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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Privatização da Segurança Social

Toma lá o dinheiro equivalente a quatro pontos percentuais da TSU e mete-os na banca a render se quiseres. Está iniciado o caminho, colocando as coisas nos termos do PS, para a privatização da Segurança Social (os gritos histéricos que teria de ouvir a propósito desta medida se a mesma viesse da coligação). É temporário? Depois de implementada logo se verá, mas o Cavalo de Troia passou o portão: o PS concorda, seja por que motivo for, que se aumente o grau de liberdade do contribuinte no curto-prazo em relação ao que fazer ao fruto do seu trabalho em troca de uma menor pensão paga pelo Estado no futuro. [Nota: um dos motivos por que gostei de ler o cenário macro do PS foi precisamente este: permite gozar com boa parte das tontices que os próprios socialistas, em jeito de «vem ai o papão mau», vão atirando para o ar].

Refazer o cenário macro com os dados do «desemprego real»?

Cento e cinquenta páginas de muito lero-lero. Obviamente, não me vou dar ao trabalho de ler tal documento (e devo ser dos poucos que até costuma ler os programas eleitorais). Por mim, programas eleitorais deviam ter o aspecto do memorando de entendimento de 2011 (todas as medidas previstas explicitadas e quantificadas). Este ano, também não me dei ao trabalho de ler o programa do PS, mas gostei de ler o seu cenário macro. Irrealista ou não (e eu entendo que é irrealista), esse documento tinha o mérito de, pelo menos, indicar um caminho, sugerir propostas concretas e fomentar o debate. Mas até pela forma como o PS agora deu para falar muito criticamente dos números do desemprego divulgados pelo INE, sugerindo que há um outro, mais importante e relevente, «desemprego real» (só o nome que lhe dão é todo um programa e note-se que não consta que no cenário macro tenha sido usada tal variável), optando por uma forma de análise da realidade que costuma ser apanágio de outras forças políticas mais à esquerda (note-se que se pode e deve analisar o impacto dos fluxos migratórios e das políticas activas de emprego na taxa de desemprego calculada pelo INE, mas é igualmente fácil perceber que há uma linha a partir do qual essa análise perde seriedade e passa a ser demagógica: extrapolar, por exemplo, uma taxa de desemprego de 100% para todos os emigrantes caso tivessem ficado em Portugal é uma delas), é indicativo de um PS que perdeu o norte e está um tanto ou quanto desesperado. Qual o próximo passo do Partido Socialista? Começar a citar, em tom de concordância, o economista da CGTP Eugénio Rosa? Quando e se o PS for Governo depois das legislativas, ainda me vou divertir bastante com esta história do «desemprego real».

Don't worry

Be happy: a sério? Juro que tinha visto 7,4% de desemprego no cenário macro do PS já para 2019. Sendo que a taxa de desemprego prevista pelo PS é tanto mais extraordinária quanto os próprios acusam o executivo de baixar artificialmente a taxa actual com as denominadas políticas activas de emprego (políticas sobre as quais, apesar das críticas socialistas, ainda não ouvi nada do PS sobre se são para manter ou para acabar).

Do eleitoralismo

1. O PS considerou hoje "prematuro" e até "desonesto" o anúncio do Governo de que poderá devolver parte da sobretaxa do IRS em 2016

2. PS mantém eliminação da sobretaxa em dois anos (e ainda baixa IVA da restauração, repõe cortes nos salários de FP mais depressa, e tudo e mais alguma coisa...)

3. O PS faz um cenário macro que tira proveito absoluto da consolidação orçamental que este governo levou adiante durante estes anos de gestão pós-bancarrota Sócrates e depois ainda vem mostrar indignação quando os outros fazem por recordar que o que pode ser oferecido no futuro imediato só pode ser consequência directa do sucesso da sua política orçamental?

60 anos da morte de Calouste Gulbenkian

Convém recordar que o regime fiscal à altura foi uma das coisas que nos permite ter hoje a Fundação em Lisboa: À medida que Gulbenkian envelhecia e a sua coleção se expandia, crescia a preocupação com a preservação do seu património, e de como evitar o pagamento de impostos sobre o seu legado. E outros há, também é preciso recordar, que querem ter fundações financiadas com os impostos dos outros.

A UE, o Euro e a vanguarda do Euro

Hollande sublinhou que para pôr em marcha essas reformas faz falta "uma organização reforçada, com os países que assim o decidam, uma vanguarda". Estas propostas já foram também abordadas pelo primeiro-ministro francês Manuel Valls, que revelou que essa "vanguarda" seria composta pelos "países fundadores da União Europeia: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Luxemburgo e Holanda". Portanto, segundo a proposta francesa, íamos ter os países que fazem parte da UE. Os países que fazem parte da UE e do Euro. E os países que fazem parte da UE, do Euro e da vanguarda do Euro. E embora a coisa inicialmente tenha sido apresentada como uma opção individual de cada país, não me admira que na concretização da mesma, tal como detalhada pelo primeiro-ministro francês, fiquem excluídos países como Portugal. Quanto maiores as disparidades económicas e sociais entre membros da "vanguarda", fica mais difícil a concretização e implementação de tal ideia. Por mim, Portugal sobreviveria muito bem sem se meter numa tal aventura.

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