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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Não conseguiram rejeitar a troika, mas rejeitaram os partidos da bancarrota

Eu tenho uma ideia sobre o porquê da Grécia ter voltado a votar Tsipras. Aquilo que vai ter de aplicar é radicalmente diferente do que prometeu na campanha que culminou na sua chegada a primeiro-ministro no ínicio deste ano, mas, afinal de contas, não foi ele que levou a Grécia para a situação de bancarrota em 2010. Bancarrota essa que ainda hoje faz sentir os seus efeitos. Tsipras errou? Sim. Muito? Certamente. Mas a bancarrota não foi sua responsabilidade, mas antes de partidos como o Pasok e a Nova Democracia. E os gregos, apesar de descontentes - notório na subida brutal da abstenção: o Syriza manteve a percentagem de Janeiro, mas teve muito menos votos -, reconhecem isso. É a minha opinião. E é também isso, aparentemente, que pode estar a valer à coligação no embate com o PS. É que nós por cá já nem temos troika, mas temos certamente um partido da bancarrota.

Coligação ao ataque

A coligação passou a pré-campanha e entra na campanha a jogar forte e ao ataque. Previsível, depois da asneira que disse António Costa. Diga-se que, apesar das sondagens, continuo a achar muito difícil que Costa acabe derrotado no dia 4 de Outubro, mas não é por causa da capacidade enquanto político em campanha que anda a evidenciar. Digo mais: se sair derrotado, estaremos perante o político mais inábil que tive a oportunidade de conhecer. E, afinal, recordem-me lá o quê que esta malta que pôs Costa no poleiro costumava dizer do Seguro? Era o seguro do Governo, certo? 

As contas de Marcelo

«Tem um custo?». Tem. «Mas tem de ser». Fez foi as contas e sabe que a falta de apoio ao partido tem um potencial de perda muito superior. Marcelo é o tipo fantástico que de manhã consegue passar por um social-democrata ferrenho; à tarde visita a festa do Avante; e à noite ensaia um discurso quase equidistante em relação a todos os partidos. Não me digam que isto não implica uma certa arte, pois não conheço nenhum outro personagem capaz de igual jogo de cintura.

A condição de recurso

É uma boa ideia do PS (ou deveria dizer do drº Centeno?) para pôr o Estado a gastar menos. Há muita gente a receber do Estado, directa ou indirectamente, que nunca contribuiu para justificar o que recebe e, mais importante, não necessita de o receber, estando muito longe de estar entre os que mais necessitam de apoio do Estado. Dito isto, O drº Centeno é um tipo que o PS usa para se credibilizar ao mesmo tempo que tenta iludir o eleitorado sobre aquilo que este realmente pensa. Em bom rigor, o principal responsável pela vertente económica do programa do PS, noutras circunstâncias, até poderia estar a colaborar com a coligação. Isto porque boa parte daquilo em que Mário Centeno acredita, na sua área de especialidade, costuma provocar na maior parte dos socialistas que conheço, sobretudo na malta defensora dos direitos adquiridos, palavras de indignação. E a coligação aproveita para acenar, a propósito deste tema (não por acaso aproveitado primeiramente por Catarina Martins), com o «tenham medo, tenham muito medo», mas com isso também limita-se a ser algo (ou ate muito) hipócrita, ainda que exista alguma justiça poética na critica por estar a usar as tonterias em que os socialistas acreditam - e a que recorreram abundamentemente para criticar medidas deste executivo - contra os próprios.

Promessas

Uma coisa em que julgo que Luciano Amaral está carregadinho de razão neste texto: Passos prometer pouco e Costa prometer tudo e mais alguma coisa, dá ao primeiro aspecto mais «primeiro-ministrável» para os tempos em que vivemos. Recorde-se, aliás, que quando Costa concorreu contra Seguro estava na posição contrária: o outro prometia tudo e Costa não prometia nada. A inversão dessa posição, a necessidade de prometer mundos e fundos por parte de Costa para conquistar votos, é sinal de fraqueza, não de força. E nós sabemos de onde vem essa fraqueza: da história contada pelas sondagens que nunca tiraram Costa do mesmo lugar onde Seguro se encontrava.

A manelinha e o estratega da marmeleira

Na verdade, estes dois cometeram um erro estratégico, sobretudo a Manelinha, cuja palavra crítica teria sempre outro peso: guardar a palavra para ser usada num momento cirúrgico teria muito maior impacto do que andar semana sim, semana sim, a criticar o governo de Passos Coelho. Assim, mais do que causarem mossa, ninguém lhes leva muito a sério.

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