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  <title>Os Comediantes</title>
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  <description>Os Comediantes - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Thu, 14 Mar 2013 19:41:18 GMT</pubDate>
  <title>Cartel na banca</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://momentoseconomicos.wordpress.com/2013/03/14/tem-coisas-que-nao-entendo/&quot;&gt;Notícia encontrada no dinheirovivo.pt: “Bancos querem limitar taxas de juro nos depósitos a prazo” – porquê? para melhorar a rentabilidade. Ou seja, os bancos querem reduzir a concorrência que fazem entre si para captar depósitos, através das taxas de remuneração que oferecem. Como não se podem encontrar e decidir conjuntamente, usam a regulação via Banco de Portugal como instrumento de redução de concorrência no preço oferecido pelos depósitos.&lt;/a&gt; É por esta e por outras que acho que &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO115018.html&quot;&gt;isto&lt;/a&gt; não vai dar em nada.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>banca</category>
  <category>regulação</category>
  <category>concorrência</category>
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  <pubDate>Mon, 07 May 2012 14:42:24 GMT</pubDate>
  <title>Seriedade</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2488521&quot;&gt;Pingo Doce: Bruxelas não vê violação das regras comunitárias&lt;/a&gt;. Isso é porque não conhece os &quot;especialistas&quot; em política da concorrência deste país chamado Portugal. O &lt;a href=&quot;http://arrastao.org/&quot;&gt;Arrastão&lt;/a&gt; está cheio deles. Curiosamente, ou então não, um dos argumentos mais usados por estes &quot;especialistas&quot; foi o de que na maior parte dos «países sérios» as leis não só penalizam duramente qualquer venda abaixo do preço de custo, como as autoridades desses países actuariam de forma implacável. Mal sabem eles que a nossa legislação neste campo é particularmente restritiva quando comparada com a da maior parte dos «países sérios». Mas entendamo-nos: na parte em que procuram distinguir-nos dos «países sérios» acertaram, sendo os «países sérios» aqueles onde se dá particular relevância à opinião dos especialistas a sério.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sociedade</category>
  <category>portugal</category>
  <category>concorrência</category>
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  <pubDate>Sat, 05 May 2012 12:19:05 GMT</pubDate>
  <title>O todo e a parte</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um diz que «&lt;a href=&quot;http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&amp;amp;did=60961&quot;&gt;este tipo de iniciativas é muito comum noutros países&lt;/a&gt;» a outra &lt;a href=&quot;http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&amp;amp;did=61068&quot;&gt;fala em «práticas inadmissíveis» num quadro «desequilibrado e chocante»&lt;/a&gt;. O ministro Álvaro, ao contrário do que era habitual, não tentou fazer do seu ministério um espaço que representasse os interesses de uns quantos empresários nacionais muito influentes. De tal forma que os interesses instalados tentaram correr com ele. A ministra Cristas é mais &quot;esperta&quot; e segue a linha antiga, o ministério da agricultura está ao serviço dos interesses dos agricultores, um grupo que do ponto de vista  eleitoral o CDS há muito namora. O Álvaro governa a pensar no todo, a Cristas governa a pensar num grupo específico. E há quem aplauda esta última posição. Das duas uma: ou são agricultores, ou é gente que ainda não aprendeu nada com as práticas passadas. Depois não venham com o lamento de que existem sectores económicos em Portugal que beneficiam de rendas injustificadas.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>economia</category>
  <category>governo</category>
  <category>agricultura</category>
  <category>concorrência</category>
  <category>política nacional</category>
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  <pubDate>Thu, 03 May 2012 12:30:26 GMT</pubDate>
  <title>Positivo para os consumidores</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&amp;amp;id=554571&quot;&gt;O BPI considera ainda este novo posicionamento do Pingo Doce resulte numa postura mais agressiva por parte da concorrência, pelo que o «resultado final poderá ser negativo para todos»&lt;/a&gt;. Mau para as empresas, bom para o consumidor. E isso é uma coisa boa, não?&lt;/p&gt;</description>
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  <category>economia</category>
  <category>concorrência</category>
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  <pubDate>Wed, 02 May 2012 18:12:50 GMT</pubDate>
