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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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O Estado irreformável

O Estado não pode falir. O Estado não pode baixar salários. O Estado não pode despedir. O Estado é o melhor dos patrões. Palavra de Tribunal Constitucional. E sem lei da mobilidade especial e trabalhando para um patrão assim, bem pode o Governo avançar para um plano de rescisões amigáveis que o número de aderentes será residual. Além disso, a avaliar pela bitola dos actuais juízes, suspeito que o que o Governo pretende fazer no campo das pensões de reforma também será inconstitucional, pelo que sobra a mesma solução de sempre: recorrer ao contribuinte. Como o contribuinte não paga tudo, porque já não consegue, e não se podendo cortar significativamente nas despesas com pessoal e prestações sociais, vamos ter o Estado a cortar noutras despesas que não essas, comprometendo evidentemente a qualidade dos serviços que presta. Bem, mas como há quem ache que este tipo de decisões ajuda a explicar os dados económicos positivos que apareceram no segundo trimestre, confesso-me expectante, 2014 há-de ser um ano fantástico. Mas, pelo sim, pelo não, deixem-me ir comprar um bom livro sobre a história política e financeira da cidade de Detroit. Deve dar uma boa leitura.

6 comentários

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    Mr. Brown 29.08.2013

    E a leitura interpretativa dos juízes do TC sobre a Constituição mantém o país no caos financeiro, ao mesmo tempo que protege alguns de consequências de que outros não se livram. Na sua analogia com o código da estrada, é como se a interpretação das normas nele existente por parte de quem o deve aplicar servissem para manter e perpetuar o caos da estrada e não para evitá-lo. E o que está em causa é que com a interpretação que este juízes fazem da CRP, a reforma do Estado tonar-se impossível de levar a cabo. Quanto muito, podem tentar uma reforminha e tudo será feito à velocidade do caracol. Não que haja crise, é evidente que não temos urgência em resolver os nossos problemas, não é assim?
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    César 30.08.2013

    Mr. Brown, já se compreendeu o seu objectivo com esta temática assim tratada, nota-se aqui a sua linhagem laranja inconfundível.

    Não é que isso esteja mal!

    Na realidade o que se entende e não passa despercebido foi:
    um numero significativo de blogs desta natureza estarem a difundir uma opinião polarizada desta ideia usando um texto com semelhanças de 99%, quiçá amanhados pela mesma pessoa que faz disso uma missão de serviço definida pelo seu mundo partidário.
    Uma coisa é certa, o Tribunal Constitucional chumbou o que era ilegal e o governo sabia-o, nem os 50% dos juízes escolhidos deixaram passar o que á partida estava ferido de morte. Compreendo este principio da experimentação em que lei a lei se vai testando os limites dos órgãos fiscalizadores e ao mesmo tempo ir amealhando motivos para justificar não haver condições para governar.
    Está viva na memória de todos, inclusivamente na sua com certeza, as "colossais" e "essenciais" medidas de Vítor Gaspar com profundidade semelhante e que nenhuma resultou, a não ser colocar mais pessoas no desemprego e garantir mais falências de empresas que se traduziram num gasto supérfluo na despesa do Estado por via de subsídios pagos a estas criaturas que se vêem inúteis e que são agora um peso para todos nós sem qualquer forma de tributação ou contributo laboral.
    Ontem falava Santana Lopes da possibilidade de denuncia por parte de populares no tema das matas sem limpeza e que pegam fogo por assim se manterem, não sabe nem adivinha este 1º ministro demitido que isso era função de funcionários públicos no passado recente e cujas funções foram extintas.
    Não sei quem é nem me interessa Ms. Brown, mas veste bem a pele de mastim das medidas ilegais deste Governo que perdeu o conceito de "irrevogável" e muito menos demonstra "dissimular" que foi até agora o mais danoso para Portugal.
    Está para provar a ideia peregrina que os pilares institucionais do Estado se tornaram de repente um empecilho ao desenvolvimento democrático do mesmo e não a falta de inspiração e sensibilidade dos membros do Governo que nada de útil dão mostras de fazer, como alguém já escreveu por aí sobre o que este Governo considerava essencial para governar: um presidente e uma maioria; junta-se-lhe agora também uma constituição.

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    Mr. Brown 30.08.2013

    Caro César,

    não sabe quem sou, nem lhe interessa, mas no início do seu comentário foi muito hábil a diminuir as poucas ideias que contém o meu post com recurso a considerações sobre a minha pessoa, numa prática argumentativa demagógica e falaciosa. Não que me surpreenda, a sua linhagem também é por demais evidente. Como o restante do seu comentário em nada contradiz o que digo, nomeadamente na visão de que há poucos patrões em Portugal como o patrão Estado, ideia que sai reforçada com as decisões do TC, escuso também de perder muito mais tempo a lhe responder. Mas não confunda, o nome que utilizo é Brown, não Abrantes.
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    Cesar 30.08.2013

    Melhor que patrão, o Estado ainda é o melhor sustentáculo financeiro dos grupos de que nada trazem ao desenvolvimento deste país pagando-lhes rendas por explorarem aquilo que pertence ao próprio Estado, só cá e ainda muitos se queixam da constituição.
    " ...mas no início do seu comentário foi muito hábil a diminuir as poucas ideias que contém o meu post ..."
    Poucas ideias é o termo certo para definir correctamente a inexistência de alguma... Fica bem arrumar as coisas pela rama.
    É Brown mas também "beto", se não é Abrantes? O melhor é perguntar aos seus progenitores porquê!
  • Imagem de perfil

    Mr. Brown 30.08.2013

    Para um post sem nenhuma ideia, folgo em ver o trabalho argumentativo, ainda que mais extenso do que com qualidade, a que se presta... folgo também em notar que não quer debater a ideia de que o Estado enquanto patrão é melhor que a maior parte dos outros. Prefere chutar para canto. Tomo tal coisa como um reconhecimento seu da razão que me assiste. Passe bem.
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