Quarta-feira, 22.05.13

Um governante do mundo

Desenvolver e imaginar planos de acção a nível europeu já não basta para um líder da dimensão do nosso Tozé: Seguro defende acordo de concertação social mundial e fim de 'offshores'. Este homem se não existisse tinha de ser inventado.

Conselho de pai

Se o primeiro-ministro demitir-se vem ai um segundo resgate? Iupi! Mais tempo e mais dinheiro. Demite-te, filho. Demite-te. E faz feliz a tua família que te adora. Deixa a quem está mortinho por chegar a primeiro-ministro, como tu outrora já estiveste, a responsabilidade de nos governar neste momento difícil. Se bem que Seguro não me parece homem para gritar com a troika. Mas mortinho para chegar ao poder está, ou não estará? Ai que isto não tem conserto!

Mr. Brown às 14:15 | link do post | comentar | favorito
Domingo, 28.04.13

Core Tier 1

Bill Conti - Tema de Norte e Sul

 

Este tipo não é um panhonha e vai injectar milhões na economia.

Quarta-feira, 17.04.13

Same old story

Não houve mais dinheiro, quer ele dizer.

Terça-feira, 16.04.13

Finalmente

A troika vai ter um cheirinho do que é um verdadeiro grande negociador português.

Sexta-feira, 05.04.13

Nem mais

«Quem criou o problema que o resolva». Ouviste, Passos? Queres um desenho, Passos?

Quinta-feira, 21.03.13

Impotentes

Não acredito que vá ser assim, mas deixem-me sonhar: o Governo aproveita o chumbo de alguma medida do Orçamento por parte do Tribunal Constitucional para se demitir e o Tozé «basta de sacrifícios» Seguro vai para o Governo mais cedo do que gostaria, ainda antes das autárquicas. De resto, o coitado ainda lá não chegou e já está a dizer que é impotente: «Portugal sozinho já não consegue sair desta crise». Se Portugal sozinho não consegue sair desta crise, quando diz que «basta de sacrifícios» está a dizê-lo na mesma base em que um adepto do Sporting diz que para o ano o seu clube vai ser campeão?

Quarta-feira, 20.03.13

Salazar

Por um lado, dou razão a Seguro. A tentativa de demarcação do Governo do memorando da troika mete dó, basta ter alguma memória. Aliás, fazer da troika, de Merkel, ou sei lá de mais quem o bode expiatório pelas dificuldades que passamos é sempre coisa para me tirar do sério. Por outro lado, Seguro faz figura tão caricata quanto a de Vítor Gaspar, precisamente porque finge não compreender que o Governo é tão sério a pretender demarcar-se da troika quanto o foi quando atirou para o ar que iria além da troika. Nem de perto, nem de longe, no que mais importava, ficou mesmo muito aquém, tal como Seguro e os socialistas sempre pretenderam que ficasse. Tudo começou logo quando deixou cair a baixa da TSU. De resto, esta frase de Teodora Cardoso é genial: «A 'troika' teve uma visão de muito curto prazo e, por isso, não fez a pressão necessária para avançarem outras reformas em Portugal». É isso: ainda acabaremos a culpar a troika por ter tentado não interferir demasiado com a nossa democracia. Mas a troika têm alguma culpa que, genericamente falando, sejamos um bando de irresponsáveis?