  <title>O consumidor que se lixe</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;«&lt;a href=&quot;http://economia.publico.pt/Noticia/campanhas-no-comercio-vao-ser-cada-vez-mais-espectaculares-1544400&quot;&gt;Estamos com muita atenção a avaliar as situações e planeamos produzir legislação nessa matéria, nomeadamente no que tem a ver com alterações dos contratos que são de boca, que não estão escritos, a meio dos períodos de contratação, procurando repercutir situações de inesperadas promoções que depois vão parar ao próprio produtor&lt;/a&gt;». O produtor?!? Ao menos não esconde que é isso que a preocupa. Qualquer política de concorrência decente deve ter a defesa do consumidor como preocupação central, mas em Portugal já se sabe que há outros interesses que se levantam. O consumidor que pague e cale-se.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>governo</category>
  <category>concorrência</category>
  <category>assunção cristas</category>
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  <pubDate>Wed, 02 May 2012 04:00:44 GMT</pubDate>
  <title>Black Tuesday</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Numa entrevista muito interessante que deu aqui há uns meses na SIC Notícias, Alexandre Soares dos Santos falava dos desafios que enfrentava na instalação da sua cadeia de supermercados em países com diferentes culturas. Explicava o empresário que a Colômbia seria preferível ao Brasil exactamente por apresentar uma sociedade com traços culturais mais próximos dos nossos - e da sociedade polaca - do que o Brasil que em muitos aspectos está mais próximo da cultura norte-americana. É por isso notável e surpreendente que seja o primeiro a provocar em Portugal algo que se aproxima do que estamos habituados a ver em eventos tipo &lt;em&gt;Black Friday&lt;/em&gt; nos Estados Unidos da América - que, para os mais distraídos, não é propriamente um país do terceiro mundo. Como acção de marketing, se me fosse pedido que apostasse, arriscaria que a coisa acabará por correr-lhe bem, mas exactamente por essa vertente ligeiramente radical para os hábitos da sociedade portuguesa, há sempre o risco do tiro sair pela culatra.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dito isto, permitam-me pensar que apesar de ter sido estabelecida uma ligação entre o sucedido e o período de crise que atravessamos - o que faz sentido e terá certamente ocorrido em algum grau -, tenho a certeza que se um evento do género tivesse ocorrido há cinco ou dez anos a reacção das pessoas teria sido em quase tudo semelhante - não ignoremos a magnitude da promoção: 50% de desconto em todo e qualquer produto é muita fruta. Que a coisa tenha ocorrido no 1º de Maio, pois tem o seu quê de provocatório, mas como resposta ao pedido, recorrente, de boicote ao Pingo Doce, confesso que não me chocou nem um pouco. Contudo, se é para boicotar o Pingo Doce, estejam à vontade, tão à vontade quanto aqueles que optem por coisa contrária.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota: num assunto relacionado, que pelos vistos está sob investigação da famosa ASAE, falar neste caso numa prática anticoncorrencial, nomeadamente de preços predatórios, quando a duração do fenómeno é de um dia é absoluto &lt;em&gt;nonsense&lt;/em&gt;, sem prejuízo de eu até pensar que a legislação portuguesa - estupidamente, está claro - penaliza tal coisa.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sociedade</category>
  <category>pingo doce</category>
  <category>portugal</category>
  <category>concorrência</category>
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  <pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:31:11 GMT</pubDate>
  <title>Harmonização galinácea</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Sociedade/comissao-europeia-processa-portugal-por-nao-proteger-as-galinhas-poedeiras-1530815&quot;&gt;Comissão Europeia processa Portugal por não proteger as galinhas poedeiras&lt;/a&gt;. Haja quem na Europa se preocupe com o bem estar das galinhas e com a concorrência &quot;desleal&quot;. Não se riam porque o assunto é sério. Reparem que entre os países processados, por mero acaso certamente, estão Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Os países periféricos do sul, portanto. Que deslealdade a nossa para com os países ricos do norte mais as suas regrinhas de protecção das galinhas. Este mercado único tem muito que se lhe diga.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agricultura</category>
  <category>concorrência</category>
  <category>união europeia</category>
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  <pubDate>Sun, 10 Jul 2011 12:12:02 GMT</pubDate>
  <title>Oligopólios, segundo a Impresa</title>
  <author>Mr. Brown</author>
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  <description>&lt;p&gt;Três agências de rating? Mau. Dois canais privados de televisão? Bom.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>comunicação social</category>
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  <category>concorrência</category>
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