Sexta-feira, 17.10.14

Da pouca vergonha

São os números que indicam que o risco de pobreza das famílias com crianças dependentes se tem vindo a agravar. Felizmente, o Governo não foi em eleitoralismo para agradar ao lóbi das famílias numerosas e optou por aumentar o abono de família que beneficia a população com rendimentos mais baixos (que não ganhará nada com a alteração do coeficiente familiar no IRS). Ou então não foi nada disto e este Governo é uma vergonha.

publicado por Mr. Brown às 19:18 | link do post | comentar
Quarta-feira, 17.09.14

Modelo de sociedade e sistema económico

(imagem tirada daqui)

 

Quem põe em causa o novo «modelo de sociedade» defendido pelo Governo, «está a pôr o sistema económico em causa», explica agora Inês de Saint-Maurice Esteves de Medeiros Victorino de Almeida, economista artista que estava radicada em Paris, filha do maestro Victorino de Almeida, sendo que o pai ainda na última segunda-feira estava do lado dos "artistas" que foram ao Prós e Contras defender a proposta do Governo (vê-los ali como os únicos que davam o peito às balas pela proposta do tonto do secretário de Estado provoca ao mesmo tempo riso e tristeza: esta gente vende-se por pouco). Um debate que, segundo o ex-liberal e deputado social-democrata Carlos Abreu Amorim, foi ganho claramente pelos Prós. O único de toda a gente que sigo no twitter e que acompanhou o debate a considerar tal coisa, mas revelador do que se segue na Assembleia da República (declaração pessoal: tenho vergonha de um dia ter tido boa opinião de Carlos Abreu Amorim). O bloco central de interesses, muito alinhado, a revelar o que há de pior na sua natureza. O próprio CDS quer distanciar-se, mas bem sabemos que quando o CDS quer mesmo bloquear a aprovação de uma proposta na AR, não lhe têm faltado armas e o PSD acaba por ceder. Se neste caso não as utilizou/utiliza, é porque não dá particular relevância ao novo «modelo de sociedade» e, perante isso, da minha parte, dou-me por esclarecido. Dito isto, a título de curiosidade e porque era um dos artistas na plateia do Prós e Contras, lembrei-me de ir ver quantos seguidores tem no spotify o brilhante Carlos Alberto Moniz. Sabem quantos? 6. Seis. Gatos. Pingados. E, lembrei-me dele vá-se lá saber porquê, Fernando Tordo, quantos terá? 69. Sempre é dez vezes mais. Paulo de Carvalho, outro dos artistas presente no Prós e Contras? 227. Está a melhorar. Para fechar as contas dos artistas do Prós e Contras, Miguel Ângelo, quantos seguidores terá? 224. Ó diacho, autores com tão grande valor e o número de seguidores no Spotify não passam desta pobreza franciscana? Haverá alguma relação entre esta pobreza no número de seguidores no spotify e o seu alinhamento com a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)? Por outro lado, como é que será com outras figuras que não vi entre os mamistas do Prós e Contas? Por exemplo, Ana Moura? 9672. Anselmo Ralph? 16716. Os Moonspell? 11604. Até o Tony Carreira, no universo digital do Spotify, chega aos 3764 seguidores. Entre as elites culturais, há um desprezo pelo popularucho Tony, mas o meu desprezo vai todo dirigido para aquele grupo de "artistas" que praticamente ninguém tem interesse em ouvir de borla, quanto mais efectuar cópias de trabalhos adquiridos previamente, que foi dar a cara por uma proposta sem sentido deste Governo.

