu que aprovei isso!?» Pois foste. Pois foram. Mas olhar para tais leis à luz da prisão do prisioneiro 44 é todo um novo mundo. O mundo mudou, novamente. E o que antes eram condições banais a que um preso, ainda que preventivamente, devia estar sujeito, agora são indícios de um preso político. Ilegal. Inconstitucional. Vergonha. Fascistas. Isto não se faz.

Ricciardi e Rebelo de Sousa

Quem ouve as gravações do Conselho Superior do GES, não pode deixar de achar que o que José Maria Ricciardi fez envolveu alguma, se não muita, coragem. Há quem queira colá-lo ao seu primo Salgado, quase dando a entender que não há diferenças entre os dois e são praticamente co-responsáveis pela queda do grupo, mas numa qualquer análise séria essa "teoria" não passa de pura tontice, que na maior parte das vezes só é avançada para criação de mera narrativa interesseira. Aquilo que fica por demais evidente das conversas do Conselho Superior é que Ricciardi - pessoa por quem não nutria simpatia, mas agora até tenho alguma -, a dada altura, enfrentou a família quando todos os outros optaram pela «solidariedade familiar» que apregoava Salgado a cada reunião. Isso garantiu-lhe então ter ficado isolado no seio familiar, mas permite-lhe hoje, para incómodo de muitos, ser o único que fala de cabeça levantada. E como fala: as cartas a malhar em Marcelo Rebelo de Sousa, sendo esta a última, que alguns gostam de atirar para o canto da lavagem de roupa suja - procurando com isso tirar-lhes importância -, são deliciosas, sendo que o que lá vem escrito, para quem não quiser tapar os olhos, destrói toda e qualquer réstia de credibilidade que o comentador ainda pudesse ter. No fundo, Ricciardi constata uma evidência sobre esta história do BES e as opiniões do professor em torno dele: Marcelo vai nu. E bem pode dizer adeus à Presidência da República que não é digno do cargo.

Litigância

A resolução adoptada para o banco BES acabaria inevitavelmente por também ser jogada em tribunal. Neste momento, por acção interposta por um fundo, já temos a venda da Tranquilidade suspensa por providência cautelar e a Goldman Sachs a mandar recados por jornais de que tudo fará para dificultar venda do Novo Banco, em defesa dos seus interesses. Até aqui, tudo normal. Quem se sente prejudicado, tem todo o direito de recorrer aos tribunais. Anormal, talvez, será a decisão do Banco de Portugal de comprar algumas destas guerras, como a com a Goldman Sachs, fruto de uma decisão fresquinha, é por demais evidente (Carlos Costa não anda a fazer amigos, é bom dizê-lo; e em muitas destas matérias tem evidenciado coragem). Dito isto, do resultado destas litigâncias dependerá a avaliação do tipo de resolução adoptada para o BES. Espera-se, pois, sob pena de nova e mais grave litigância vir a surgir no horizonte - recorde-se a "ameaça" de Ulrich de que se o Novo Banco não fosse vendido por bom preço o BPI avançaria para tribunal contra o Estado português - que no final disto tudo os tribunais acabem por dar razão ao Banco de Portugal. Diga-se, ainda, que alguns, sem qualquer decisão judicial definitiva tomada, vêem na existência desta litigância um dado objectivo para crítica ao Banco de Portugal. Curiosamente, parece não lhes passar pela cabeça que em caso de derrota do Banco de Portugal nos tribunais, também existirá motivo de crítica ao sistema judicial, ávido em favorecer determinados interesses em detrimento doutros. Nem, note-se, parecem recordar-se do tempo em que achavam muito fácil lutar contra os muito prejudicias contratos swaps e exigiam ao Estado o recurso aos tribunais para defender os seus interesses (como acabou por fazer no caso mais problemático dos contratos que envolviam o banco Santander). Da minha parte, por outro lado, assumindo-se como necessária uma intervenção no BES - como a que houve, visando tornar uma falência descontrolada numa controlada -, só posso ver com bons olhos esta litigância. A sua ausência é que seria de estranhar e denotaria que alguns interesses, como é costume, não estariam a ser defendidos (imaginem os de quem).

Salta-pocinhas

Na capa do Público, Carlos Abreu Amorim, que há não muitos anos fazia comentário televisivo com citações da objectivista Ayn Rand, aparece agora como autor das declarações: «Já não sou um liberal. O Estado tem de ter força». Comprova-se que passar uma campanha autárquica a defender o legado «magnífico» de Luís Filipe Menezes, em Gaia, pode ser uma «life-changing experience».

O BES, a Pátria e a TAP

«Nas declarações prestadas o Dr. Paulo Portas referiu que a decisão tomada quanto à necessidade de inclusão do BES no financiamento teve por base a defesa da soberania do Estado português a quem competia a escolha do financiador». Uma das coisas que me chateia na privatização da TAP, muito sinceramente, é saber que a mesma, nesta fase, está nas mãos do CDS de Portas. E quanto mais eles dizem, como é apanágio do CDS, que o processo vai decorrer de forma a proteger o interesse nacional - o que quer dizer um conjunto de obrigações e obrigaçõezinhas para os potenciais compradores, o que aumenta a complexidade do processo -, mais temo.

Do sentido das coisas

Sobre este comentário de Luis Aguiar-Conraria a propósito deste post de Shyznogud, basta recordar como o Governo socialista acabou com uma "greve" de camionistas (em bom rigor, aquilo foi mais um lockout) muito prejudicial para a economia nacional: com a ameaça de recurso à requisição civil. Pela lógica da Shyznogud, ainda vamos acabar a defender a nacionalização de todas as empresas de camionagem. É que faz todo o sentido.

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