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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Ganha o prémio da sinceridade

«Se querem evitar segundo resgate, aumentem impostos a toda a gente». Esmagaremos é, ainda mais, a sociedade produtiva em impostos o que dificultará o tão badalado crescimento económico. Mas isso é uma coisa que não incomodará particularmente a srª Gama. Incomoda - e muito - é quem lhe pagará a pensão que tenderá a optar pela emigração e dificilmente quererá criar uma empresa em Portugal. Enfim, no fundo é manter o país nas condições - agravadas - que explicam o estado de degradação ocorrido na última década.

Ainda sou do tempo

«Perante um auditório cheio, maioritariamente masculino e com poucos jovens», ou seja, um auditório semelhante ao que brindou Soares recentemente na Aula Magna, ainda que neste último caso não tivesse sido propriamente para uma homenagem. Mas depois o que fica ouvindo os que vão a estas coisas, seja por que objectivo for, é sempre o mesmo: já não há homens destes. Pois eu acho que os jovens devem procurar referências no passado que sejam exemplos de conduta e integridade, está claro, mas também devem ter presente - e julgo que têm, também por isso a sua ausência destas brigadas do reumático - que devem trilhar o seu próprio caminho e que os tempos de hoje exigem homens com ideias diferentes das do passado. E imponho esta nota mental a mim mesmo: quando chegar a uma certa idade, conto nunca vir com a ladainha de que «no meu tempo é que era».

Envergonhado

Fui aproveitar a promoção da livraria Bertrand. Lembrei-me de ir lá graças à publicidade gratuita que teve nos últimos dias. Desculpas humildes às restantes livrarias que ficaram prejudicadas por eu, na condição de consumidor, ter decidido aproveitar esta vergonhosa campanha.

Não à avaliação. Não aos testes. Não a tudo.

Uma das coisas mais caricatas nas críticas às provas de avaliação a que a tutela quer submeter os professores são os argumentos utilizados por alguns dos que criticam a realização da mesma. Por exemplo, lendo isto, fiquei igualmente com pena do aluno que «tem uma inteligência menos visual e se pode baralhar na leitura de um diagrama» ou do aluno que «tenha dificuldades com a pontuação ou com a translineação». Aliás, fazer provas de avaliação a alunos pode ser «apenas uma maneira de eliminar aqueles que em situação de maior stress vão falhar». E os coitados de candidatos a empregos que se sujeitam a «testes psicotécnicos» para puderem trabalhar na maior parte das grandes empresas? Porque será que estas grandes empresas usam e abusam de «testes psicotécnicos»? Deve ser porque quem comanda os recursos humanos é pateta. Que há professores medíocres, sem os conhecimentos mínimos para ensinar, quase todos os que passaram pelo sistema de ensino na qualidade de alunos, sabem. Que nunca se fez nada de especial para separar o trigo do joio, também. Que a maior parte dos professores argumenta sempre que também concorda que algo devia ser feito, mas nunca concorda com nada do que é proposto, chame-se o proponente Maria de Lurdes ou Crato, idem.

Moderados, radicais e troca-tintas

Francisco Assis, na TVI24, demarca-se de Soares e defende a estatégia moderada, ainda que impopular, de Seguro. Fernando Rosas, por outro lado, defende Soares. Ao mesmo tempo que isto acontece, a TVI24 passa imagens da Aula Magna onde Soares aparece a ser cumprimentado pela dupla que lidera o BE. Lamento que Soares acabe assim: desde as últimas presidenciais a que concorreu, deixou-se canibalizar pelo Bloco de Esquerda. Agora, até com Pacheco Pereira ao lado. A propósito disso, fui recordado disto: «A universalidade e gratuitidade deste tipo de serviços - saúde, educação e segurança social -, é exactamente aquilo que é insustentável. É a ideia do modelo social europeu. É completamente insustentável».

Enriquecimento (i)lícito

Algum dia tinha de defender João Galamba: isto não merece qualquer polémica e é mero aproveitamento de um dos lóbis que mais detesto. E um dos motivos porque o detesto deve-se a um argumentozinho muito simples que exponho desde já: compreendendo que estão a defender os seus interesses - e sabendo que há portugueses lesados no meio disto tudo -, permitam-me argumentar que num país como Portugal, em que importa-se muito mais do que exporta-se no que ao audiovisual diz respeito, faz todo o sentido, ainda que de forma informal, que a "pirataria" seja protegida e acarinhada. No deve e no haver, ganhamos muito mais do que perdemos, ou seja, a "pirataria" enriquece-nos.

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