Vale tudo?

Leiam o Henrique Raposo. Assim feito, permitam-me: no debate em causa não é a protecção da propriedade intelectual em si que está em causa. É a forma como, para o caso específico, se propõem a o fazer. E é ai que a porca torce o rabo: não pode (deve) valer tudo. E quer o que o Jacinto Bettencourt (de uma forma mais rebuscada, não fosse especialista no que se refere a direitos de propriedade intelectual), quer o que Rodrigo Moita de Deus (com recurso à graçola que lhe é caracteristica) defendem, não só é injusto como, na minha modesta e humilde opinião, estúpido. Mas tem uma vantagem óbvia: é dinheiro em caixa garantido. A questão é: podem garantir que estão a ir buscar esse dinheiro onde e a quem devem? Não. Claramente, não. E desafio qualquer um a demonstrar que estou errado.

 

Nota: argumentos tipo, país x, y e z já aplicam tal taxa ou já existe uma lei semelhante em vigor no nosso país, lamento informá-los, não me convencem e vão direitinhos para o baú das falácias.

Mr. Brown às 18:10 | link do post | comentar | favorito