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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Fernando Nobre

Teresa Caeiro, a participante loira neste espectáculo deplorável que contou também com a presença do senhor Alfredo, é vice-presidente da Assembleia da República. Do mal o menos, sempre é melhor do que voltar a tê-la como Secretária de Estado das Artes e dos Espectáculos. Mas é uma pena que os mesmos deputados que não elegeram Nobre, no caso desta senhora não tenham tido igual discernimento.

Crise imobiliária

Em Setembro, dezenas de técnicos da troika vão entrar nos bancos com uma tarefa que já fizeram na Irlanda: "varrer" os créditos e verificar se os activos que estão dados como garantia são suficientes. Na Irlanda, foram esses critérios "fundamentalistas" que levaram às nacionalizações. Exemplo: um crédito à habitação de 200 mil euros tem como garantia o imóvel avaliado em 250 mil euros. A troika aplica uma nova métrica e diz que o imóvel vale apenas 170 mil euros. Então, ou o cliente reforça as garantias ("dá" mais património), ou o banco tem de "cobrir" a diferença com provisões. Multiplique este exemplo por milhares de créditos, empresas de imobiliário e construção, PME aflitas: dá uma imparidade enorme. Um buraco. E portanto pede-se intervenção do Estado. Ou como escrevia Paulo Soares Pinho há uma semana atrás: a crise imobiliária continua oficialmente ausente de Portugal, excepto para quem construiu (mas estranhamente parece que não para quem financiou) ou quer vender. Esperam-se, ansiosamente, as cenas dos próximos capítulos: o "funding plan" e as "site inspections" exigidas pela troika.

Privilegiados

O cruzamento do salário médio na função pública, que ronda os 1500 euros, com o universo total dos funcionários levou o STE a estimar que os trabalhadores da Administração Pública vão contribuir com 212 milhões dos 630 milhões de euros que serão pagos pelos contribuintes incluídos na categoria A, ou seja, os que têm rendimentos de trabalho dependente. Acredito que sim, o que só demonstra como, apesar de tudo, ainda são uns privilegiados.

Tecto da dívida

Ministro diz que recuperação económica em 2010 foi "artificial". Claro, porque era sustentada num défice das contas do Estado que não podíamos prolongar durante muito tempo. Da mesma forma que enquanto o cartão de crédito tem plafond nada impede um recém-desempregado de manter o nível de vida que levava quando tinha trabalho, iludindo os que o rodeiam, os políticos de vistas curtas que nos desgovernaram quiseram manter as aparências. Até o dia... em que o plafond esgotou-se mesmo.

O aparelho

 

Não deixa de ter graça ler alguns dos mais socráticos entre os socráticos, que foram apoiantes de Assis, a lamentarem que Seguro tenha ganho por ser o homem do aparelho. Esqueceram a forma como o querido líder chegou ao poder? É que eu recordo-me, entre muitas outras coisas, das críticas de Manuel Alegre, candidato derrotado nas eleições internas em 2004, às “lógicas aparelhísticas” do PS.

Homem do aparelho

António José Seguro foi eleito pela primeira vez para a Assembleia da República com 23 anos, em 1985. Anos depois obteve uma licenciatura em Relações Internacionais, através da 'prestigiante' Universidade Autónoma de Lisboa. Foi líder da juventude socialista durante a primeira metade da década de 90, onde terá aproveitado para fazer muitas amizades. Com Guterres no poder chegou mesmo a Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro (XIV Governo Constitucional). Talvez por isso, diz-se que terá em Guterres a sua principal referência, o que só nos pode preocupar a todos, tendo em consideração a desgraça em que o guterrismo deixou o país. Digam-me, por amor de Deus, os partidos políticos não têm gente com melhor curriculum para apresentar ao país? Ou é lixo que merecemos e do lixo não passamos?

Promiscuidade

O vice-presidente do Banco de Portugal [regulador] vai assumir a presidência da CGD [regulado]. Não passa nada. Neste país, até Manuel Sebastião, actual presidente da Autoridade da Concorrência, poderia passar directamente para a presidência da Galp que ninguém escandalizar-se-ia com tal coisa.

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