Está falido por muita coisa, sendo uma das mais importantes o facto de ter gastos com pessoal e prestações sociais incomportáveis. Uma parte da "falência" é justo que sejam todos a pagar, por via fiscal. Outra, não. Mas em relação a alguns pontos que usas, que eu saiba as escolas, universidades e hospitais privados não são para uso privado dos funcionários privados, e ainda assim se o privado falir...
"é justo que sejam todos a pagar, por via fiscal"
E já agora, sobre isto que digo, há também outra coisa a considerar: há um limite para o nível de receita que o Estado pode ir buscar ao sector privado. E não é preciso pôr nenhum juiz a decidir sobre qual é esse limite...