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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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Aumento da taxa do audiovisual

Read my lips: «a RTP vai ter o financiamento necessário para cumprir este contrato de concessão». Estes gajos a inventarem forma de nos irem ao bolso são geniais e assim é fácil garantir dinheiro para empresas que são autênticos sorvedouros de dinheiro público. Com o dinheiro dos outros também eu dava garantias destas e servia para ministro. Igualmente garantido é que para o ano o orçamento vai continuar a agravar a carga fiscal imposta a toda a economia. Em parte isso irá dever-se ao imposto da energia para alegrar a malta, mas, por muito que ir na conversa dos lóbis não seja recomendável, garanto-vos que Nuno Ribeiro da Silva da Endessa e outros como ele que actuam no sector irão conseguir repassar, se não a totalidade, parte do custo desse imposto para o consumidor. Mas o que importa ao Governo é aumentar os impostos de forma ligeiramente encapotada. Nesse imposto energético, por exemplo, dizem que vão desenhar a medida de forma a que os consumidores não sejam afectados. Treta. E se há coisa que me deixa mais irritado do que irem-me ao bolso, é irem-me ao bolso e ainda mentirem sobre o assunto. Já na taxa audiovisual, a linha argumentativa será a de que «os portugueses vão pagar menos pelo serviço público de rádio e televisão». Ou seja, como deixa de existir verba do orçamento a ir para a RTP, o contribuinte estará a contribuir mais na taxa do audiovisual, mas menos por essa via, sendo que no somatório das duas contribuições estará a ser dado menos dinheiro à RTP. Será verdade, mas ilude quanto ao essencial, porque como, infelizmente, o Governo não me vai baixar os impostos com que contribuo directamente para o OE, até posso estar a contribuir menos para a RTP, mas estarei no total a contribuir mais para cobrir as despesas totais do Estado e isso é o que mais me importa. Imaginem: pagava 10 para a RTP por via da taxa audiovisual e outros 10 para a RTP por via do orçamento do Estado; agora, passarei a pagar 12 para a RTP por via do audiovisual, mas os 10 que deixo de pagar para a RTP por via do orçamento não me são restituídos, vão servir para pagar outra coisa qualquer. Resumindo, paguei mais 2 do que pagava anteriormente. E é só isto que interessa a esta malta do Governo que me quer atirar areia para os olhos: o contribuinte tem de pagar mais e mais e mais. Cortar na despesa do Estado é que está quieto. Nisto também o novo negociador com a troika, Paulo Portas, assemelha-se muito a Sócrates: óptimo a encapotar. As medidas são apresentadas e desenhadas não de acordo com a sua eficácia, mas sobretudo de acordo com o efeito que produz no eleitorado. E, em Portugal tem sido muito assim, eleitorado feliz é aquele que é enganado. Caso para concluir com um viva ao partido do contribuinte mais Portas e a sua reforma do Estado.

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