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Quarta-feira, 09.04.14

Gorduras do Estado: IPSS

A propósito deste texto de Nicolau Santos, com o qual não concordo na essência, diga-se contudo uma coisa: a maior parte das IPSS que conheço são geridas de forma totalmente amadora, com gente que replica para muito pior aquela que é a imagem colada a um certo funcionalismo público, actuando como verdadeiros sorvedouros de recursos públicos (sim, porque são fortemente subsidiadas), distribuindo empregos por gente em número muito maior do que aquele que, existindo gestão profissional que se dedicasse ao aumento da eficiência e da produtividade, seria necessário para cumprir tudo o que fazem actualmente. E, aproveitando a opacidade que envolve a relação do Estado com estas instituições, o sector lá vai sendo protegido pelos suspeitos do costume. Ministro Mota à cabeça. É o estado social que a nossa direita adora. Ao contribuinte, sai-lhe tão ou mais caro do que o outro.

publicado por Mr. Brown às 20:03 | link do post | comentar
Quinta-feira, 05.09.13

Fantasporto

Provavelmente, é o fim do Fantasporto. Um fim pré-anunciado. Pela ligação emocional que tenho com o festival, que me deu a conhecer alguns bons filmes, lamento sinceramente que assim seja. Mas o assunto não deixa de tornar a colocar na ordem do dia os subsídios ao cinema, a sua utilidade e a ligação de quem deles beneficia com o poder político.

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Quarta-feira, 17.07.13

A bolha

Espanha dá compensações para encerramento de renováveis.

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Domingo, 23.06.13

O que é nacional é mau

Não sei se hoje terá sido melhor - acredito que sim -, mas ontem, numa reunião de estrelas da música portuguesa, amplamente divulgada e publicitada, a que se designou chamar Portugal ao Vivo, com bilhetes a metade do preço daquele que é praticado na maioria dos principais festivais de verão com estrelas internacionais, compareceram míseros oito mil espectadores. Os leitores mais atentos deste blogue sabem que volta e meia gosto de recordar que a crise não passa pelos festivais de verão. Não faço-o para mostrar um país que não está em crise; faço-o para demonstrar o porquê de termos entrado em crise e não sairmos dela. Bem sei que há outros factores e a coisa não é tão simplista quanto aquilo a que a vou reduzir, mas permitam-me: enchemos os bolsos dos artistas internacionais e «cagamos» para os artistas nacionais. A coisa não seria grave, se fosse assim só na música - o que não é - ou outros lá fora valorizassem os nossos artistas da mesma forma que nós valorizamos os artistas vindos de fora - o que não acontece. Pelo que, assim, não vamos lá. E acrescento: os nossos queridos artistas habituaram-se a dar espectáculos para o povo patrocinados pelo contribuinte, nomeadamente através de festas municipais. Não se admirem, portanto, que quando o povo é chamado a demonstrar directamente do seu próprio bolso o quanto valoriza estes artistas nacionais, numa comparação com o que é a valorização feita dos artistas internacionais, diga-lhes tão frontalmente: vocês não valem nada. E tem razão: fosse diferente e não os teria visto (praticamente) de "borla" numa qualquer festa da aldeia.

publicado por Mr. Brown às 00:01 | link do post | comentar
Quarta-feira, 19.06.13

Pequenos nadas

O subsídio de férias vai ser pago no Natal? Está mal, é a paródia. O subsídio de Natal está a ser pago desde Janeiro? Que importa. O subsídio de férias ser pago logo em Junho beneficia a economia, pois é dinheiro que é gasto mais cedo, diz gente de todos os partidos de esquerda - e não só - por tudo quanto é lado. Curioso, PCP, BE, alguns deputados do PS e um mar de gente de esquerda não tinha igual visão em Janeiro deste ano quando mostraram-se contra o pagamento do subsídio de natal em duodécimos. Então, começar a pagar parte do subsídio de natal mais cedo também não dinamizava a economia? Ou, no fundo, o que importa é criar grandes casos políticos de pequenos nadas? Deve ser mais isto. É evidentemente isto.

 

Nota: E assim morre um caso que, tendo em conta todos os problemas que o país tem, nunca o deveria ter sido.

