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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Choque tecnológico

O automóvel utilizado até aqui era já em segunda mão quando foi comprado em 1998 (um BMW 750 iLA), estava "tecnologicamente desactualizado" e apresentava uma factura muito alta em manutenção. (fonte)

 

141 mil euros para acrescentar ao défice externo. E a manutenção deste governo em funções é que representa uma factura muito alta para o país.

Leituras Nocturnas (I)

 

O Jogo Final e A voz dos mortos

São dois livros distintos, mas podiam ser apenas um e devem ser lidos enquanto tal. Não necessariamente porque têm como protagonista o mesmo personagem, até porque o autor Orson Scott Card não se ficou por dois livros na sua tentativa de criar uma história num futuro distante onde o Homem vê-se confrontado com um planeta Terra sobrelotado e contacta com espécies alienígenas, mas porque os livros diferem na abordagem que os humanos têm para com a espécie extra-terrestre e nesse sentido completam-se. No primeiro, o medo do desconhecido produz uma reacção violenta, e a opção pela guerra torna-se a única alternativa aceitável. Um rapazinho sobredotado de nome Ender - daí que o título original do livro, Ender's Game, permita mais do que uma interpretação quanto ao significado -, é apresentado como a última salvação dos humanos para ganharem a guerra. Será ele líder suficiente para guiar os humanos à vitória total? Para os seus instrutores, paradoxalmente, o sucesso passa necessariamente pela sua desumanização. Já no segundo livro, numa época em que os humanos livraram-se da sobrepopulação com a colonização de outros planetas, é estabelecido novo contacto com outra espécie extra-terrestre. O medo do desconhecido e o recurso à violência voltam a pairar no ar, mas um Ender mais velho, auto-consciente do erro que haviam cometido com ele anos antes, vê no novo contacto a hipótese de redenção. Conseguirão as espécies entender-se? Existirá base para uma cooperação entre humanos e outra espécie aparentemente tão diferente? Ender convence-se que sim e tentará demonstrar isso mesmo.

 

O Jogo Final é assim uma análise à violência e à destruição, enquanto A Voz dos Mortos apela à construção de uma base comum de entendimento. Da sensação desconfortável com que ficamos no final do primeiro livro, passamos para a esperança deixada no final do segundo. E se nos livros os acontecimentos derivam da interacção entre humanos e não humanos num futuro distante, facilmente estabelecemos o paralelismo com eventos da história do mundo actual e acontecimentos resultantes da interacção entre humanos de culturas distintas. Dois livros que têm de constar da biblioteca de qualquer amante de ficção científica.

O país real (I)

Um homem senta-se no banco de um jardim. Um jardim igual a tantos outros, mas que tem a particularidade de distar poucos metros do local onde este que vos escreve tem o seu apartamento. Dia após dia, o homem vai aparecendo e sentando-se no mesmo banco. Senta-se e baixa a cabeça, como que simbolizando que desistiu, que não quer continuar a enfrentar o mundo. Aparece sempre por volta da hora do almoço. Traz algo consigo. Para comer? Não. Vinho de pacote do mais barato que existe no supermercado. Bebe para esquecer. E o corpo indica que pouco come para viver. Uma carcaça ambulante que pouco mais é do que carne e osso despido de vida. Uma mulher idosa aproxima-se do homem. Mora no apartamento contínuo ao meu e é conhecida por uma perturbação mental que a obriga a uma vida de quase reclusão e ao recurso constante a medicação. Traz consigo uma tigela de sopa. Entrega-a ao homem. Este chora, agarra a mão da idosa e beija-a. A mulher regressa a casa com lágrimas nos olhos. O homem absorve a sopa com a intensidade de quem não come há muitos dias. Talvez o que mais impressione é que tenha sido a 'louca' a primeira a ir entregar uma tigela ao homem, os não loucos ficaram a ver.

Contas

Merkel obrigou Sócrates a pôr submarino nas contas

 

A relevância desta notícia não está no título, mas noutros dois pormenores, a saber, 1) o governo português preferia a opção de contabilizar o submarino o mais tarde possível, na lógica de varrer para debaixo do tapete é que é bom; 2) só um dos submarinos é que entra nas contas de 2010. Este último ponto é relevante porque o engenheiro relativo queixa-se que o recurso ao fundo da PT, de 2,6 mil milhões de euros, serve para compensar os submarinos. Infelizmente, não são "os" porque é apenas um, de 500 milhões de euros. Para onde vão os outros 2,1 mil milhões de euros? Está bom de ver que a desculpa com os submarinos é mais outra falsidade. Mas lá para 2011, como sobra um submarino, ainda o engenheiro relativo voltará à carga. É que a existir recurso ao fundo de pensões da banca privada, e existem fortes suspeitas que tal venha a acontecer, será necessário voltar a encontrar uma explicação estapafúrdia para tal.

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