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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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O político que fala demais por ter pouco para dizer

Enquanto Passos fala pouco e resguarda-se, Costa sente-se na obrigação de falar em excesso e expor-se. E o pior para o PS é que, depois de uns golpes de teatro para colocar o partido a marcar a agenda, no fim, de substantivo, não ficou nenhuma ideia com forte impacto que permita demarcação significativa em relação à acção do actual executivo. É com naturalidade, portanto, que nos últimos dias o líder socialista acabou por desdobrar-se em declarações sobre tudo e mais alguma coisa, dos duodécimos às taxas moderadoras para o aborto, passando pelos feriados e o preço do leite, sobre tudo Costa tem opinião e sobre tudo Costa quer opinar, o que, em bom rigor, deve ser entendido como um acto de desespero. Perante tamanha torrente opinativa, não admira que a coisa tenha acabado por gerar asneira.

Recordar que PCP e BE ajudaram a correr com José Sócrates

António Costa, repetindo uma cassete socialista que ganhou força com o feliz chumbo desse golpe de teatro chamado PEC IV, lembra o eleitorado que PCP e BE deram o seu contributo para a queda do governo socrático. Repito: PCP e BE deram o seu contributo para a queda do governo liderado por José Sócrates, o tipo cujas histórias agora conhecidas deviam envergonhar o país por ter tido tal sujeito como primeiro-ministro. Não me parece um mau cartão de visita para as forças à esquerda do PS. Ainda que Costa escusasse de lembrar isso à malta. Penso eu. Mas ele lá sabe.

Gestão do processo Novo Banco

A seguir este caminho, começará a fazer lembrar a gestão do processo BPN, ainda que seja o Governador do Banco de Portugal quem, pelo menos na aparência, controla e decide tudo: O adiamento será menos difícil de justificar, sobretudo porque as necessidades de recapitalização só deverão ser conhecidas convenientemente em Novembro (data de divulgação dos testes de stress pelo BCE), ou seja, depois das eleições. Protelar a decisão de venda do banco para adiar a prestação de contas é péssimo sinal. E começo a lamentar, muito, ter escrito este post. Até porque, da mesma forma que Carlos Costa plantou notícias falsas na imprensa para favorecer o processo negocial, também começo a suspeitar que o governo não está tão interessado na venda imediata do banco quanto tem tentado passar cá para fora.

Défice em ano de eleições

Há uma coisa que se tem notado muito nesta recta de aproximação para as legislativas: muitos lóbis a reclamar mais dinheiro e o governo a ir fazendo várias cedências quer para não ter chatices, quer para transmitir a ideia de que a austeridade já lá vai e a partir daqui é só a melhorar. Um filme frequentemente visto neste país. Depois dá nisto: défice terá ficado em 4,9% no primeiro semestre deste ano.

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