Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

foto do autor

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
-

ver dados

«Algo vai mal no reino da Dinamarca»?

Aqui “imposto” significa “querido” e isso diz muito sobre a Dinamarca. Nos últimos tempos a admiração da nossa esquerda às sociais-democracias do norte esmoreceu muito por culpa da dicotomia Europa do norte vs periféricos do sul, mas é bonito vê-los a inspirarem-se novamente por lá. Ainda que a esquerda portuguesa continue a chatear-se sempre que alguém se refere às evidentes diferenças culturais entre os povos do norte e do sul e o reflexo disso mesmo no nosso grau de desenvolvimento. De igual forma, a esquerda portuguesa "chateou-se" muito com o aumento brutal de impostos do Gaspar, quando é evidente que esse é o preço a pagar pelo Estado que temos (e que a esquerda defende que devemos ter). E, no fundo, também gostava que os os impostos em Portugal fossem vistos como «queridos», no sentido de serem tratados com o devido respeito pelo trabalho de quem os paga e não para os enormes disparates (nomeadamente em obras públicas) que têm sido feitos.

Do eleitoralismo

1. O PS considerou hoje "prematuro" e até "desonesto" o anúncio do Governo de que poderá devolver parte da sobretaxa do IRS em 2016

2. PS mantém eliminação da sobretaxa em dois anos (e ainda baixa IVA da restauração, repõe cortes nos salários de FP mais depressa, e tudo e mais alguma coisa...)

3. O PS faz um cenário macro que tira proveito absoluto da consolidação orçamental que este governo levou adiante durante estes anos de gestão pós-bancarrota Sócrates e depois ainda vem mostrar indignação quando os outros fazem por recordar que o que pode ser oferecido no futuro imediato só pode ser consequência directa do sucesso da sua política orçamental?

60 anos da morte de Calouste Gulbenkian

Convém recordar que o regime fiscal à altura foi uma das coisas que nos permite ter hoje a Fundação em Lisboa: À medida que Gulbenkian envelhecia e a sua coleção se expandia, crescia a preocupação com a preservação do seu património, e de como evitar o pagamento de impostos sobre o seu legado. E outros há, também é preciso recordar, que querem ter fundações financiadas com os impostos dos outros.

Benefícios concentrados, custos difusos

Para a malta que não sabe ver além do que tem diante dos olhos: Receitas de portagem sobem 9% até Junho. Recordo-me do tempo em que alguns argumentavam que a introdução de portagens teria efeito catastrófico e não traria receitas tão grandes quanto isso. Enfim, note-se na notícia qual a auto-estrada onde as receitas mais cresceram: a Via do Infante (uma tendência que se mantém desde que foram introduzidas as portagens: 20,4 Milhões de Euros em 2012; 23,7 M € em 2013; e mais de 28,2 M € em 2014). Talvez por isso, Costa, entusiasmado, veio logo avisar que está a pensar acabar com as portagens na auto-estrada algarvia. Dado que a coisa está a configurar um verdadeiro caso de sucesso na poupança de dinheiro do contribuinte, nada melhor do que sugerir voltar a colocar este a pagar a conta. Mal por mal, os contribuintes são muitos e nem prestam particular atenção a este tipo de promessa, enquanto os algarvios que reivindicam o acesso a uma auto-estrada sem custos para o utilizador sempre podem valer mais uns votinhos importantes. Volta Cravinho que estás perdoado.

É preciso baixar a carga fiscal

Agora é conciliar as duas coisas: «O Serviço Nacional de Saúde vai ter mais custos e não vale a pena enganar as pessoas». Ainda vamos chegar à conclusão de que os nossos impostos estão baixos. Enfim, valha-nos o messias Costa: PS quer reduzir taxas moderadoras na próxima legislatura. Não metam quem pode a pagar mais pelo acesso aos cuidados de saúde que iremos pelo bom caminho.

Mr. Brown

foto do autor

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
-

ver dados