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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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«Algo vai mal no reino da Dinamarca»?

Aqui “imposto” significa “querido” e isso diz muito sobre a Dinamarca. Nos últimos tempos a admiração da nossa esquerda às sociais-democracias do norte esmoreceu muito por culpa da dicotomia Europa do norte vs periféricos do sul, mas é bonito vê-los a inspirarem-se novamente por lá. Ainda que a esquerda portuguesa continue a chatear-se sempre que alguém se refere às evidentes diferenças culturais entre os povos do norte e do sul e o reflexo disso mesmo no nosso grau de desenvolvimento. De igual forma, a esquerda portuguesa "chateou-se" muito com o aumento brutal de impostos do Gaspar, quando é evidente que esse é o preço a pagar pelo Estado que temos (e que a esquerda defende que devemos ter). E, no fundo, também gostava que os os impostos em Portugal fossem vistos como «queridos», no sentido de serem tratados com o devido respeito pelo trabalho de quem os paga e não para os enormes disparates (nomeadamente em obras públicas) que têm sido feitos.

Os hipócritas da política e do futebol

Não é preciso ser muito inteligente para perceber de onde veio o dinheiro do Sobrinho que tem alimentado o Sporting. Mas o que curto mais é a malta sportinguista que tapa os olhos a isto, mas ataca o Governo e o Banco de Portugal pelo que aconteceu no BES/GES e ainda se diz muito preocupada com quem perdeu dinheiro com o sucedido. É a hipocrisia, no futebol e na política, sempre a vir ao de cima.

O político com graça

À falta de amigos no partido, procura-os fora dele? Enfim, não deixa de ser uma identificação curiosa quando nos lembramos da batalha da "velha" contra Sócrates. Quando nos lembramos do que, por exemplo, o camarada Galamba e Porfírio diziam da "velha". E, ainda mais engraçado, do que Sócrates e o PS acusaram Ferreira Leite: a "velha" queria privatizar a segurança social. Qual é que é mesmo o argumento do PS de Costa por estes dias contra a coligação? Isso mesmo, o de que quer privatizar a segurança social. Devemos estranhar, quando Galamba e Porfírio continuam a estar na linha da frente da batalha comunicacional socialista? Enfim, política em constante loop, declarações sem sentido para mero sound bite e pouco mais para mostrar. É a vacuidade total.

Os astros alinharam-se em ano eleitoral

Enquanto de um lado andam perdidos com cartazes, às aranhas com as presidenciais e à rasca com o Sócrates, do outro lado é olhar para o tipo de notícias de que me recordo por estes dias: economia cresce; desemprego baixa; maior número de candidatos ao ensino superior; mais crianças a nascer; financiamento a juros negativos; dívida pública a baixar; consumo (e crédito) a subir; receita fiscal a subir; turismo em alta; etc... com tanta notícia positiva, até o Público não conseguiu escapar a fazer uma capa destas. É verdade, nem tudo no país ia tão mal quanto a oposição quis fazer crer, mas também nem tudo está tão bem agora quanto as notícias dão a entender. Estamos numa fase positiva, potenciada pela gestão do ciclo eleitoral quer por parte do Governo, quer da zona Euro. Mas os astros, como sempre acontece nestas coisas, voltarão a desalinhar. E os desafios para a economia portuguesa continuam a ser muitos. Nem entramos numa espiral recessiva, nem vamos agora, infelizmente, entrar numa espiral crescimentista. Mas que a narrativa é muito mais favorável às forças governamentais por esta altura do que muitos esperavam há dois anos, é.

Duzentos... e sete

Agora é colocar num cartaz com a cara do Costa, tipo este. Mas, atenção, que a coisa é científica: o número nem sequer é redondo, podiam ser 200 mil, mas são 207. Às tantas, é preferível fazer como a coligação e nem dar números. Enfim, quando algumas pessoas irritaram-se com a conversa dos cartazes porque tal era um assunto menor e o que importava era discutir coisas sérias, questionei-me: qual o político, ligado ao governo ou à oposição, disposto a ter uma discussão séria sobre o país? A resposta a que invariavelmente chego é nenhum.

Presidenciais: um deserto à esquerda, enquanto Costa mete água

O actual Presidente e a sua actuação é um tema importante para Costa na campanha das legislativas, dai que Maria de Belém tenha acertado no timing de anúncio da sua candidatura presidencial (eheheh). Alguns no PS vão tentar atirar responsabilidades para Belém por provocar clivagem no partido, mas é óbvio que o principal responsável pelo que está a suceder é Costa com a sua aposta no cavalo, manifestamente, errado. Nóvoa é uma nódoa. Basta ler coisinhas como esta. E não é que Belém seja muito melhor, dado que tem o carisma de uma pedra. Mas com Costa a recuperar parte do guterrismo, Maria de Belém, uma nulidade produto desse mesmo guterrismo, não terá pretendido ficar para trás. Quem se está a rir disto tudo é Seguro e os potenciais candidatos de direita, Marcelo à frente de todos os outros.

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