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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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A direita a cair logo em cima dos gregos

O ministro da economia alemão, líder do partido da mesma família europeia do PS que partilha o poder na Alemanha com a senhora Merkel, já avisou que não há condições para negociar com os gregos. Schulz, outro por quem os socialistas portugueses até andaram a fazer campanha nas últimas eleições europeias, contando colocá-lo como presidente da Comissão Europeia, também avisou hoje que o «não» significava a saída da Grécia da zona Euro. Entretanto, perspectiva minha, a senhora Merkel vai visitar Paris amanhã para impor a Hollande a sua solução para o caso grego. Não por acaso os franceses queriam um acordo com a Grécia antes do referendo. O «não» grego também aumenta o poder negocial de Merkel junto dos países que mais ardentemente desejavam um acordo a bem com os gregos. Sem nada que preveja a expulsão de um dos seus membros da zona Euro, agora é aguardar para ver a solução mais ou menos criativa que os líderes europeus vão encontrar para não ceder ao Syriza (agora, com mais propriedade, até se pode substituir Syriza por «vontade do povo grego»).

Dramática ilustração

A Grécia tem um PS, chama-se PASOK. Acho que é mais assim o que Costa, para ser sincero, devia dizer: a Grécia é a dramática ilustração do que teria acontecido em Portugal se o memorando de entendimento tivesse sido aplicado pelo PS. Felizmente, quer para o país, quer para o PS, foi um governo de direita quem acabou por aplicar o programa da troika. E se hoje o PS pode sonhar voltar ao poder sem temer consequências como as que afectaram o PASOK, tal deve-se a todo o trabalho que foi feito nestes últimos anos e que colocou o país, como Costa reconheceu perante chineses, melhor do que estava aquando do ínicio da intervenção externa.

No berço da demagogia

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Daqui: The IMF's sad story: Greek tragedy

 

Depois de uma falência com origem em políticas erradas e irresponsáveis, o que o gráfico mostra é a Grécia no caminho certo, antes da chegada do Syriza ao poder. As barras a azul representam o crescimento da economia, com o pico da crise a ser sentido na segunda metade de 2010 e primeira metade de 2011, sendo que a partir dai a economia tinha vindo sempre a melhorar ao ponto de já apresentar crescimento económico em 2014, o que garantia, tal como aconteceu logo no primeiro resgate de Portugal e Irlanda, óptimas perspectivas de conclusão de um segundo resgate grego em boas condições. O Syriza rebentou com isto tudo. Em cinco meses atirou para o caixote do lixo cinco anos de sacrifícios que começavam a dar resultados. E a consequência inevitável do caminho escolhido pelo Syriza serão maiores sacrifícios e austeridade. Ver malta alegre e contente em Atenas a bajular um líder político demagogo enquanto este empurra o povo para o precipício é coisa que me impressiona.

«No bailout for you» (ou da hipocrisia norte-americana)


source: tradingeconomics.com

 

Economia em recessão há vários anos; fustigada por austeridade prolongada; desemprego elevado; emigração em massa; dívida galopante. Apresento-vos a Grécia Porto Rico. Ontem, aproveitando a boleia da Grécia, avançou para a tentativa de reestruturação da sua dívida (notícia em português e inglês). O governo federal norte-americano diz que não irá resgatar a ilha (novamente, em português e inglês). Deve ser mais fácil a Obama mandar recados sobre a Grécia. A crise humanitária em Porto Rico, território dos Estados Unidos que partilha a moeda com este e tem mais de 3 milhões de habitantes, pode esperar.

Sobre a Grécia (novamente)

Só duas coisas me parecem certas: 1) confirma-se, como é óbvio, que para alguns países não existia alternativa à austeridade dentro do Euro (o que é muito diferente de achar que a austeridade é uma ideologia ou que tem de ser coisa permanente) e 2) o Governo grego é irresponsável. Assisti a cenas nos últimos dias na Grécia, inclusive no Parlamento grego, que conto nunca assistir em Portugal. Aprecio muito a estabilidade e a tranquilidade. Haja responsabilidade. Obrigado.

Do radicalismo ideológico que tomou conta da Europa

Há quem queira fazer da crise na zona Euro um problema da direita neoliberal que governa a Europa, dando uma dimensão sobretudo ideológica à crise. Para além de Merkel, Schauble e Juncker, talvez os maiores rostos dessa direita neoliberal, radical e austeritária que tem governado a Europa, do ponto de vista português, tenham sido numa primeira fase o senhor Olli Rehn e agora o senhor Jeroen Dijsselbloem. Contudo, o primeiro é centrista e o segundo é socialista. Isso mesmo: o senhor Dijsselbloem, que tão mal tratado foi pelo senhor Varoufakis, se ambos concorressem e fossem eleitos para o Parlamento Europeu, teria um lugar no mesmo grupo político que o deputado Galamba. Deriva ideológica? Só no PS. Qualquer dia passam a fazer parte do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde, onde poderão fazer companhia aos deputados do PCP e do BE (e do Syriza e do Podemos).

Acabou a austeridade

Com um potencial aumento de contribuições e impostos tipo Gaspar 2012: «De uma assentada, surgem, agora, 1150 milhões de euros com a reposição dos anteriores níveis de contribuição para a segurança social por parte de empregadores e trabalhadores, que haviam sido reduzidos em 3,9 pontos percentuais pelo governo anterior. A que se adicionam 405 milhões de euros de subida de 4% para 5% na contribuição dos pensionistas do Estado para o sistema de saúde e ainda mais 390 milhões de euros da subida de 3% para 3,5% da contribuição para o fundos suplementares.»

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