Terça-feira, 12.03.13

Imediatismo

Egoísmo: Sentimento ou maneira de ser dos indivíduos que só se preocupam com o interesse próprio, com o que lhes diz respeito. Um bom conceito para caracterizar aquilo que foi a nossa actuação na zona Euro, com as lideranças de sabe-se bem quem. Nós gastamos à tripa forra; os outros que paguem a conta. Nós não aceitamos mais cortes na despesa; nem mais austeridade; os outros que financiem o nosso défice. Há quem chame isto de solidariedade; mas eu cá estou com Seguro: é egoísmo mesmo, porque, efectivamente, desde que estamos no Euro a única coisa que temos feito, com a companhia de outros países, é actuar a pensar exclusivamente em nós próprios, sem respeitarmos os nossos parceiros, com os quais tínhamos acordado cumprir certas e determinadas regras. O respeito pelas regras representava a muito querida solidariedade; já o não cumprimento das regras era evidente sinal de sobreposição do egoísmo nacional aos interesses do clube do Euro. A esse respeito, esta notícia, a que recorro sempre que possível, é exemplar, até porque os argumentos de então são os argumentos de agora, o que mostra como pouco ou nada mudou na nossa consciência dos problemas que enfrentamos e como continuamos sujeitos à mesma forma de pensar. A referência de Seguro à «lógica imediatista» é mesmo uma delicia, uma vez que os governantes portugueses, entre os governantes da zona Euro, estão entre os campeões dos que mais não fazem do que concentrar todas as suas atenções no curto-prazo. Basta notar como o homem que está destinado a ser primeiro-ministro, ao mesmo tempo que fala em «lógica imediatista», volta à conversa do salário mínimo. Ah, meu belo imediatismo! O keynesianismo tuga é mesmo o supra-sumo da «lógica imediatista» ou não levasse muito a sério a expressão de que «no longo prazo estaremos todos mortos». Abri este post com uma definição da expressão «egoísmo», termino dizendo que para a expressão «comediante» podem encontrar uma definição no fundo deste blogue.

Mr. Brown às 22:29 | link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 06.03.13

Aumentar a competitividade

Com a grande maioria dos salários dos portugueses a baixarem, o nosso ToZé, em resultado da parceria com o dr. Costa, lembrou-se de apresentar como proposta para o país o aumento do salário mínimo, isto ao mesmo tempo que crítica o primeiro-ministro por não ter medidas para combater o desemprego. Tudo isto é tão estúpido, inconsistente e incoerente que chega a meter dó. Lembram-se do aumento dos salários aos funcionários públicos em 2009? É isso: o populismo demagógico e inconsciente que caracterizou o PS socrático está de volta em todo o seu esplendor. Que remédio, os coitados não sabem mais do que isto. Claro que esta proposta do nosso querido ToZé ganha força por arrasto da proposta de Obama nos Estados Unidos, mas sem discutir se a proposta deste último é boa, torno a recordar esta merda básica que não entra na cabeça dos nossos socialistas e da maioria dos opinadores da praça que vieram logo salientar a medida de Obama como aquilo que se devia fazer por cá: os Estados Unidos têm moeda própria. É preciso continuar? Querem um desenho? A sério, não há pachorra.

Domingo, 24.02.13

A mais bela história de amor

Anda comigo discutir as alternativas à austeridade; anda comigo discutir a reforma do Estado. Se não acabasse em amor não era uma comédia, mas antes uma tragédia. Felizmente, tudo corre pelo melhor.

Mr. Brown às 11:45 | link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 18.02.13

Reacções no exterior à carta do nosso querido Tozé

Após recurso à tradução da carta por Constâncio:

 

Draghi dignou-se a reagir publicamente à carta de Tozé Seguro:

 

Berlusconi também já fez saber que após a leitura da carta do nosso Tozé está em condições de afirmar que o nosso líder da oposição, à semelhança dele, percebe muito mais de economia do que Mário Monti:

 

Hollande reage extasiado à carta de Tozé, congratulando-se pelo surgimento de mais um crescimentista na Europa, se bem que o próprio ainda não saiba como pôr a França a crescer:

 

Cameron leu a carta do Tozé e diz que desde que não lhe peçam mais dinheiro, por ele está tudo bem, se for para lhe pedir mais dinheiro, a reacção é esta:

 

Zé Manel sinaliza a importância que deu à carta do Tozé:

 

Christine Lagarde, incrédula, manda perguntar se um tipo chamado Tozé está mesmo a solicitar que ela venha a Portugal falar com ele:

 

Ban Ki-Moon mostrou-se desiludido perante a ausência na carta do Tozé de um pedido de paz no mundo:

 

Para terminar, a reacção mais importante à carta do nosso querido Tozé veio de Berlim:

 

Enfim, a carta é um documento de politiquice interna e nada mais do que isso. Os líderes políticos da troika estão-se a borrifar para o nosso querido Tozé.

