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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Notas soltas

1. A levar em conta: A presidente do partido francês de ultradireita Frente Nacional (FN), Marine Le Pen, lidera as preferências dos franceses para o cargo de Presidente da República, à frente de Nicolas Sarkozy, segundo uma sondagem hoje divulgada. O que tranquiliza, pelo menos para já, é que numa segunda volta, tal como sucedeu com o pai, seria derrotada. Mas leiam-se os sinais.

2. Sócrates foi à Guarda visitar as casas por si projectadas obras de um hospital e acabou vaiado. O facto deve ter desgostado muito o actual PM dado que o homem «faz tudo para ser popular».

3. Boa: na direcção do partido defende-se mesmo que o PSD só deve admitir viabilizar um eventual PEC-4 caso o Governo assuma as suas responsabilidades e se demita, obrigando à realização de eleições antecipadas. Afinal, só estariam a pedir que se seguisse o exemplo irlandês. Mas outra questão impõe-se: entretanto, conseguirão arranjar forma de mostrar que têm um projecto alternativo para o país?

Truques contabilísticos

 

1. Prova de que este Governo está por tudo: para se salvar no imediato está disposto a perder a bandeira de que tinha conseguido, em 2008 com 2,8% de défice, consolidar as contas públicas. Mas quem é que reparará nisso, não é?

2. Se o Eurostat aceita uma destas é sinal de que a contabilidade criativa dos gregos está mais do que perdoada. E os irlandeses, como é que não se lembraram de uma destas? Mas já não digo nada.

3. Se o buraco do BPN não for contabilizado em 2008, como espero que não possa ser, sabem como é que os governos tapam despesas extraordinárias, não sabem? Receitas extraordinárias. Depois do fundo de pensões da PT segue-se o...

Notas soltas

1. A Parpública - a quem o Estado central anda a vender imóveis para baixar o défice artificialmente -, a CP, a REFER e a Metro de Lisboa - que recentemente foram alvo de greves por parte dos seus trabalhadores - desceram no rating da S&P's para «lixo». Isto não vai ser nada bonito.

2. Esta não precisa de comentários extra: Os juros da dívida portuguesa a cinco anos atingiram esta tarde valores acima de 7,4%. O spread em relação aos juros dos Bunds alemães está acima do nível crítico de 4,5 pontos percentuais.

3. Ludibriar, aldrabar, varrer para debaixo do tapete e manter esta merda no mesmo plano inclinado, é essa a proposta do BE: Bloco propõe exclusão dos juros da dívida do cálculo do défice. Como se não incluir os juros no cálculo do défice fosse o mesmo que não termos de os pagar. Os mercados que financiam os investimentos públicos que o BE defende iam ficar extremamente empolgados e passariam a emprestar alegremente dinheiro à nação. Antes escondamos o valor do défice com a venda de imóveis à Parpública. Com a esquerda no poder e a extrema-esquerda a mandar bitaites não vamos lá de forma alguma.

Presidentes, apuros e regime

1. O país onde há vida para além do orçamento "está em apuros", explica-nos o ex-Presidente da República que nos últimos meses tem passado o tempo a justificar a sua frase sobre a vida que existe para além das contas públicas. E estará o país em apuros? Obviamente, mas quantos desses apuros são culpa de Sampaio que ocupou o cargo mais alto da nação exactamente durante o período em que apontamos a fundo rumo aos apuros? É isso. Sampaio é também o homem que agora diminui a importância de novas eleições e pede entendimentos político-partidários, o mesmo homem que forçou a queda de um governo com maioria absoluta na Assembleia da República e entregou o poder de bandeja a José Sócrates, este mesmo sujeitinho que agora nos desgoverna com uma maioria relativa e que, por motivos óbvios, nunca será parceiro aceitável para qualquer um dos outros líderes partidários, inviabilizando todo e qualquer entendimento partidário alargado.

2. "Uma simples troca de Governo é insuficiente". Rui Rio terá, muito provavelmente, razão. Infelizmente, não noto nos partidos que nos desgovernam grande vontade para mudar o regime. Mas se os partidos estão satisfeitos com o actual regime, arriscam-se a ser surpreendidos pelo povo mais cedo do que julgam. A podridão não resistirá eternamente sem que exista, pelo menos, a ilusão da mudança.

3. Esta sondagem o que demonstra é que, fruto da moção de censura anunciada, parte do eleitorado terá fugido do BE para o PS. PSD+CDS  juntos subiram 0,3% e PS+CDU+BE desceram 1,1%. Um título alternativo para a notícia seria: a direita está mais próxima da maioria absoluta.

4. E o actual Presidente da República, Cavaco Silva, vai fazer como Sampaio e assistir impávido e serenamente a tudo isto? E não basta, isso também Sampaio soube fazer, provocar a queda do actual executivo.

Ainda sou do tempo

Em que para o PS toda a medida que visasse a redução de custos era tida como economicista e todo o economicismo era visto como diabólico. É esse peso na consciência que faz com que este Governo socialista apresente tanta dificuldade em assumir que parte das medidas actualmente implementadas valoriza essencialmente o aspecto económico, a redução de custos?

Uma forma de fazer política (2)

Afinal, a reorganização curricular tem como objectivo central a redução de custos e em pouco ou nada está relacionada com a melhoria da qualidade do ensino. Isto contraria o discurso do Governo até agora, mas quem é que está a reparar nisso, não é?

Acabemos com a ilusão: temos de poupar dinheiro. Mas assumam-no abertamente e não só quando vos dá jeito, ok?

 

Ler: uma forma de fazer política

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