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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Défice e dívida

Comparando o primeiro semestre de 2011 com o de 2012, passamos de um défice de 8,2% para um de 6,8%. Está longe do que o executivo esperava e prometeu, mas é melhor do que nada. Ainda assim, parece-me quase impossível cumprir a meta, já de si revista em alta, de 5% de défice para este ano que está acordada com a troika, pelo que estará certamente a caminho alguma receita extraordinária. Com que fundo irão desta vez aldrabar as contas? Não sei, mas será por partirmos para 2013, como já vai sendo habitual, com contas aldrabadas que a taxa de esforço para prosseguir a consolidação no próximo ano não será a do meio ponto percentual - redução do défice de 5% para 4,5% - que o memorando revisto consagra. Não seria melhor, até por ser mais transparente, assumir o défice real e deixarmo-nos de tretas? A sério, não percebo. Mas há uma coisa que sei, a dívida pública não pára de crescer e a este ritmo não a conseguiremos pagar. Venha de lá esse perdão à grega.

7 comentários

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    Mr. Brown 02.10.2012

    Agora conseguiu provocar-me um sorriso: deixar de fora na sua mini-sondagem o principal coveiro da pátria é obra.
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    alguem 02.10.2012

    A memória é curta mas há registos e gráficos.
    Consulte os graficos de endividamento e défice desde 2000 e veja se o Sr. curativos foi sequer no sentido das metas estabelecidas por Bruxelas.

    Gerou-se inflação e toda toda uma série de situações que só com muito jeitinho se podia resolver sem repercursões sociais graves. Não há soluções mágicas e todos sabem disso.
    A economia de um país é um mecanismo complexo. Para o afinar, qualquer aperto mais forte pode destabilizar todo o resto.

    Quem eu penso a que se refere, no segundo mandato precisava do PSD (ou outros) em tudo o que fez.
    Até à negociata de ciganos das SCUTS (muito promovida pelo PSD) até nem foi dos piores na minha opinião.
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    Mr. Brown 03.10.2012

    Tem toda a razão, a «memória é curta», a tal ponto que pode levar alguém a dizer que até «à negociata de ciganos das SCUTS (muito promovida pelo PSD)» o outro até nem foi dos piores. Porque a política de rendas no sector energético foi uma maravilha. Porque a multiplicação de PPP's foi outra maravilha. Porque o défice, que subiu porque ele quis, bateu recordes. A dívida, que é para gerir, duplicou. Porque a parque escolar foi uma festa. E tanto mais que havia a dizer. É que o outro, que não foi dos piores, legou a este Governo uma dívida com uma dinâmica imparável. Faliu o país. Coisa pouca. Estes agora limitam-se a gerir a falência, ainda que visivelmente desorientados, facto a que não será alheio a circunstância de terem de lidar com um país recheado de gente sem noção do que se passou e contínua a passar.
  • Sem imagem de perfil

    alguem 04.10.2012

    Continuo a achar que o que à pouco lá esteve, não esteve sozinho em muita coisa.
    Só quem não estava atento ao vulgo telejornal é que pode achar o contrário.
    E a baterem o pé acerca do utilizador pagador nas estradas e mais o dispositivo e mais sei lá mais o quê.
    Concluindo ... Venho o diabo e escolha.
    Dada esta conclusão, e dado que os tinhamos já à porta (os 3 que vão com o passos na corda), era deixa-los lá fora. Mas não. Este salvador abriu-lhes as portas.
    Sem eles cá dentro, eventualemnte venderiamos agora dívida ao BCE, a especulação era mais branda, dava para aldrabrar mais as contas (chamemos-lhe bluff) e se tivesse mesmo de ser, só entravam no jardim como em Espanha e não pela casa dentro. É uma crise económica mundial onde os primeiros a cair sofrem mais.
    E é neste contexo que metemos em casa os Srs. do FMI, num resgate a sério. É belo.
    Já agora, se bem lembro houve dois dias de boas notícias mesmo antes da moção de censura que levou este govermo ao poder, não fosse isso das boas notícias pegar por duas ou três semanas e sabe-se lá, termos-nos mesmo afastado do ladaçal com muito pouco esforço e ... algum bluff. Parece que o anterior Sr. tinha melhores condições para enfrentar esta situação.
    E já agora também ... o endividamento melhorou?
    E continua a fundação Soares que não sei para que serve e acabam com a de Foz Côa, que se percebe perfeitamente para que serve.
    E o gamanço continua... e nós a pagar com lágrimas e suor.
    Os filhos de Abril somos nós e não estamos a gostar nada disto meus senhores. Mesmo nada.
  • Imagem de perfil

    Mr. Brown 04.10.2012

    a) A existência de auto-estradas sem custo para o utilizador é uma das explicações para a ruína do país. Tinham mais é que acabar com elas e só é pena que não possamos voltar atrás e impedir a sua construção. b) Teixeira dos Santos, e fico-me por ele por razões óbvias, reconheceu que estava convendíssimo de que teríamos de recorrer à troika desde Novembro de 2010. Qualquer pessoa com dois dedos de testa sabia o porquê de assim ser. Tudo o resto é ficção e história da carochinha. c) A troika não é a origem dos nossos problemas, basta olhar para o desemprego em Espanha, sem troika, tudo o resto é treta. d) Porque caímos nós e não caiu nenhum país nórdico? Porque não cai a Finlândia, antes pelo contrário? É preciso fazer um desenho? Se chegar lá perceberá a responsabilidade do outro e de muitos que o acompanharam e outros que o antecederam. e) O endividamento não melhora enquanto existirem défices, mas o défice tem vindo a baixar. Mais uma razão pela qual o outro comediante nunca devia ter deixado o défice (e a dívida que foi atrás) subir aos patamares que subiu. f) um filho de Abril que quer falar por todos os outros? Parece-me que o problema de muitos dos que se auto-denominam filhos de Abril é que são de vistas curtas.

    Nota: histórias da carochinha é uma das coisas que me faz ver cada vez menos noticiários portugueses. O (A) meu (minha) caro (a) fala em quem prestou atenção ao «telejornal», mais valia ter estado atento à imprensa internacional. Tinha percebido melhor o que se passou então e o que se passa agora. De resto, como o (a) caro (a) alguém parece adepto (a) das histórias da carochinha, esta é a última vez que lhe dou troco. Para esse tipo de história não tenho paciência.
  • Sem imagem de perfil

    alguem 05.10.2012

    Meu (inha) Caro (a)

    São as cantigas que se cantam no Parlamento. Dão nos noticiários.

    Mas parece-me que estamos de acordo quando se verifica que os pedidos de ajuda vêm de países onde a diferença entre ricos e pobres é mais acentuada e que nos países onde essa diferença é menor (mais civilizados), a crise não afeta da mesma forma. Tavez porque o valor da riquesa nesses países tenha mais significado real.

    E portanto, num contexto de crise mundial, põe-se uns estrangeiros a mandar que são muito mais sérios, bem intencionados e muito mais do nosso lado. Pois.

    Resumindo: FMI nunca.

    E a sério, veja os gráficos do tempo do Guterres e depois participe no inquérito que pretendo fazer.
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