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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Ar puro (XVIII)

 

So Long, Marianne

 

Come over to the window, my little darling,

I’d like to try to read your palm.

I used to think I was some kind of Gypsy boy

before I let you take me home.

Now so long, Marianne, it’s time that we began

to laugh and cry and cry and laugh about it all again.

 

 

Just Like a Woman

 

She takes just like a woman, yes she does

She makes love just like a woman, yes she does

And she aches just like a woman

But she breaks just like a little girl.

Sobre o défice

Nunca é demais repetir: é garantido que o défice de 2012, descontadas receitas extraordinárias de última hora, ficou significativamente abaixo do registado em 2011 (7,8%), mas não é menos certo que ficará significativamente acima do objectivo de 5% acordado com a troika. Não se compreende, portanto, nem que os apoiantes do Governo demonstrem excessiva satisfação com a execução orçamental deste ano, nem que os opositores deste Governo abordem a coisa como se estivéssemos perante uma tragédia. Nas actuais circunstâncias, uma diminuição significativa do défice, feita sobretudo pelo lado da despesa, é um inequívoco passo no caminho certo. E não nos esqueçamos que tempos houve, bem recentes, em que caminhávamos para trás. Porque o Governo de então assim o quis. Palavra do homem que ia ao leme.

Desequilíbrios macroeconómicos

Portugal tinha dois défices altíssimos quando foi afastado dos mercados: o público e o das contas externas. O primeiro está em queda, o segundo praticamente desapareceu. Ignorar este último indicador tem dado jeito a muito boa gente que não quer perceber a importância da política que tem sido seguida em Portugal para conseguirmos regressar aos mercados e alcançar novamente a independência financeira. Tudo é responsabilidade do BCE, tudo, é a nova patranha que nos querem impor. Mas não é. Evidentemente, não é. Por outro lado, António Borges manifestamente exagera na leitura que faz da situação. O défice externo acabou, mas há dúvidas fundadas sobre a sustentabilidade de tal situação. O que levou a que durante a década de 70 e 80 tivéssemos tido duas intervenções do FMI praticamente seguidas foi exactamente o facto de termos afrouxado o prosseguimento de uma política macroeconómica equilibrada logo após a primeira intervenção. Como os pilares em que assentou a superação dos problemas que levaram à primeira intervenção eram pouco sólidos, poucos anos volvidos cá estava novamente o FMI e em força. Que não se repita o erro.

Os responsáveis

Manuel dos Santos considerou depois que os últimos episódios que se registaram na vida interna do seu partido «constituem um desrespeito em relação a António José Seguro, para mais um desrespeito vindo daqueles que são responsáveis pela actual situação do país e por a direita estar a governar Portugal». O PS mais cedo ou mais tarde regressará ao poder; se regressar tendo já afastado boa parte da tralha socrática que por lá anda, terá feito um grande serviço ao país. Se regressar com a tralha socrática, é uma vergonha: para o país e para quem votar neles.

Um especialista

Freitas do Amaral diz que regresso aos mercados não é mérito do Governo. Claro que não é só mérito do Governo, mas a conversa de que tudo se explica com a acção de Mário Draghi é digna de um Baptista da Silva. Aliás, nem percebo como é que se concilia tal ideia com a conclusão de que o dia de ontem simboliza o inicio da «recuperação da credibilidade do Estado nos mercados financeiros internacionais». Que Draghi, entre outras coisas, tenha enorme responsabilidade na credibilidade do Euro, o que muito nos ajuda, compreende-se. Agora, na «credibilidade do Estado» Português? Responsabilidade do Draghi?!? Enfim, um especialista... e a extrema-esquerda está cheia deles. Especialistas que, infelizmente, nunca anteciparam a nossa expulsão dos mercados, mas que agora tudo percebem sobre o nosso regresso a eles.

 

Adenda: nem merece grande comentário as declarações do especialista sobre a capacidade que o Estado tem de aumentar os impostos. Um iluminado. Como é que ainda ninguém se tinha lembrado que a solução passa por mais e novos impostos?

At the end of the day

1. Paulo Portas tão lesto a dar a cara no dia de hoje; tão ausente quando as medidas de austeridade foram anunciadas.

2. Nas próximas eleições autárquicas torço para que este PS liderado pela mediocridade do Seguro tenha uma vitória retumbante; não há nada que me cause maior incómodo do que ver o ressurgimento em peso da tropa socrática.

3. Por muito medíocre que seja Seguro - a reacção ao blitzkrieg socrático com a repetição da pergunta «qual é a pressa?» chega a meter dó -, não foi ele que faliu o país.

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