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Quarta-feira, 12.06.13

Última hora

Notícia com alguns dias (07.06.13): Maioria aprova diploma que adia para Novembro reposição total do subsídio de férias. Bem sei que a lei ainda não foi promulgada, mas no seguimento disto o ideal era darem ordem aos serviços para começarem a processar o pagamento do subsídio de férias aos funcionários públicos o quanto antes. Mais, no que se refere ao orçamento rectificativo (23.05.2013): o Governo adiou o pagamento dos subsídios de férias aos funcionários públicos e pensionistas para Novembro porque os serviços do Estado não tinham dinheiro para os pagar em Junho. É que apesar do Estado não ter problemas de financiamento este ano, antes do Rectificativo ser lei os serviços não têm autorização para fazer mais despesa do que a inicialmente prevista. Enfim, siga o circo mediático.

publicado por Mr. Brown às 00:16 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Domingo, 19.05.13

If it moves, tax it. If it keeps moving, regulate it. And if it stops moving, subsidize it.

«Em vez do Governo deixar que empresas viáveis vão à falência, eu proponho, por iniciativa dos empresários, que os créditos do Estado numa empresa sejam transformados em capital social. Estou a falar de empresas com saúde, que passam por momentos difíceis». Tudo, mas tudo, tão fantástico. Os bailouts à banca não nos bastam, temos de fazer bailouts a empresas que passam por momentos difíceis. Abaixo as privatizações, viva as nacionalizações. E como é que se averiguava a viabilidade das mesmas? Ah, mas isto está certamente tudo pensado, não faltariam critérios políticos para decidir que empresas ajudar. Quiçá, algumas da construção civil que muito precisam de ajuda. E esta ideia não custaria um cêntimo aos cofres do Estado? Claro que não, tal como o BPN durante muito tempo não nos custou um cêntimo, garantia de Teixeira dos Santos. Este é o regabofe que os nossos políticos adoram e os empresários aplaudem. Enfim, já se sabe como é que isto acaba. Baixar a TSU era uma vergonha, mas isto já é aceitável? Claro que é aceitável, é a cultura da mediocridade em todo o seu esplendor: não queremos ajudar as empresas fortes a serem mais fortes; queremos antes ajudar as empresas fracas a sobreviverem.

publicado por Mr. Brown às 19:27 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Sexta-feira, 08.03.13

Petróleo

Sonhos molhados: a UE paga o subsidio de desemprego e nós definimos o valor e duração do mesmo?

publicado por Mr. Brown às 19:11 | link do post | comentar
Sexta-feira, 26.10.12

Custo médio vs custo marginal

Isto pode ter o seu interesse, mas, outras considerações à parte, tem muito pouca utilidade no que diz respeito à resolução da questão que lhe deu origem. A verdadeira pergunta que interessava responder, assumindo que é a minimização dos custos para o Estado que preocupa cada um dos lados, é: um aluno cujo ensino no privado deixe de ser subsidiado pelo Estado e que, por esse motivo, opte por frequentar uma escola pública, quanto custará a mais ao erário público? Ou seja, o custo que importa apurar não é o custo médio, mas antes o custo marginal. E o custo marginal, suspeito, será em boa parte dos casos muito inferior ao custo médio por aluno.

publicado por Mr. Brown às 00:25 | link do post | comentar
Domingo, 23.09.12

Das cigarras e das formigas

E o Governo não se cansa de espezinhar as formigas com taxas e mais taxas, acabando, de forma contraproducente, por atirar algumas para a situação de cigarras e forçando outras a procurar lugares com menos cigarras onde compense ser formiga. Por este andar, serão cada vez menos as formigas e cada vez mais as cigarras. Não custa perceber onde é que isto irá parar.

publicado por Mr. Brown às 17:24 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Ir além do recuo na TSU?

