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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Malandros

Experimentei ir a um banco nacional simular um crédito pessoal de 50 mil euros a pagar num período de 10 anos. Sem levar em consideração que um euro hoje não é igual a um euro amanhã, descobri que mesmo com a bonificação máxima que o banco está disposto a oferecer, o valor que teria de pagar em juros ao longo dos próximos dez anos seria superior a metade do capital que estaria a pedir emprestado (rondaria os 30 mil euros). Vem esta história a propósito disto. «Usura», reclama o bloquista. Ó senhores, só há uma solução para isso: é deixar de viver à custa de empréstimos (políticas que promovam maior dívida não servem). Contudo, perguntarão: mas porque raio falamos do dinheiro da troika como uma ajuda? Ora bem, se eu precisasse do empréstimo do banco para cumprir compromissos imediatos e um amigo meu me emprestasse o mesmo dinheiro cobrando em juros, para igual período, metade do que o banco me propôs, não me estaria a ajudar? No meu entender, estaria. História diferente é se esse empréstimo, ainda que a juros mais baixos, seria suficiente para eu refazer a minha vida de forma a cumprir todos os compromissos actuais e futuros. Segundo a Fitch e a Moody's, no caso do Estado português, não será.

3 efes

Para alegrar a malta em tempo de crise, no Futebol a selecção vai ao europeu e os clubes nacionais brilham na Europa; o Fado é candidato a património da humanidade da Unesco e está na moda; só falta arranjar nova visita do Papa a Fátima para o trio ficar completo. Há quem se irrite muito com isto, mas, enfim, só há uma forma de alterar este estado de coisas, é mudar de povo.

Tirania da minoria

Este Governo resulta de eleições livres que ocorreram há seis meses. Apesar disso, há quem gostasse de fazer a este o que fizeram ao de Santana Lopes. São os grandes democratas que só gostam da democracia quando gera governos de esquerda. Governar à direita carece sempre de legitimidade. O povo, como se sabe, está maioritariamente ao lado da esquerda. Ainda que as eleições digam o contrário; ainda que as sondagens continuem a dizer o contrário. A «maioria social» é de esquerda. É a tirania da minoria em período de maioria de direita. À direita não deve ser permitida a possibilidade de definição de um novo rumo. E se fossem dar banho ao cão?

Peço desculpa

Mas se contra isto também me indignei, não me indigno nem um bocadinho em relação a isto. Não quero um Governo só de lisboetas, ainda que tal opção tenha um custo. Aliás, não tarda estarão a dizer que os governantes têm de trabalhar de borla. Em relação a isso, que no mínimo roça a demagogia, sou peremptório: não, não e não.

Pormenores

1. Ontem, no jornal da tarde da SIC, anunciaram a abrir uma reportagem que a oposição e a esquerda tinham sido muito críticas do projecto de recapitalização da banca. Visionada a reportagem na totalidade, percebia-se que só o BE e o PCP o tinham sido. Quer-me parecer que o PS é de esquerda e é oposição ou estarei enganado?

2. Hoje, na mesma SIC, a propósito de uma reportagem dedicada à vida política madeirense, no espaço que serve para dar a posição das diferentes oposições reginonais sobre a matéria em causa, começaram por mostrar a posição de um representante do PS, seguida pela posição do representante do CDS/PP. Esta ordenação não costuma ser por acaso, pelo que convém lembrar que o maior partido da oposição na Madeira é o CDS/PP.

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