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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Da banalização que produz indiferença

"Posso perceber que era para ter o doutor Armando Vara e o que isso significa no conselho do BCP". O CEO do BPI a implicar o poder político na não realização da fusão entre o BPI e o BCP. Mas já ninguém fica escandalizado. Um dia, quem sabe, talvez venhamos a saber toda a história do caso BCP. Incluindo tudo o que diz respeito à importância do senhor comendador no processo de tomada do poder.

Temporal no PS

“Se seguirem pelo caminho de votar a favor eu demito-me”

Contudo, é preciso ser solidário para com a bancada socialista: foram eleitos, há pouco mais de um ano, com base num programa eleitoral que não está minimamente a ser cumprido. Isto só vai ao lugar com novas eleições que permitam aos socialistas apresentar um novo projecto para os tempos que correm. É necessária uma clarificação política para evitar a paralisia política.

 

Adenda: Assis levou a melhor contra a frente jugular, ainda bem, mas se no diploma em causa votam contra o PCP, não deixou de existir uma aproximação socialista às práticas comunistas, nomeadamente o voto por braço no ar.

Keynesianismo e Neoliberalismo

Diz o João Campos nos comentários a este post: Se de um lado atiram com o keynesianismo, do outro lado atiram com o "neoliberalismo". Ambos os termos são a versão moderna dos clássicos "fascista" e "comunista" e, em termos de debate, significam precisamente o mesmo: nada.

Não concordo com o João, isto porque os keynesianos são os primeiros a afirmarem-se como tal, enquanto no que se refere ao neoliberalismo não há ninguém que diga defender uma prática económica que possa ser contida nesse conceito - não o poderiam dizer, pois o conceito mete num mesmo saco todo um conjunto de posições diferenciadas (é tipo: discordas de mim, a tua posição está à direita da minha, és neoliberal). Mas com o keynesianismo há um problema muito comum nos dias que correm: quase todos os que são de esquerda dizem-se agora keynesianos porque está na moda. Paul Krugman, mestre guru citado abundantemente excepto no que não convém, é exemplo máximo do que é um representante do keynesianismo moderno (por oposição ao keynesianismo primitivo, digamos). Eu não concordo com tudo o que Krugman escreve, mas economicamente falando o homem é muito, mesmo muito, bom. Contudo, Krugman é o tipo que já referiu que Portugal e Espanha, estando no euro, têm um problema de competitividade que teria como única solução um ajustamento salarial entre 20 a 30%. Krugman é o tipo que defende que os que tem capacidade para isso, como os alemães, não os portugueses, devem estimular a procura interna. Se percebermos Krugman, percebemos que há nuances com implicações significativas entre o seu pensamento económico e aquilo que os cainesianos tugas defendem.

Resumindo: há quem tente meter no saco do neoliberalismo quem nele não deve ser metido. Há quem se tente meter no saco do keynesianismo quando dele não devia fazer parte. É toda uma diferença. O objectivo do primeiro caso é retirar credibilidade ao visado, o objectivo do segundo caso é aumentar a credibilidade das políticas defendidas pelo sujeito em causa.

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