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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Pode ser um Fernando Nobre, mas é o nosso Fernando Nobre

De repente, alguns socialistas deram para defender as virtures da candidatura de Fernando Nobre à Presidência. Não gramo Sérgio Sousa Pinto, que é apenas mais um daqueles que pela forma de estar na política dá má fama aos políticos, mas nisto estará a ser mais sincero do que outros do seu partido. É que não deixo de me recordar do discurso socialista contra Fernando Nobre e pensar como um apoio em peso do PS a Nóvoa, concretizando-se, revelará, mais uma vez, a natureza hipócrita da política e da malta que a faz.

En(o)voado

Já tem o apoio do Soares e o PS pode vir a apoiá-lo. Os putativos candidatos à direita agradecem. Até o Santana já deve estar com um brilhozinho nos olhos. Sondagem aqui (comparação dos possíveis candidatos de direita com Sampaio da Nóvoa é na página 8). Mas, apesar do carisma de uma pedra, pelo menos assim o percepciono para já, Sampaio da Nóvoa terá pontos a seu favor: vem da sociedade civil, é homem sério e tem um bom currículo académico. Suficiente para chegar à Presidência? Espero que não. Antes o Henrique Neto.

Caso excepcional

Não tinha lido um único poema de Herberto Helder. Só vi um filme completo do Manoel de Oliveira. O primeiro caso é uma falha que corrigi, o segundo é uma opção convicta. Gostava do Manoel de Oliveira enquanto boa pessoa que me parecia ser, não gostava dele enquanto realizador. E não tenho particular pachorra para as pessoas que vêm falar do realizador «amado lá fora, detestado cá dentro», perpetuando o que não passa de um mito. O cinema de Manoel de Oliveira lá fora tem ainda menos admiradores, em proporção, do que os que tem cá dentro.

A esquerda e a aritmética

Ainda sobre Silva Lopes, «a great, good, and incredibly likable man», nas palavras de Paul Krugman, leio esta frase dele [daqui]: «Em Portugal, querem que o Governo gaste mais, não querem que o Governo aumente os impostos e querem que o Governo tenha um défice mais pequeno. Ora, isto é uma impossibilidade aritmética. E, no entanto, as mesmas pessoas, o mesmo grupo, o mesmo partido, querem estas coisas ao mesmo tempo. Este tipo de situações ilógicas é que nos levou a isto.» E penso: em boa parte, a ideia de que a esquerda não percebe de matemática/economia, sempre me pareceu uma coisa caricatural, pessoas como Silva Lopes ou, para dar outro exemplo, Teodora Cardoso, estavam ai para desmentir inequivocamente essa ideia. Mas no discurso político de alguma malta de esquerda nos dias que correm, estes economistas passam por «neoliberais». Claro que à esquerda sempre existiram alguns sectores mais radicais, da extrema-esquerda, que nunca gramaram o posicionamento dos Lopes e das Cardosos desta vida e facilmente os identificavam com a direita, mas no PS, ao menos nesse, não era assim. Agora, mais depressa apanho um socialista contente com o novo poder em Atenas e a identificar-se em larga escala com este do que a citar em concordância convicta um Silva Lopes ou uma Teodora Cardoso. Meus caros socialistas, reconhecer que os recursos são limitados não impede ninguém de ser socialista. Pelo contrário, permite ter um entendimento mais claro sobre a fronteira de possibilidades que determinada economia oferece e adaptá-la o melhor possível às preferências ideológicas. Depois da economia rebentar três vezes desde 1974, já era tempo da maior parte das pessoas, inclusive as de esquerda, ter percebido isto.

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