Segundo as últimas notícias, a medida da TSU será substituida por um imposto especial que retire um subsídio a todos os trabalhadores (privado e público). Não acredito nisto, por um simples motivo: mesmo caindo a ideia da TSU, nada impede o Governo - bem, talvez o Tribunal Constitucional - de continuar a manter o mesmo diferencial de esforço que estava associado à medida anunciada por Passos. Esqueçamos por momentos outros cortes que serão necessários para reduzir o défice e pensemos exclusivamente numa medida que possa substituir a que foi declarada inconstitucional: basta introduzir uma sobretaxa no IRS igual à de 2011, que visa ir buscar meio salário a todos os trabalhadores, e manter um corte extra de subsídios a funcionários públicos e pensionistas. Ou seja, perda de 1,5 subsídios para uns, 0,5 para outros, por constraste com os 2 subsídios para uns e 0 para outros que vigorou este ano. Não faz sentido que ceda ao ponto de adoptar uma distribuição de 1 para 1. Esta última opção, corte a todos por igual para combater o défice, não representaria apenas o recuo na TSU - uma medida que, escapou a muita gente, tinha mais a promoção da competitividade como objectivo do que o combate ao défice -, mas o recuo total do Governo em tudo aquilo que mostrou acreditar até aqui.

publicado por Mr. Brown às 11:00 | link do post | comentar
Terça-feira, 28.08.12

Polémicas estéreis

Esta, que merece destaque em quase toda a imprensa nacional e muitos comentários críticos da turba enraivecida, com acusações de «cunha» à mistura. Sem discutir a justificação para a existência de apoios do Estado - ou a falta de senso em publicar anúncios com candidato escolhido à partida -, só quem desconhece totalmente os procedimentos de contratação da maior parte das empresas é que ignora que estas recorrem, na maioria dos casos, aos apoios financeiros do IEFP quando já têm um candidato escolhido previamente e que o IEFP, naturalmente, dá seguimento às pretensões da entidade empregadora (nota: em relação ao caso concreto que gerou a polémica, até não me admiraria que a candidata referenciada estivesse a ocupar exactamente a mesma vaga na mesma empresa ao abrigo de outro programa do IEFP, o dos Estágios Profissionais). É assim há muito tempo e dificilmente poderia ser de outra maneira, a não ser que se julgue que o Estado deva forçar as empresas privadas a aceitarem os candidatos que os técnicos do IEFP bem entenderem enviar. De resto, basta dar uma vista de olhos por boa parte dos anúncios de oferta de emprego disponíveis na internet para encontrar como requisito para aceitação da candidatura que o candidato reúna as condições para usufruir dos apoios do IEFP. Maior clareza sobre a forma de funcionamento do sistema não podia existir. Resta o aviso para quem está à procura de trabalho: não vale a pena esperar que o IEFP arranje um emprego caído do céu, é preciso ser pró-activo e ir directamente às empresas. Mas se nesta altura do campeonato há quem ainda não tenha percebido isto...

publicado por Mr. Brown às 19:25 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Segunda-feira, 23.07.12

O país passava bem sem ele

«Foi para isto que me pediram tantos sacrifícios? Foi para isto que deixei de ter menos dois salários como trabalhador na Função Pública? Foi para isto que me retiraram metade do subsídio de Natal o ano passado? Eu perguntei isto ao primeiro-ministro e o primeiro-ministro não respondeu e nós sabemos porquê: porque o primeiro-ministro não tem resposta para o falhanço da execução orçamental que está em curso no nosso país».

publicado por Mr. Brown às 19:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Domingo, 08.07.12

Da desinformação

O défice deste ano vai ficar aquém do objectivo acordado com a troika, mas contrariamente à desinformação que corre nuns certos meios, vai certamente baixar em relação ao défice real de 2011. E vai ser assim, em boa parte, porque este ano existem cortes nos subsídios de natal e de férias dos funcionários públicos e pensionistas. Cortes esses que ainda não estão, naturalmente, reflectidos nos números orçamentais dos primeiros meses do ano. Pensar que para 2013 esta medida podia deixar de vigorar e não ser substituida por outra de valor semelhante, como vejo alguns sugeriram, só na cabecinha dos tolinhos que ajudaram a nos atirar para o fundo do poço. Ainda não perceberam que o défice não se corta sem dor? Muita dor? E essa dor só pode passar ou por mais impostos ou por corte significativo nos serviços que o Estado presta aos cidadãos. Agora escolham. Mas escolham mesmo. O resto é treta.