Domingo, 10.02.13

Great minds think alike

 

1. "Portugal Primeiro", moção de Pedro Passos Coelho direccionada para governação do país

2. Portugal Primeiro - o título do documento estratégico proposto por António José Seguro em debate agora na CN do PS. Um documento plural.

 

Adenda: ahahahahahah

Quinta-feira, 31.01.13

Ultimatos

Se a intenção era humilhar e vergar Seguro, forçando-o a agradar à facção socrática, então mais valia ter-se deixado de tretas e arriscado a candidatura ao PS em nome dessa mesma facção.

Quarta-feira, 30.01.13

Costa, Seguro, socráticos e poder

Há muito tempo que a minha aposta é que António Costa vai concorrer às presidenciais. Ontem à noite, pensei que a minha intuição estava errada, mas afinal mais não se tratou do que o Expresso, sempre tão bem informado, a fazer das suas. O edil lisboeta, apesar do seu silêncio aquando da governação socrática, é um tipo esperto e não podia ignorar quem estava na origem da janela de oportunidade que surgiu para um assalto ao poder no PS. De resto, com Costa fora do caminho e a combinação do ciclo económico com o político a seu favor, não é difícil prever que António José Seguro vai ser o próximo primeiro-ministro do país. E para já teve uma grande ajuda: conseguiu distanciar o seu PS do PS da tralha socrática.

Quarta-feira, 23.01.13

At the end of the day

1. Paulo Portas tão lesto a dar a cara no dia de hoje; tão ausente quando as medidas de austeridade foram anunciadas.

2. Nas próximas eleições autárquicas torço para que este PS liderado pela mediocridade do Seguro tenha uma vitória retumbante; não há nada que me cause maior incómodo do que ver o ressurgimento em peso da tropa socrática.

3. Por muito medíocre que seja Seguro - a reacção ao blitzkrieg socrático com a repetição da pergunta «qual é a pressa?» chega a meter dó -, não foi ele que faliu o país.

Domingo, 20.01.13

Das alternativas (2)

Seguro não promete baixar os impostos sobre o trabalho, mas garante que o PS tem apresentado várias alternativas à política do Governo. E eu a pensar que algumas dessas "alternativas" tinham como objectivo impedir o aumento de impostos sobre o trabalho levado a cabo por este Governo. Vejam bem a confiança deste PS nas suas "alternativas". O debate político em Portugal não passa da ficção. Tudo é ficção.

Mr. Brown às 11:33 | link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 10.01.13

Terrível

No áudio do artigo, vindo de uma pessoa informada e honesta, nas antípodas do burlão Baptista da Silva, o que nos tempos que correm não é pouco: «Há coisas que me deixam muito transtornado porque não sei qual é a solução. Sei que tem que haver uma solução, mas quer para um lado, quer para o outro, a solução é terrível». Por contraste, este discurso é que é uma verdadeira ofensa aos portugueses, pois ilude e foge ao essencial. Neste país, tudo o que aponte para as escolhas difíceis que, mais cedo ou mais tarde, teremos de fazer, gera este ruído insuportável. Uns comediantes, e não há melhor designação para aqueles a quem me refiro, até usam o pretexto do relatório do FMI para pedir, ou sugerir, ao Governo que se demita. A sério? Um relatoriozinho do FMI merece essa importância? Se é para pedir a demissão do Governo, peçam-na pelas políticas que já aplicou, como o brutal aumento de impostos presente no OE2013. Ah! Claro que pedir a demissão do Governo por isso seria ridiculo por parte da esquerda que sonha com aumentos de impostos a toda a hora para acomodar mais e mais despesa; pior ainda se vindo da parte daqueles que se seguiriam no poder e que garantidamente vão manter a carga fiscal intacta ou revista para cima. Enfim, nada melhor do que a mera possibilidade do Governo começar a cortar na despesa a sério, para se gerar esta barulheira. E o ruído no fim tem a sua utilidade suprema: não é debate que eles querem, o fundamental para estes políticos mediocres e tolos é fugir à necessidade que se impunha de nos dizerem quais seriam as escolhas deles. Mas como todo o político mediocre e tolo descobre quando chega ao poder: governar é fazer escolhas. Passos descobriu isso e o Tó Zé descobrirá o mesmo. Entretanto, Tó Zé e companhia vão-nos entretendo com um mar pegado de disparates e banalidades. Até o dia...

