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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Gato preto, gato branco

Na sequência do caso Artur Baptista da Silva, tenho lido alguns apontamentos onde é determinado o posicionamento ideológico dominante na nossa comunicação social. Uns dizem que a maior parte dos jornalistas são de esquerda, outros que são de direita, enfim, muito sinceramente, acho que a maior parte dos nossos jornalistas representam relativamente bem a sociedade portuguesa: na sua grande maioria são socialistas/sociais-democratas e se há algum lado que tem razões de queixa são os comunistas, de muito longe a corrente mais sub-representada na nossa comunicação social face ao peso que tem em cada acto eleitoral. Claro que ter uma sociedade maioritariamente de esquerda é algo que eu, pessoalmente, gostaria de mudar, mas isso são contas de outro rosário. No que se refere ao caso Artur Baptista da Silva e às principais questões que este levanta, não julgo esse debate da predominância ideológia entre os jornalistas especialmente relevante. Ainda que no jornalismo português predominem jornalistas com preferência por pontos de vista socialistas/sociais-democratas, nada disso impediria que se fizesse algum jornalismo com qualidade. Mas não se faz. Infelizmente, a triste realidade é que a maior parte do jornalismo feito em Portugal, seja feito por jornalistas de esquerda ou de direita, é pura e simplesmente mau, péssimo. E se as principais narrativas que predominam são efectivamente de esquerda, quando algumas narrativas de direita vêem a luz do dia têm tanta reflexão e investigação em cima como as da esquerda: pouca ou nenhuma. Questionemos: se o jornalismo feito pelos jornalistas de esquerda é assim tão mau, não estaria na hora do bom jornalismo feito pelos jornalistas de direita ganhar terreno? Mas quando a narrativa das gordurinhas do Estado, que iam acabar com o défice sem dor alguma para os portugueses, é o melhor que o lado direito tem para oferecer, estamos conversados.

Levantar ondas

Não sei até que ponto isto é verdade, mas acreditanto na notícia do Público, reafirmo o que escrevi aqui.

 

Adenda: tendo em conta o esclarecimento do próprio - que, entre outras coisas, demonstra que a notícia foi publicada sem o visado ter sido confrontado com o teor da mesma -, a notícia do Público não é para levar muito a sério. Muito gostam os jornalistas de escrever obras de ficção.

São Nicolau

Relvas está de pedra e cal e Nicolau também. Aliás, já imagino Nicolau a discursar no Conselho de Redacção do Expresso: «vou sair mais forte». E os amigos do jornalista, que são muitos e que importa não irritar, dar-lhe-ão umas palmadinhas nas costas e tudo seguirá como dantes. Estão todos bem uns para os outros. É mais importante defender os amigos que a credibilidade de uma instituição que depende dela para bem servir os seus propósitos.

Artur Baptista da Silva

O economista Ricardo Cabral escreveu uma asneira fora da sua área de especialidade e logo teve enorme destaque e deu entrevistas a tudo quanto é órgão de comunicação social. Mesmo depois da asneira estar perfeitamente identificada, não só não houve qualquer reconhecimento público do erro, como Ricardo Cabral apareceu num Prós & Contras que abordava precisamente a questão da privatização da TAP. É expectável gerar uma sociedade bem informada a partir disto? Não, não é. Por outro lado, veja-se o ponto número 1 deste texto de Henrique Monteiro e permitam-me: o burlão enganou a Reuters, ou o Expresso enganou a Reuters, bem como milhares de leitores/espectadores? E mais: o «economista João Pinto e Castro»? A especialidade do homem é o marketing, para quê a referência a «economista», o que se pretende validar? Se Henrique Monteiro pudesse usar a expressão «consultor do Banco Mundial» para se referir a um qualquer Pinto e Castro, tanto melhor. Enfim, o problema não está em Artur Baptista da Silva, que agora vai ser crucificado enquanto burlão, mas sim nesta comunicação social que continuará a dar destaque, com embrulho diferente ou pior, às charlatanices do homem, ditas por outros que percebem tanto ou menos do que Baptista da Silva daquilo de que falam. Como escreve António Araújo: Artur Baptista da Silva, o homem que mostra a verdade dizendo a mentira. E, no fim, não nos esqueçamos nunca: Baptista da Silva pode ter muitos defeitos, mas não foi ele que faliu o país.

Jornalismo credível

Homem é suspeito de se fazer passar por coordenador de observatório da ONU. «Foi entrevistado por quase todos os órgãos de comunicação social, pela SIC inclusive». Pois foi, pois foi. Mas isso não é propriamente uma atenuante para quem o entrevistou, é simplesmente a demonstração da boa merda de comunicação social que temos. A presença no Expresso da Meia Noite a convite, certamente, do homem do laço, fica como o momento alto desta farsa. Infelizmente, agora tratarão de apagar Artur Baptista da Silva da memória, mas a farsa maior não terá fim. Afinal, é preciso não esquecer: FMI já não vem. De resto, olhem, é isto (daqui):

 

 

Adenda: Caricaturas e agentes tenebrosos

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