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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Desatar o nó

"A minha análise económica mostra que é discutível que o euro seja um grande sucesso. O Banco Central Europeu é responsável pelos doze Estados e é praticamente impossível satisfazer todos", vaticinava Milton Friedman aquando da entrada em circulação da moeda única europeia. Demorou tempo, mas o insucesso do euro está ai para quem não quiser fechar os olhos à evidência. O ministro das finanças eslovaco é directo e certeiro: Portugal e Grécia estariam melhor "no longo prazo" se não partilhassem o euro. Por outro lado, a actual situação instável do euro provoca danos políticos na tenebrosa pátria alemã: 49 por cento dos inquiridos desejam o regresso do marco alemão, contra 41 por cento que recusam essa ideia.

Um certo grupo de jornalistas e políticos

Fazia bem em ler Irene Pimentel e reconhecer-lhe a razão: Não ao aproveitamento político dos arquivos da PIDE/DGS. E se em relação a Cavaco Silva a história da Sábado provocou-me urticária, a história em torno de Manuel Alegre, que parte de comunicação pessoal interceptada pela PIDE, deixa-me enjoado. Uma campanha rasteira e suja.

Falta de óculos

Sócrates vê "animadores sinais de recuperação". Um primeiro-ministro que necessita, urgentemente, de óculos para ver melhor. E esta falta de visão, crónica no senhor primeiro-ministro, será a responsável pelo sujeito não ler os inúmeros relatórios, produzidos por entidades nacionais e internacionais, que vão sendo elaborados sobre a situação portuguesa e o que nos espera em 2011. Com um primeiro-ministro tão míope, não é de admirar que sejam cada vez menos os portugueses a ver qualquer luz ao fundo do túnel.

Debates presidenciais (8)

O último debate presidencial, entre Cavaco Silva e um gajo qualquer de Viana do Castelo, foi visto por míseros 604 mil espectadores. Um registo ao nível do conteúdo do debate. Consta que irão realizar-se mais três debates, mas considerando a participação do gajo qualquer que não interessa a ninguém nos dois debates que se seguem, só conto assistir ao último debate, entre Cavaco e Alegre. Depois é deixar a campanha arrastar-se penosamente até dia 23 de Janeiro, onde Cavaco triunfará, e dessa data para a frente apagar da memória uma das campanhas mais medíocres que a democracia portuguesa alguma vez assistiu.

Debates presidenciais (7)

Este levou o debate para a lama. A lama é para javardos, pelo que quem a ela se atira não fica numa posição muito digna. O figurão na foto parece que é deputado, do Partido Socialista, fica registado. É que até nos Estados Unidos, onde há uma cultura de lama na política, há limites que ninguém ultrapassa, muito menos em plena televisão nacional e por voz própria. Este passou todos os limites, chegando mesmo a afirmar, como se de um facto se tratasse, que Cavaco Silva pactuou com negócios ilícitos. Que há um ódio de estimação de uma minoria em relação a Cavaco não existem dúvidas, que esse ódio levaria ao elogio da chafurdice na lama e à pulhice, era coisa que não imaginava. Estava enganado, constatei-o durante o debate, em tempo real, no twitter. Não mais voltarei ao tema, há cenas que mais não merecem do que repulsa.

a cabra da memória, a puta da história e a merda dos números

 

Observa-se o quadro e depois, pasme-se, temos de levar com coisas deste nível: a insensibilidade social e o novo riquismo foram aliás duas marcas da governação cavaquista, um escrito da senhora f.

Uma das cenas mais deprimentes de uma certa esquerda portuguesa é a incapacidade de reconhecerem que Cavaco, para o bem e para o mal, fez muito daquilo que eles gostariam que tivesse sido feito por um governo socialista (o governo socialista que se seguiu quis repetir a dose de Cavaco, não percebendo que tal não era repetível, nem sustentável). Essa é uma das marcas cavaquistas que tanto irrita os socialistas, Cavaco bateu-lhes no que eles julgavam ser o seu jogo. Teve as circunstâncias da época a seu favor? Teve, mas isso não invalida que fez muito do que a esquerda gostaria de ter sido ela a fazer.

E claro que o assunto também não é propriamente cómodo para a direita, ou como Pedro Pestana Bastos nota, esta aparente fragilidade é o segredo do sucesso de Cavaco. Consegue reunir os votos da direita e do centro sem ser considerado um político de direita.

Debates presidenciais (6)

 

No primeiro debate realizado na TVI, entre Cavaco Silva e Francisco Lopes, a estação líder de audiências deu inicio ao debate bem no meio do Jornal da Noite, às 20:30, mesmo assim a audiência não passou dos 815 mil espectadores. Entretanto, as sondagens continuam a favorecer largamente Cavaco e o candidato sorri. Acho, contudo, que nem para o candidato destacado existem muitos motivos para sorrir. Este desinteresse pelas eleições presidenciais, ainda que facilmente compreensível, não augura nada de bom. Cavaco Silva, com um primeiro mandato banal e para esquecer, irá ganhar pela inépcia, pela desistência, pela falta de comparência. Neste último caso, falta de comparência de adversários à altura e, suspeito, dos eleitores. Mas se a abstenção ganhar largamente no dia 23 de Janeiro de 2011, todos os candidatos perdem, até o suposto vencedor. Era bom que quem agora vai à frente isolado não esquecesse esse pequeno pormenor: a democracia é feita da participação e do envolvimento das pessoas, não do seu alheamento.

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