publicado por Mr. Brown às 12:05 | link do post | comentar | ver comentários (15)
Quinta-feira, 05.07.12

De joelhos

TC permite corte nos subsídios de férias e de Natal. Mas em 2013 têm de regressar. Ou como este país é uma palhaçada e Relvas, bem vistas as coisas, é um tipo extremamente habilitado para fazer parte de um Governo nacional. Por mim, o executivo devia demitir-se de imediato por incapacidade de cumprir a política que é a sua. Mas, não existindo demissão, que nem se atrevam a pensar em ir aos salários do sector privado. E os muitos que à direita nunca perceberam o porquê da revisão constitucional ser uma necessidade imediata, aqui têm a prova que faltava. Quanto ao défice? Ó Frasquilho, mais dois anos para cumprir os objectivos? Por este andar, nem isso é suficiente. Muito sinceramente, podem já começar a pedir mais dinheiro à Alemanha. E de joelhos.

 

Nota: ouvi Passos e já percebi tudo, seguem-se mais impostos sobre o sector privado para alimentar o monstro estatal. Mais valia demitirem-se.

publicado por Mr. Brown às 20:37 | link do post | comentar | ver comentários (3)
Quarta-feira, 16.05.12

Ahahahahah

«Em primeiro lugar, porque o cinema português nunca recebeu dinheiro do orçamento de Estado, apenas de uma taxa de 4% sobre a publicidade, portanto se existe sector em Portugal que não beneficia de subsídios e apoios estatais esse sector é exatamente o do Cinema». Quem é que será que criou a tal taxa, interrogo-me. Perante este nível argumentativo, é melhor rir para não chorar. Mas as coisas são o que são: quem não chora, não mama. Sr. Estado, eu não quero depender do OE, nem quero apoios, nem quero subsídios, mas bem que podias criar uma taxa que revertesse integralmente para financiar um qualquer trabalho que eu pretenda realizar. É que a vida está difícil. Agradecido.

publicado por Mr. Brown às 12:31 | link do post | comentar | ver comentários (2)

And so it begins...

1. Governo corta apoios cogeração e poupa 162 milhões por ano

2. Endesa fecha central do Pêgo contra cortes às garantias de potência

publicado por Mr. Brown às 12:11 | link do post | comentar
Quinta-feira, 10.05.12

A pirataria a matar o cinema

Os Vingadores, com pouco mais de duas semanas em exibição por cinemas de todo o mundo, já leva mais de 384 milhões de dólares de receita bruta acumulada. Os Jogos da Fome, que leva mais tempo em exibição, fica-se por uns míseros 372 milhões de dólares. Em Agosto chega O Cavaleiro das Trevas Renasce que não deverá ter dificuldades em aproximar-se ou mesmo superar estes números. Amigos Improváveis, filme francês que tem feito sucesso nas salas portuguesas, já ultrapassou os 330 milhões de dólares de receita bruta, pulverizando o anterior recorde de bilheteira para filme falado em língua que não o inglês mais bem sucedido de sempre. As notícias sobre a morte do cinema por culpa da pirataria são manifestamente exageradas. Entretanto, em Portugal, os realizadores entretêm-se a pedinchar por subsídios em tempo de vacas magras. Mais do que lamentar pelos filmes desta boa gente não serem subsidiados, tenho pena que não sejam mais pirateados. Devia ser uma ambição dos próprios.

publicado por Mr. Brown às 14:19 | link do post | comentar

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