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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Regra de ouro

Maioria e PS aprovaram lei da regra de ouro. A notícia tem sete dias. Uma das coisas que não percebo na irritação que os socialistas demonstram com o discurso de Cavaco Silva prende-se com o facto de boa parte da mesma vir simplesmente deste último ter recordado o que a regra de ouro implica. Não me digam que os socialistas em seis dias descobriram que aprovaram uma coisa que não pensam cumprir? Talvez nunca tenham pensado cumprir? Se assim é, gente de boa-fé esta, não?

Os donos da democracia

1. Discurso do social-democrata Carlos Abreu Amorim marcado pela saída do plenário de vários membros da oposição

2. Deputado do PS João Galamba diz que Cavaco “endoidou”

3. Tão democratas que eles são. O engraçado é que com este tipo de atitude, esta gente consegue fazer passar Carlos Abreu Amorim por um senhor. Julgam-se acima dele, mas, na melhor das hipóteses, estão ao seu nível.

Democracia limitada à riqueza que geramos

«o PS não deve afastar-se demasiado do governo porque, o mais tardar em 2015, estará no governo com o PSD». Não sei se é com o PSD, por mim, terminava a frase com «estará no governo». E no governo não poderá fazer muito diferente do que está a ser feito. Esse é o ponto. O PS, que na oposição anda entretido a aproximar-se do BE e do PCP, irrita-se quando lhe recordam isso, mas a realidade é o que é. E agora bem podem vir os tolinhos que dizem que o presidente fez uma crítica frontal à democracia. Infelizmente, a democracia não é sinónimo para máquina de produzir riqueza, aliás, com a nossa presença no Euro, nem máquina de fazer dinheiro é.

Mal-estar

«Cavaco rejeita eleições e pede combate ao desemprego», diz o Económico. «"É imperioso firmar consensos", diz Cavaco Silva», destaca o Expresso. «Cavaco Silva: “É indiscutível que se instalou na sociedade uma fadiga de austeridade”», refere o Jornal de Negócios. «Cavaco reconhece que existe "uma fadiga da austeridade" e insiste nos consensos», opta o Jornal de Notícias. «Cavaco defende que combate ao desemprego deve ser prioridade do Governo», escreve a Renascença. «Cavaco insiste no consenso para lá do calendário eleitoral», conta o Sol. «Cavaco reconhece que há «uma fadiga da austeridade» e insiste nos consensos», lê-se na TSF. «Cavaco pede consenso alargado e medidas urgentes para relançar economia», títula o Público. «Presidente ataca quem pede eleições antecipadas», indica o Diário de Notícias. Combate ao desemprego; consenso; fadiga da austeridade; recusa de eleições antecipadas? Se o principal do discurso de Cavaco está nestes títulos, confesso alguma dificuldade em compreender o evidente mal-estar que o mesmo provocou nas hostes socialistas, até porque tudo o que vem nos títulos não acrescenta nada ao que já se sabia ser o pensamento de Cavaco.

A bolha rebentou com estrondo

(carregar na imagem para ver melhor)

 

Reparem como a Espanha apresenta, à sua escala e com as devidas diferenças, algumas semelhanças com a situação da Europa: a clivagem norte-sul é por demais evidente. E o pior é que pela cabeça dos políticos de lá deve estar a passar o mesmo que passa pela cabeça de alguns políticos de cá, para atenuar o sofrimento no curto-prazo não terão melhor ideia do que voltar a encher parcialmente a bolha de ar: construção civil, procura interna e por ai fora.

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