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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Vale tudo?

Leiam o Henrique Raposo. Assim feito, permitam-me: no debate em causa não é a protecção da propriedade intelectual em si que está em causa. É a forma como, para o caso específico, se propõem a o fazer. E é ai que a porca torce o rabo: não pode (deve) valer tudo. E quer o que o Jacinto Bettencourt (de uma forma mais rebuscada, não fosse especialista no que se refere a direitos de propriedade intelectual), quer o que Rodrigo Moita de Deus (com recurso à graçola que lhe é caracteristica) defendem, não só é injusto como, na minha modesta e humilde opinião, estúpido. Mas tem uma vantagem óbvia: é dinheiro em caixa garantido. A questão é: podem garantir que estão a ir buscar esse dinheiro onde e a quem devem? Não. Claramente, não. E desafio qualquer um a demonstrar que estou errado.

 

Nota: argumentos tipo, país x, y e z já aplicam tal taxa ou já existe uma lei semelhante em vigor no nosso país, lamento informá-los, não me convencem e vão direitinhos para o baú das falácias.

Deus nos acuda

Não há nada como a sátira, mesmo que involuntária e sem grande brilhantismo, para tornar evidente o rídiculo de certas ideias. Rodrigo Moita de Deus, no 31 da Armada, esforça-se por demonstrar isso mesmo. Ainda a propósito do projecto de lei 118/XII, a ex-ministra Canavilhas acredita, ou quer-nos pôr a acreditar, que «não são os cidadãos portugueses que devem pagar esta taxa. Esta não se devia notar no preço final do produto». Como é que alguém garante que o fabricante não irá repercutir a nova taxa sobre o seu cliente? Não garante e é mais do que provável que tal viesse a suceder. Mas reparem noutro pormenor delicioso, fosse mesmo essa a ideia, a de pôr os fabricantes a suportar a taxa e não o consumidor final - ideia absurda, mas ainda assim levemos a mesma em consideração -, permitam-me questionar: afinal, a que se destina esta lei? É que não consta que sejam os fabricantes quem irá realizar as cópias pelas quais o legislador diz ter intenção de compensar os autores. É preciso arranjar dinheiro para os autores nem que seja à força, é isso? Então, sejam descarados e usem os muitos impostos que já nos cobram actualmente, procedendo à sua redistribuição como muito bem entenderem, e não nos lixem mais a vida, ok?

Sinais

Esta é fácil: lá para fora é essencial vender a ideia de que estamos a ir além da troika. Marketing puro. Na realidade, parece-me que João Proença andará mais próximo da verdade. António Saraiva explica, em boa parte, porquê. Agora, não percebo do que Saraiva queria ser compensado, uma vez que também ele se opôs à desvalorização fiscal, tal como prevista no memorando. Mais: do que me foi dado a perceber, até pelos rostos dos parceiros sociais, pareceu-me que as confederações patronais estavam muito contentes com o acordo alcançado, ou terei lido mal os sinais?

Democracia

Só 56% dos portugueses acreditam que o melhor sistema é a democracia. Tendo em conta que no último estudo, de 2009, 51% dos inquiridos mostrou-se pouco ou nada satisfeito com a democracia e 49% considerou que a principal característica de tal sistema político devia ser «uma economia que assegure um rendimento digno para todos», não me admiro com este resultado em 2011. Nada que não fosse previsível: «A economia vai derrotar esta democracia».

Galinhas

O líder parlamentar da bancada do PS, Carlos Zorrinho, lamentou não poder felicitar o Governo pelo acordo de concertação social. E porquê? Porque «denota uma enorme falta de ambição». Provavelmente o PS estava à espera que a flexibilização do mercado laboral fosse ainda mais acentuada do que o acordo o permite. Isto não é uma oposição com “grande exigência e rigor” para com o Executivo. Não! Em primeiro lugar, se o PS quer falar de rigor e exigência, devia recordar-se do que assinou com a troika e do que lá estava previsto; em segundo lugar, isto é mera oposição có-có-ró-có-có. Meus caros socialistas, fazer oposição assim é fácil, da próxima deviam tentar usar aquela massa cinzenta que ocupa parte das nossas cabeças e que permite nos distinguirmos de um qualquer animal que só cacareja.

Do jornalismo de referência

«Passos Coelho já nomeou mais pessoas do que o primeiro Governo de Sócrates», titula o Público. Vamos ver se entendi bem…, por José Manuel Fernandes, que usando os números divulgados pelo Público chegou à seguinte conclusão:

  • Durão Barroso: 57 nomeações por semana
  • Santana Lopes: 94 nomeações por semana
  • Sócrates I: 99 nomeações por semana
  • Sócrates II: 91 nomeações por semana
  • Passos Coelho: 37 nomeações por semana

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