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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Socráticos a sair da toca

Pedro Silva Pereira, clone do Sócrates, responde a Catroga e lá voltamos, novamente, a debater quem chamou a troika. O PS desde o primeiro momento que anda a tentar reescrever a história: quer o motivo pelo qual tivemos de chamar a troika (o pec IV é a maior história de ficção da política portuguesa), quer o que lá estava assinado (bastou um ou dois meses de governação de Passos Coelho para o partido socialista já mostrar um enorme esquecimento sobre aquilo com que se tinha comprometido). Mas note-se outro pormenor interessante: no meu post anterior faço referência a declarações de Lello, neste a declarações de Silva Pereira; se no outro dia, quando a TVI meteu Relvas a comentar o debate de Passos com Costa, tal foi de uma enorme maldade para com Passos, a constante presença dos amigos socráticos por estes dias nas notícias, também são uma enorme maldade para Costa. As coisas são o que são.

A justiça na campanha

Saudades do tempo em que a Manuela Moura Guedes, a um mês das eleições, num canal privado, com spots publicitários a anunciar o regresso do seu Jornal Nacional, era afastada do pequeno ecrã. De resto, insisto, as declarações de Rangel devem ser o primeiro tiro no pé em que os supostos beneficiados com o mesmo ficam irritados por ser-lhe dado tempo de antena. Ou, se calhar, não terá sido bem um tiro no pé? Até porque para tiro no pé a substância e o sentido das declarações foi várias vezes deturpado por quem as criticou.

Tiques socráticos

Costa irrita-se com jornalista da RTP. Foi a única tirada de Passos que correu bem no debate: quando Costa negando ter uma filosofia política igual à de Sócrates, levou o primeiro-ministro a atirar com a frase «não é muito diferente». E na arrogância com que trata os jornalistas que não lhe dão o que ele quer, não é mesmo muito diferente. Na forma como ganhou o debate, se pensarem bem nisso, também não. Terá tido, aliás, a mesma malta que preparava os soundbites ao outro a preparar os seus. Mas se Sócrates também ganhava os debates todos, depois foi o que se viu.

Indigência argumentativa

Ontem, a propósito da saída de Sócrates da cadeia para prisão domiciliária, um dos argumentos com maior popularidade da noite, propagado por pessoas que tenho por inteligentes, era o da referência ao timing da justiça e de Carlos Alexandre, estranhando a alteração da medida de coacção do homem precisamente a um mês das eleições, ou seja, a tempo de contaminar a campanha eleitoral. Este argumento, repito, muito propagado, era dito em forma de crítica à justiça. Esquecem-se do pormenor, certamente insignificante, de que Sócrates só não está em casa há mais tempo porque não quis. E isto, podem dar as voltas que quiserem, é um facto inegável. De igual forma, convém não ignorar que se Sócrates passa da cadeia para casa não é por inexistência de indícios contra o ex-PM, mas porque, como vem dito no comunicado da PGR, «se mostra reforçada a consolidação dos indícios». Não é difícil perceber isto à luz do que justifica a prisão preventiva.

Recordar que PCP e BE ajudaram a correr com José Sócrates

António Costa, repetindo uma cassete socialista que ganhou força com o feliz chumbo desse golpe de teatro chamado PEC IV, lembra o eleitorado que PCP e BE deram o seu contributo para a queda do governo socrático. Repito: PCP e BE deram o seu contributo para a queda do governo liderado por José Sócrates, o tipo cujas histórias agora conhecidas deviam envergonhar o país por ter tido tal sujeito como primeiro-ministro. Não me parece um mau cartão de visita para as forças à esquerda do PS. Ainda que Costa escusasse de lembrar isso à malta. Penso eu. Mas ele lá sabe.

Sobre as declarações de Rangel

É óbvio para qualquer pessoa com dois dedos de testa que Rangel referia-se à instrumentalização que o PS fez da justiça. É igualmente óbvio que Sócrates, até pelas histórias agora conhecidas, era gajo para instrumentalizar a justiça. Essa evidente instrumentalização da justiça ficou personificava pelas figuras sinistras de Pinto Monteiro e Cândida Almeida. Instrumentalização que contou com o silêncio cúmplice de todo o PS, inclusive do ex-ministro da justiça e número dois socrático, António Costa. O PS, invés de estar com lágrimas de crocodilo em relação às declarações de Rangel, devia antes fazer mea culpa sobre esse seu passado recente e demarcar-se da governação socrática. Coisa que não só ainda não fez, como Costa e seus apaniguados, nunca nos esqueçamos, vinham preparados para recuperá-la em forma de elogio, provavelmente a tempo de lançarem Sócrates para as presidenciais. A lata desta malta é tal que João Galamba, sempre muito activo na frente demagógica, até veio falar no PSD como o «partido dos banqueiros», esquecendo, como Rangel também fez questão de sublinhar, a ligação do seu partido a Salgado e as salganhadas verificadas em várias empresas nacionais no seguimento disso mesmo. Enfim, a malta sem vergonha que suporta o PS bem pode vir com Tecnoformas, submarinos e quejandos, que essa realidade triste do nosso passado não apagam. De resto, em qualquer sociedade séria, o que se passou com Sócrates seria motivo para amplo debate, ponderação e reflexão, no sentido de evitar que tal voltasse a suceder. Nunca este silêncio podre para onde muitos gostam de atirar o caso socrático. Por isso mesmo, obrigado Paulo Rangel. Alguma malta ficou incomodada? É normal, a verdade dói.

O político com graça

À falta de amigos no partido, procura-os fora dele? Enfim, não deixa de ser uma identificação curiosa quando nos lembramos da batalha da "velha" contra Sócrates. Quando nos lembramos do que, por exemplo, o camarada Galamba e Porfírio diziam da "velha". E, ainda mais engraçado, do que Sócrates e o PS acusaram Ferreira Leite: a "velha" queria privatizar a segurança social. Qual é que é mesmo o argumento do PS de Costa por estes dias contra a coligação? Isso mesmo, o de que quer privatizar a segurança social. Devemos estranhar, quando Galamba e Porfírio continuam a estar na linha da frente da batalha comunicacional socialista? Enfim, política em constante loop, declarações sem sentido para mero sound bite e pouco mais para mostrar. É a vacuidade total.

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