Terça-feira, 06.11.12

Fumaça

Seguro, na entrevista que acaba de dar à SIC, afirmou que a sua primeira medida seria ir renegociar o acordo com a troika. Com isto pretende admitir duas coisas simples: 1) nas condições actuais não poderá adoptar uma política diferente da do actual Governo; 2) o restante discurso é necessariamente vago - política de crescimento e tal - porque o homem não faz ideia da margem que lhe dariam para fazer diferente do que está a ser feito. Resta-lhe sonhar com uma margem caída do céu para adoptar outras políticas fruto de uma qualquer renegociação do acordo com a troika e com isso deixar muitos portugueses a sonhar com ele. Mas não passam de sonhos e nestes todos podemos ser a Alice no País das Maravilhas. Quem tem responsabilidade e tem de lidar com a realidade, sabe que o objectivo neste momento deve ser outro: «se um país cumprir integralmente o plano e no fim não conseguir regressar aos mercados, então esse país continuará a beneficiar da ajuda». É preciso é cumprir integralmente o plano e com isso evitar um segundo resgate efectivo - que traria sempre imposições duríssimas para o país -, para onde Seguro, mais a sua renegociação, nos atiraria sem dó nem piedade. Também, pelas palavras de Cavaco, se dúvidas houvesse, percebe-se que este nem sonha em demitir o Governo, pelo menos nos tempos mais próximos, uma vez que com isso caia imediatamente por terra o cumprimento do plano. Mas torno a confessar que lamento que este Governo não se demita abrindo as portas para Seguro chegar desde já a primeiro-ministro. Descobria-se que o acenar com a renegociação, esta tal primeira medida governativa agora identificada, não passa de fumaça.

 

Nota: por outro lado, se o país, ainda com o actual governo em funções, necessitar de um segundo resgate efectivo, espero que o executivo não se meta a brincar ao joguinho d'«a responsabilidades não é nossa, é dos outros», à semelhança do que fez Sócrates aquando do primeiro resgate.

Sexta-feira, 02.11.12

A arte do possível

Isto é Hollande, que tem um grau de liberdade para governar muito superior ao do primeiro-ministro português. Imagine-se como estaria daqui a seis meses António José se fosse eleito agora. Nada seguro, garanto-vos. «A liderança socialista e o Governo são vistos como confusos, acusados pelos opositores de amadorismo e inacção». Podem ser acusados de muita coisa, mas o problema é outro: as pessoas exageram naquilo que acham que os seus governos podem fazer por elas. Não se pode pedir a quem está de mãos atadas que as use como se estivessem livres.

Sábado, 13.10.12

Factura, ideologia e trapalhadas

1. «Os portuguese vão pagar no próximo ano 2,5 mil milhões de euros, para pagar os erros da má governação do Governo este ano». O défice com este Governo diminuiu, menos do que o esperado e acordado, mas diminuiu. Perante isso, e uma vez que o que vamos pagar para o próximo ano serve para continuar a diminuir esse défice, na expectativa de que um dia até comecemos a diminuir a dívida, talvez alguma alma caridosa queira explicar-me como é que a factura que vai ser paga pelos portugueses resulta de erros deste Governo. As pessoas estão a pagar os muitos erros que foram cometidos, é certo, mas a responsabilidade que cabe a este Governo nessa factura é uma ninharia. Tudo o resto é treta e estou farto de palhaços. Fartinho.

