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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

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Da investigação (2)

Mais dados para cima da mesa. Dados que colocam o próprio Parlamento, perante a informação prestada aos jornalistas, na berlinda. E o busílis da história mantém-se: Passos Coelho recebeu, ou não, dinheiro da Tecnoforma enquanto era deputado no final da década de noventa? É a partir desse pressuposto que todas as outras acusações fazem, ou não, sentido. A suspeita de que o terá recebido - facto que o próprio optou, alegando falta de memória, não negar de pronto -, coisa que pode ser suficientemente grave, independentemente da sua prescrição perante a justiça, para justificar a queda do primeiro-ministro, não pode ficar no ar como se nada fosse. A questão agora é essencialmente política (é o carácter e a seriedade do homem que lidera o Governo o que está em causa) e seria inadmissível que viesse a morrer em águas de bacalhau sem que mais esclarecimentos fossem prestados.

Assunções Esteves

Aos elogios iniciais à sua eleição para PAR, seguiu-se o inconseguimento frustacional. A senhora foi juíza do Tribunal Constitucional, se soubesse o que sei hoje, era mais fácil adivinhar que não devia ter esperado grande coisa dela. Dito isto, diz Passos que devemos melhorar a qualidade da escolha dos juízes dos TC: tem razão e o exemplo americano é precisamente aquele que deve ser apontado nestas coisas. A relevância da escolha dos juízes do Supremo é tão grande nos Estados Unidos que em campanha, quando está previsto o mandato presidencial em causa coincidir com um momento em que algum novo juiz irá ser escolhido, a coisa é sempre tema importante e relevante para a decisão do eleitorado (e a comunicação social não deixa de fazer contas entre os juízes com maior pendor conservador e os com maior pendor liberal no histórico das decisões tomadas). Perante a relevância acrescida que os majestosos juízes do TC passaram a ter nas nossas vidas, é preciso acentuar o controlo democrático de quem ocupa tão importante lugar. E o controlo democrático existe por via da sua escolha na AR. Mas, até por isso, não deixa de ser curioso que pelo menos um dos juízes que anda a lixar a vida ao Governo tenha sido indicado por um dos grupos parlamentares dos partidos que o apoiam nesta mesma legislatura. Não souberam precaver-se na escolha que fizeram, agora amanhem-se.

Não são os debates quinzenais, estúpido!

«Não sei quem foi [que propôs o modelo], mas as ideias são estúpidas independentemente de quem as tem». O Costa não sabia quem foi e eu sou o pai Natal. Enfim, cada um tem direito à sua opinião: em 2009, todos os partidos pareciam contentes com o novo modelo e até o primeiro-ministro socialista de então gabou-se de ter apoiado um modelo, numa reforma com a qual disse sempre ter estado de acordo, que dava maior voz à oposição. O problema, quer-me parecer, não está no modelo, mas na incapacidade dos vários intervenientes na Assembleia da República saírem do mesmo registo discursivo há meses. O resgate e a presença da troika limitaram o âmbito do discurso político em Portugal e levar a cada quinze dias com uns tipos a debitarem a mesma lengalenga uns aos outros não é propriamente apelativo. Nestas circunstâncias, não sendo o modelo em si estúpido, todos os que nele são obrigados a participar é que parecem um tanto ou quanto estúpidos.

Incompetência não é só no Governo

observação é inadmissível e o próprio reconheceu-o prontamente, mas, imaginando-me no papel dele, não nego que percebo a exasperação de Rosalino e o caso remete-nos para a qualidade dos deputados que temos. Desculpem-me se parecerá sobranceria, mas ter a assistente administrativa Aiveca a questionar o secretário de Estado sobre uma medida «técnica e de difícil compreensão», não me parece lá grande espingarda, sobretudo quando a própria, e só pelo curriculum não tinha necessariamente de ser assim, demonstrou inequivocamente ser incapaz de perceber o básico.

Estratagema antidemocrático

Em 1998, um diploma da JS que previa um prazo de dez semanas para a IVG, foi a votos na AR e obteve aprovação na generalidade. Contudo, dada a sensibilidade do assunto, Guterres e Marcelo combinaram avançar com um referendo sobre a matéria, dando directamente ao povo a oportunidade de exprimir a sua opinião. Nesse referendo, o não ganhou, tendo posteriormente, em 2007, um outro sobre o mesmo assunto acabado com o triunfo do sim. Foi um acto antidemocrático, berrará a deputada Moreira. Enfim, a deputada Moreira é uma artista quando está calada. Acrescente-se que houve vários motivos para o «não» ao aborto ter vencido em 1998, quando já na altura, é minha convicção, o sentimento dominante da maior parte dos portugueses era favorável à lei. Se existir referendo à co-adopção, fica desde logo o meu conselho a quem defende a causa: quanta menor for a visibilidade dada à deputada Moreira, melhor.

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