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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Porque, apesar de não ser óbvio à primeira vista, o que está de facto a acontecer aqui é uma transição suave mas real de um sistema de pensões pay-as-you-go, em que os trabalhadores actuais pagam as reformas dos pensionistas, [para] um sistema misto, em que uma parte dos descontos são feitos pelo próprio trabalhador, desonerando assim a Segurança Social. A dívida emitido pelo Estado só está lá para viabilizar a passagem de um sistema para o outro.

Ainda a TSU

Estou praticamente convencido de que o PSD lembrou-de fazer emergir a TSU porque já sabia aquilo que constava no cenário do PS. Foi, nesse sentido, mero truque de estratégia política: pôs os socialistas e comentadores anti-governo a falar mal de uma coisa que, não fosse isso, dias depois estariam a elogiar efusivamente. Dito isto, o PSD sempre gostou da medida, mas faltou-lhe coragem para avançar em frente com ela. O PS, por outro lado, esforça-se para que a medida, ainda que condicionada para incentivar outro objectivo, não passe por aquilo que também é: promoção da competitividade por via da diminuição dos custos do trabalho. Se a um faltou coragem, ao outro não falta - ou falta, conforme a perspectiva - vergonha. No fim, resta a ironia, ainda vai ficar o PS como o pai do «game changer» que tanto debate tem gerado em Portugal.

Barreira à entrada

Tentativa inaceitável de domar o quarto poder. Na verdade, acho que os partidos ficaram contentes com o que tem vindo a acontecer nas últimas eleições. Pode muito bem ter passado por ai, pela ausência da campanha política e dos debates políticos das televisões, a inexistência de fragmentação político-partária em Portugal de modo igual à que ocorreu nos restantes países do sul da Europa.

O quadro macro do bloco central

Outra coisa relativamente óbvia do "cenário macro" do PS que alguns jornalistas, ávidos de alternativas e embalados pela narrativa socialista, não pescaram à primeira: pelas medidas desenhadas, descontado o manifesto e exagerado optimismo das previsões constantes no documento, se há coisa fácil de se levar adiante é a negociação do programa de governo do bloco central.

Costa no país das maravilhas

O "cenário macroeconómico" do PS promete elevado crescimento; desemprego em forte queda; aumento significativo do rendimento disponível; aumento brutal do investimento; redução da carga fiscal; manutenção do saldo positivo nas contas externas; redução significativa do peso do Estado na economia; uma dinâmica da dívida absolutamente sustentável; e tudo e tudo e tudo. Tirando uma diminuição forte, significativa e indesejável da taxa de poupança (baixa de 9,6% neste ano para 6,9% em 2019: o PS não nos quer a poupar, quer-nos a gastar), tudo o resto é perfeito. Qualquer pessoa que com seriedade acredite nisto, devia votar no PS. Eu votava. Se acreditasse. Ou, melhor pensando, talvez votasse sem pestanejar no PSD ou no CDS. Um tal cenário só é possível prever em 2015 por alguém que assuma no modelo que utiliza a premissa de que a economia sofreu uma profunda transformação estrutural nos últimos quatro anos. Com isso, os peritos do PS fizeram o maior elogio possível à governação actual. No paleio político, dizem que vão seguir um caminho diferente, mas, tecnicamente, se o cenário é para levar a sério, estão a dizer antes e primeiro que tudo que vão aproveitar o bom caminho percorrido. E isto é tão evidente para quem tenha noções básicas de economia que, se fosse socialista, estaria na linha da frente da contestação ao cenário traçado. Aliás, sou de um tempo em que à esquerda dizia-se que sem reestruturação da dívida ou com o espartilho do Tratado Orçamental não iamos a lado algum. Não acreditavam no que diziam? O quê que aconteceu entretanto?

"Cenário macroeconómico" (6)

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O "cenário macroeconómico" teve uma vantagem: foi a primeira vez que os socialistas sugeriram ao que vinham e obriga alguns a descer à terra. Ainda nem começaram a governar e a reposição dos salários já só vai ser feita em 40% no próximo ano. Um claro e evidente recuo face ao que foram sugerindo. Se duvidam, comparem com o muito que os próprios socialistas, a começar por António Costa na Quadratura, diziam há não muito tempo. De resto, a apresentação do "cenário macroeconómico" mais não foi do que a continuação do teatro que Costa e sus muchachos montaram em torno da sua campanha e uma tentativa de passar este PS por um partido responsável. A narrativa é a de que os peritos do PS reuniram e fizeram um documento fantástico. Tão fantástico que Galamba, bem enquadrado na fotografia, pode ficar como o rosto do mesmo. Se isto não fosse para levar a sério, até tinha graça.

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