2. O meu problema com este Governo não se prende com a factura, sobre essa sei muito bem a quem pedir responsabilidades. O meu problema é com a distribuição das parcelas da factura pelos diferentes elementos da sociedade. E essa, ainda que não na totalidade, é da responsabilidade do Governo e não conta com o meu apoio. Acrescente-se ainda que, enquanto «opção ideológica», o caminho seguido é muito socialista. Só que na cabecinha do dr. Seguro vai tanta confusão que deve achar que o Governo que provoca um aumento de impostos como não havia memória neste país seja liberal. Já não há pachorra para a treta da conversa sobre a ideologia deste Governo. Na linha da não alternativa à austeridade, o caminho agora seguido é o caminho que irremediavelmente o PS iria seguir.

3. Como Seguro, também não percebo estes recuos e avanços do Governo no orçamento. Tenho uma ideia sobre o que poderá estar na origem dos mesmos - uma que encaro como possível é a de fazer sair para a opinião pública propositadamente uma proposta pior do que a que será a proposta final, para depois o povo encarar melhor a solução final, acho que é isto que nos círculos políticos se entende por boa comunicação -, mas todas as explicações que encontro não me deixam convencido sobre a condução que está a ser feita da elaboração do orçamento. Agora, imagine-se o que não seria se o Governo tivesse apresentado o seu Orçamento no final de Setembro, como alguns tolinhos sem noção queriam. Estamos entregues aos bichos.

Mr. Brown às 15:05 | link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 21.09.12

A priori

Eu não disse, a barulheira em relação à privatização da CGD é feita a priori, não vá o diabo tecê-las.

Mr. Brown às 13:55 | link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 18.09.12

Suspenda-se a democracia

Mário Soares sugere nomeação de novo Governo sem recurso a eleições antecipadas. Não deixa de ser notável as voltas que o mundo dá: lembram-se do que a esquerda dizia de Santana Lopes por este ter chegado a primeiro-ministro sem ter ido a eleições? Até aproveitaram a fragilidade deste para derrubar um Governo que contava com apoio maioritário na Assembleia da República. De resto, por esse caminho, o mais provável era apanharmos com um Governo liderado pela facção social-democrata do PSD que teve a sua oportunidade e perdeu as eleições em 2009. Um golpe anti-democrático, é o que esta gente anda toda atrás. Querem mandar embora um Governo de que não gostam e substitui-lo por outro que seja mais do seu agrado sem existir a chatice de ouvir o povo e isso é inaceitável. Mas como o compreendo, um rato velho como Soares deve ter pesadelos só de imaginar o que o poder entregue ao camarada Tó Zé no actual contexto poderá significar para o futuro do PS. E do país...

Segunda-feira, 23.07.12

O país passava bem sem ele

«Foi para isto que me pediram tantos sacrifícios? Foi para isto que deixei de ter menos dois salários como trabalhador na Função Pública? Foi para isto que me retiraram metade do subsídio de Natal o ano passado? Eu perguntei isto ao primeiro-ministro e o primeiro-ministro não respondeu e nós sabemos porquê: porque o primeiro-ministro não tem resposta para o falhanço da execução orçamental que está em curso no nosso país».

Domingo, 22.07.12

Expira, inspira

O tipo que pede «estabilidade no discurso» aos outros é o mesmo que sempre que pode tenta colocar em causa o programa de ajustamento que o seu próprio partido assinou. Estabilidade no discurso dos outros, instabilidade na nossa acção?

Mr. Brown às 18:49 | link do post | comentar | favorito

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