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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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«Há um desejo que Costa se demita»

Mas calma que Lains tem outra solução: que Passos se demita. Esta gente nem inventada. E depois, se for preciso, ainda vêm dizer que a dupla PSD/CDS é que não percebeu os resultados eleitorais. Igualmente brilhante é o argumento de que o PSD radicalizou quando é o PS que anda a negociar com a extrema-esquerda. É preciso encontrar forma de justificar o injustificável (nota: o PS na campanha usava uma pergunta para atacar a PàF que era aquela do «pode alguém ser quem não é?», curiosamente, a mesma pergunta é perfeita para ser feita aos novos "companheiros" do PS: o BE e o PCP).

Perante a frente vermelha

Até Manuela Ferreira Leite teria votado PàF e, por consequência, em Pedro Passos Coelho. É este o efeito que a frente vermelha provoca em algumas pessoas. Justificadamente, diga-se. «Há entre mim e Manuela Ferreira Leite uma identidade de pontos de vista muito significativa», dizia António Costa há menos de dois meses. Devia ouvi-la agora.

Não acredito nas sondagens

Seguro foi corrido do PS depois de ter concorrido às Europeias com o moderado Assis como cabeça de lista e o PS ter vencido o acto eleitoral (a moderação era mal vinda). Apesar da vitória, os jovens turcos não gostaram. Os opinadores também não gostavam. A oposição ao governo era fraca. Era preciso radicalizar para chegar à maioria absoluta. Vitórias por poucochinho é que não (agora até já ensaiam cenários onde a derrota do PS permite deixar Costa como PM ou, como dizia o outro, «o mundo mudou»). É por isso que não acredito nas sondagens, instrumento, aliás, agora desvalorizados por quem antes aplaudia efusivamente esta opinião: António Costa diz que sondagem demonstra urgência de nova liderança no PS (até 4 de Outubro já não dá para trocar a actual liderança, mas depois disso estejam á vontade). Mas porquê que não acredito nas sondagens? Porque malta como o deputado João Galamba e o opinador Adão e Silva só podiam ter razão na altura e, por arrasto, nestas eleições o PS vai ganhar folgado. Ou lembram-se de alguma vez esta gente ter falhado estrondosamente em alguma coisa que defenderam? Enfim, acabaram-se as vitória por poucochinho, ou vitória folgada... ou derrota humilhante.

O efeito das sondagens

Como inúmeros exemplos provam, inclusive em Portugal (basta lembrar os recentes casos das eleições europeias e as regionais na Madeira), as sondagens nem sempre coincidem com o resultado do acto eleitoral em si. Mas isso apenas prova que a arte de fazer sondagens não é uma ciência exacta. Vem isto a propósito da malta que volta e meia diz que as sondagens são manipuladas. Curiosamente, até aparecer uma sondagem que dava 5 pontos percentuais de vantagem à coligação, da Aximage, essa conversa não andava no ar. Mas com essa sondagem, até Pacheco Pereira virou um especialista no assunto. Era preciso desvalorizar, dai que com toda a seriedade de especialista que lhe assiste, malhou forte e feio no trabalho da Aximage. Agora que as sondagens da Católica e da Intercampus confirmam que a sondagem da Aximage não estava tão longe dos resultados que se andam a obter no terreno - que, repito, podem depois em nada coincidir com o resultado efectivo de dia 4 de Outubro -, aguardo ansiosamente para voltar a ouvir o especialista Pacheco. Entretanto, tentem lá saber junto do PS se os resultados das suas próprias sondagens internas, como o PSD já tinha feito saber em relação às suas, não estão em linha com os números apresentados pelos OCS por estes dias? Aposto que estão. Até porque o desânimo nas hostes socialistas é por demais evidente (não só desânimo, mas como a notícia também relata, Costa alinha o discurso perante o que as sondagens lhe vão indicando: ou seja, bem podem tentar desvalorizá-las, que nota-se que estão a levá-las demasiado a sério).

As contas de Marcelo

«Tem um custo?». Tem. «Mas tem de ser». Fez foi as contas e sabe que a falta de apoio ao partido tem um potencial de perda muito superior. Marcelo é o tipo fantástico que de manhã consegue passar por um social-democrata ferrenho; à tarde visita a festa do Avante; e à noite ensaia um discurso quase equidistante em relação a todos os partidos. Não me digam que isto não implica uma certa arte, pois não conheço nenhum outro personagem capaz de igual jogo de cintura.

Dos grandes analistas

«Parece não haver dúvida que ao Governo interessa que a venda ocorra depois das eleições». Pelo contrário, se o melhor lado deste governo de Passos Coelho voltar a manifestar-se - e há sinais nesse sentido -, o governo nada fará para travar a venda antes das eleições, antes pelo contrário. Existirão perdas? Sim, suportadas pelo fundo de resolução. Mas ou bem que se acredita na virtude do modelo de resolução escolhido - que atira as perdas para o sector bancário (entenda-se, igualmente: a coisa vai ser paga pelos clientes dos bancos) -, ou então o Governo estaria a dar razão aos que querem confundir perdas para o fundo de resolução com perdas para o contribuinte. Carlos Costa que venda o banco e deixe aparecer um novo player, plenamente capacitado, no mercado.

Ainda que desmascarado, vai continuar por ai (e, como ele, muitos outros)

Ele chegou onde chegou por causa das suas ligações políticas. A comunicação social dá-lhe o destaque que lhe dá pela mesmíssima razão. O que importa é entrar no círculo. A banalidade, o lero-lero, a repetição recorrente da mesma treta vezes e vezes sem conta, até acaba por ser bem-vinda. Coordenou um dos grupos de "reflexão" da Plataforma «Construir Ideias» com que Passos Coelho começou a preparar o assalto ao poder. Mas como gajo que se sabe mover nestas coisas, não deixa de recolher apoios "across the aisle", como dizem os norte-americanos. E o país nem tão cedo se vai livrar deste tipo de gente.

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