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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Resta-nos Bruxelas para pôr cobro à loucura depressa

O défice do próximo ano vai derrapar e em força. Depois, quando a conta para pagar aparecer, com inevitável aperto do cinto no futuro, não se queixem do governo de direita que estiver no poder nessa altura. É a nossa história dos últimos vinte anos: um governo de esquerda descontrola as contas públicas, um de direita vem para pôr o travão ao descontrolo. Vai voltar a ser assim, porque temos a esquerda mais irresponsável de toda a União Europeia. Desta vez, talvez tenhamos mais sorte, porque com as contas públicas a não sairem do procedimento por défice excessivo, a UE não pode tapar os olhos e as exigências que nos serão feitas para cumprir o Tratado Orçamental irão dar cabo do governo de esquerda, levando-nos mais depressa para novas eleições.

Quem excluiu PCP e BE da governação?

Há quem diga que 60% do eleitorado votou contra Passos e Portas. Mas um caso ainda mais forte pode ser feito em torno do argumento de que 70% do eleitorado votou em forças europeístas, partidos que têm a tradição de honrar os nossos compromissos internacionais. Quem faz a interpretação dos resultados eleitorais com base no último caso dirá que o eleitorado excluiu PCP e BE da governação. Essa é, aliás, a posição mais coerente não só com o que tem sido a nossa prática política, mas também com os programas eleitorais dos partidos em causa. Recorde-se, inclusive, que ainda em 2011 quem foi votar fê-lo com a noção de que votar PS, PSD e CDS era aceitar o programa da troika e votar BE e PCP era rejeitá-lo. Portanto, como se depreende da argumentação do Presidente da República, não foi ele que exluiu PCP e BE da governação, foi o eleitorado português. Não julgo que seja difícil compreender esta posição, ainda que alguns, inebriados pela luta político-partidária, façam de conta que a argumentação de Cavaco não é sólida.

«Si hay que ser torero»

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A Espanha podia transformar-se numa Grécia, é certo, bastava dar a vitória nas eleições a um Podemos. Mas com a actual taxa de crescimento da economia e o partido irmão do Syriza em queda nas sondagens, o nosso país vizinho parece longe de tão má sorte. O que é uma infelicidade para os syrizos que sempre tiveram as legislativas espanholas como um dos seus principais campos de batalha na luta contra a Europa e preparam-se para nova derrota estrondosa.

Voltando ao caso prático italiano

Evolução do desemprego jovem em Itália (com os mais recentes dados de Junho, onde não houve troika e é Renzi, e não Passos Coelho, quem governa):

 

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(Daqui)

 

Porquê que a historieta contada em tons dramáticos dos gregos terem perdido 25% do PIB não me emociona por ai além (porque eles perderam o que só por ilusão pensaram que chegaram a ter):

 

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 (Daqui: Italy is the most likely country to leave the euro)

 

Um dia a malta que polui - poluição sonora é o melhor termo que encontro - os nossos espaços opinativos ainda me há de explicar o caso italiano à luz das teorias da treta que vão espalhando.

A UE, o Euro e a vanguarda do Euro

Hollande sublinhou que para pôr em marcha essas reformas faz falta "uma organização reforçada, com os países que assim o decidam, uma vanguarda". Estas propostas já foram também abordadas pelo primeiro-ministro francês Manuel Valls, que revelou que essa "vanguarda" seria composta pelos "países fundadores da União Europeia: França, Alemanha, Itália, Bélgica, Luxemburgo e Holanda". Portanto, segundo a proposta francesa, íamos ter os países que fazem parte da UE. Os países que fazem parte da UE e do Euro. E os países que fazem parte da UE, do Euro e da vanguarda do Euro. E embora a coisa inicialmente tenha sido apresentada como uma opção individual de cada país, não me admira que na concretização da mesma, tal como detalhada pelo primeiro-ministro francês, fiquem excluídos países como Portugal. Quanto maiores as disparidades económicas e sociais entre membros da "vanguarda", fica mais difícil a concretização e implementação de tal ideia. Por mim, Portugal sobreviveria muito bem sem se meter numa tal aventura.

Algo a perder

Portugal não teve nada que se parecesse com um Syriza, mas, além do BE que contava tirar proveito do descontentamento com os partidos do centrão e cavalgar a onda da vitória da coligação radical na Grécia, o Livre e o PDR espreitavam uma oportunidade para baralhar o sistema. A avaliar pelas últimas sondagens, esses partidos também estão agora com vida muito mais difícil. E não será tudo efeito Syriza, ou contaminação da situação da Grécia na política interna dos países periféricos, é preciso enquadrar o contexto: quer em Portugal, quer em Espanha, o crescimento económico faz-se sentir. Quando a economia dá sinais de melhora, ninguém pretenderá arriscar uma aventura. Há algo a perder.

Tsipras concorda com Cavaco

O camarada Alexis, depois de ter metido o «socialismo na gaveta», anda agora muito mais realista. Tendo saído da reunião europeia, como qualquer bom «neoliberal», a falar em «confiança» e nos «mercados», vem agora dizer que sendo Varoufakis um «excelente e inteligente economista», cometeu «erros claros nas negociações», e que ser um «excelente académico, não implica que se seja um bom político». Para o grupo de fãs de Varoufakis, mas também do Syriza, que nunca aceitaram reconhecer que o ministro superstar deu barraca, tais palavras só podem ser uma espinha difícil de engolir.

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