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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Simulacro

O mais preocupante no actual Governo é que ele já não governa. Simula que governa. É um espantalho cuja existência explica-se única e exclusivamente pela necessidade de afastar o segundo resgate. Tão pouco. Tão pobre. Tão triste. E não, não estou a dar um argumento àqueles que defendem que Cavaco devia deitar o Governo abaixo, coisa que nunca defendi, nem defenderei, mesmo que achasse que tal não implicasse um segundo resgate. Antes pelo contrário, têm razão aqueles que dizem que o Presidente é corresponsável pela actual governação: foi ele próprio que no seu joguinho de enfrentamento e delimitação do poder do executivo quando isso lhe interessou, acabou por atirar-lhe para este estado vegetativo. O Conselho de Estado agora inútil, noutro tempo serviu para minar toda a autoridade do Governo e de Passos Coelho. Lançou foguetes, agora apanha as canas. Como curiosidade, note-se que ficamos com o Governo possível face ao que são as exigências e crenças da esquerda: um Governo em coma, que limitará-se a fazer o mínimo dos mínimos perante as exigências da troika, afinal, a máquina que o mantém vivo. E, contudo, essa mesma esquerda quer que o Governo caia. Sonham com o Governo zombie, aquele que desligada a máquina, apesar de morto, levanta-se e caminha.

O circo

Se entendermos o palhaço como o rei do circo é normal que alguns comecem a chamar isso a Aníbal Cavaco Silva. Ainda Teodora Cardoso, essa hiper-perigosa ultra-neoliberal, tinha acabado de referir que a defesa da flexibilização de défice pode ser «erro estratégico e táctico», já dou por mim a ler isto no site do Partido Socialista: «Renegociar défice de 4 para 4,5% pode não ser suficiente». Nesse mesmo site aparece como slogan bem destacado a expressão «Novo Rumo» e não deixo de sentir o cheiro bafiento de coisas passadas que bem gostava que jamais voltassem a sair do baú onde tinham sido arrumadas. Mas se hoje é assim, amanhã voltará a ser diferente: no exercício de enorme coerência a que se tem dedicado, o partido socialista criticará, como tem feito frequentemente, a subida da dívida, até porque, como sabemos, dívida e défice não têm qualquer relação entre si. Défice e eleições, provavelmente, também não, como PSD e CDS estão apostados em provar-nos. Ou então não.

Ar puro (LXI)

 

 

 

Um realizador pretensioso? Há quem diga que sim e não o suporte. Eu gosto. A sensibilidade musical e o humor à Bill Murray, só por si, são motivos mais do que suficientes para gostar dele.

Pesadelos

«Falta por parte de todos os actores que legitimamente têm interesses conflituantes a noção que o compromisso possível não pode ir contra as restrições que se colocam ao País. [...] Os que ignoram as restrições acordam sempre de manhã com pesadelos pois elas impõem-se mesmo que as tentemos esquecer». E nem imaginam como é exasperante para os que percebem as restrições a que o país está sujeito assistir ao digladiar desses actores com interesses conflituantes que não têm noção da realidade e que atiram-nos a todos para um pesadelo colectivo. Há mais de uma década que tem sido assim, desde que aderimos ao Euro, sempre em declínio, ainda que muitos não o tenham percebido imediatamente. Contava que a queda livre que tivemos nos últimos dois anos abrisse os olhos a muito boa gente. Mas nem isso, antes pelo contrário. É tudo a querer manter a mesma fatia de um bolo que já não existe.

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