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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Paraíso Arte

A artista de arte pindérica do regime vai de cacilheiro rebocado para Veneza. Até aqui, tudo bem: não importa o que penso da arte da artista se há tantos que pensam diferente de mim. O que me preocupa é ouvir falar em apoios estatais sem que seja esclarecido imediatamente que tipo de apoio estamos a falar e montantes envolvidos. E não é à artista que deve ser feita essa pergunta, é a quem nos (des)governa. É que, enfim, a cidade onde se realiza a Bienal, pelas últimas notícias de que me recordo, afunda-se todos os anos mais uns milímetros, mas com esse afundanço posso bem, o que não posso é com o afundanço do nosso Estado à custa de dinheiro desbaratado em tudo e mais alguma coisa.

Irracionalidade económica

Um país ao avesso: a irracionalidade não é de quem avançou com as obras que nunca deviam ter avançado, é de quem suspendeu as obras*. Não há psiquiatra que trate este país?

 

* mas note-se que a irracionalidade dá muito jeito ao autarca quando atira com o peso dos encargos que já foram realizados e que não terão qualquer utilidade para tentar ganhar o argumento pelo lado emocional junto de quem lhe presta atenção. Custo afundado, um conceito que, infelizmente, não cabe na cabecinha de muito decisor deste país.

Em bom português: que se lixe a RTP

(fonte)

 

A Comissão de Trabalhadores da RTP devia olhar para a sua própria casa antes de tentar silenciar outros que limitam-se a contar a verdade (se bem que verdade e Comissão de Trabalhadores da RTP, suspeito, raramente andem de mãos dadas). De resto, aqui ficam os dados sobre o custo da RTP para o contribuinte nos últimos três anos:

 
 Ind.CompensatóriaTransferência CapitalCont. AudiovisualTotal
2009143,1M€62,4M€115,3M€320.8M€
2010145,86M€120,3M€109,6M€375,76M€
2011109,5M€66,2M€151,1M€326.8M€

 

E interrogo-me: ainda não é desta que, apesar das promessas, nos vamos livrar da RTP? Mais depressa o Governo cai do que a estação pública é privatizada? Não há pachorra. Faço notar ainda que, como é evidente para todos, há transferências de riqueza dos trabalhadores para certas empresas que incomodam pouco. Paguem a RTP e não bufem.

O ministro que não sabe fazer contas

O montante global de investimento previsto (orçamento) para a concretização do Programa foi largamente ultrapassado, e sucessivamente revisto, tendo passado dos 940M€ para a modernização das 332 escolas, para os 3.168M€ respeitantes a 205 escolas incluídas nas Fases 0 a 3. [...] Não obstante, os argumentos apresentados não justificam a magnitude das variações ocorridas, uma vez que se reportam a fatores anteriores ao arranque da fase de construção das várias intervenções. [...] Para as restantes 120 escolas, e a considerar-se o montante médio de investimento, por escola, das Fases 0 a 3, de 15,5M€, seriam necessários mais cerca de 1.860M€, a somar aos 3.261M€, o que totalizaria 5.121M€, para o cumprimento dos objetivos do Programa de Modernização de 332 escolas, valor muito superior ao inicialmente previsto (940M€), aquando do seu lançamento, e dos 2.400M€ considerados no Plano de Negócios, de junho de 2008.

Isto para não falar nas despesas ilegais devido a contratos que não foram sujeitos a visto do Tribunal de Contas. Era necessário gastar, gastar, gastar. Atirar dinheiro para a economia. Num quadro mental destes, esperar pelo visto do Tribunal de Contas era um empecilho. Isto é mais uma peça do puzzle que vai explicando como é que a dívida pública disparou da forma que se sabe. Mas o melhor é aguardarmos pela opinião dos especialistas financeiros, tipo Daniel Oliveira e Fernanda Câncio, que eles é que sabem fazer contas e o ministro da educação é mentiroso (ao que parece, tal como o Tribunal de Contas). Mas ainda que na minha ignorância lá vou dizendo que a demissão da administração da Parque Escolar era o mínimo dos mínimos. Quanto aos responsáveis políticos que deixaram estes programas despesistas avançarem sem qualquer controlo de custos já sabem o que penso. Para terminar, uma nota irónica: não deixa de ser notável que sejam aqueles que volta e meia exigem uma auditoria à dívida pública, seja lá o que isso for, que quando confrontados com estas coisinhas aparecem na primeira fila a defender estas obras. Em defesa da escola pública, dizem. Pois, pois...

Parque escolar

Por falar em mentiras (aqui e aqui, por exemplo), leia-se isto: «O ministro Nuno Crato indicou que o custo unitário das escolas intervencionadas está agora nos 15,4 milhões de euros, lembrando que em 2007, quando da apresentação do programa de modernização a cargo da Parque Escolar, foi dito que seria de 2,82 milhões». O ministro usou uma base discutível para vender uma mensagem? Certamente, mas confesso que daquilo que lhe ouvi não o apanhei a mentir. Mais depressa acho que Oliveira mente quando escreve que «Crato garantia estar no relatório» o tal desvio de mais de 400%. Além disso, quem lê o relatório da auditoria percebe que, independentemente do valor inicial que se tome como referência, as contas da Parque Escolar derraparam e muito. Ponto final. E não deixa de ser comovente esta defesa do pessoal do BE à Parque Escolar. Claro que para quem acha que estamos numa fase em que se justifica meter pessoas a abrir buracos para fechá-los logo de seguida, as contas são mero pormenor. Interessa é fazer obra. Até porque mais tarde, se necessário, as dívidas não são para pagar e o facto do emprego gerado por estes projectos não ser sustentável é outro mero pormenor.

Para terminar, e ainda sobre o artigo do cronista Oliveira, este abre logo assim: «há uns meses, o governo, numa iniciativa inédita, mandava suspender as obras de renovação das escolas públicas. Com um comportamento bem diferente daquele que tem com as muitas Parecerias Público-Privadas». É ver o caso do Túnel do Marão. Já agora, ainda que mal pergunte, qual é a posição do BE sobre o túnel do Marão?

Fazer escolhas

Alberto João Jardim vai ter de aprender que governar é fazer escolhas, não é a procura constante de expedientes para pôr outros a pagar as suas contas. Se na Madeira não querem perceber tal coisa, abdiquem da autonomia e passem os poderes que agora detêm para o Governo da República Portuguesa. Querem fogos de artificio? Então, é dinheiro que deixa de haver para outras coisas. Querem apoiar clubes de futebol? Mais dinheiro que deixa de haver para outras coisas. Vai sendo tempo dos políticos e dos cidadãos da «ilha desonesta» perceberem isso.

Subsidiar o fracasso

O cinema português perdeu espectadores: Em 2011, o fracasso do cinema português nas bilheteiras acentuou-se. Apenas dois filmes tiveram mais de 10 mil espectadores, mas o mais impressionante é que apenas 13 fitas superaram os mil pagantes. Mas os subsídios do Estado para a criação e produção cinematográfica é que não se perdem. É procurar aqui para saber quanto custaram ao contribuinte algumas destas magníficas obras lusas da sétima arte.

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