De modo que
segue-se um ano que será uma corrida de obstáculos. O desemprego tenderá a aumentar; os salários a diminuir; e o crescimento económico a estagnar. Uma incerteza, a reacção dos portugueses a tais obstáculos: deverá situar-se entre o baixar dos braços ou o arregaçar das mangas. Quantos mais adoptarem esta última postura melhor e mais depressa deixaremos de ver obstáculos no caminho que temos a percorrer. Mais do que encarar este como um ano difícil, deve ser encarado como um ano decisivo, um ano onde devemos estar à altura da responsabilidade. E os momentos decisivos não devem ser enfrentados com desespero e depressão, mas antes com convicção e determinação. Bom ano de 2011.
