Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

foto do autor

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
-

Corrida para as presidenciais

O outro candidato lança a lebre: «Candidato da direita em 2015 vai ser Santana Lopes». A comunicação social, com uma conveniente fonte, ajuda: Santana Lopes quer suceder a Cavaco em Belém. O verdadeiro candidato é obrigado a vir parcialmente a jogo para marcar terreno: Marcelo admite poder ser candidato nas presidenciais. Costa e Marcelo têm a vantagem de participar neste jogo na sua confortável função de comentadores televisivos. Uma originalidade portuguesa.

Tiros no pé

Um tiro no pé é o primeiro-ministro chegar a uma festa de verão do seu partido e anunciar como ano de inversão da actividade económica o ano em que teremos o mais brutal aumento de impostos da história da democracia portuguesa, a continuação da recessão e o consequente aumento do desemprego. Isso é um tiro no pé. Agora, estando o primeiro-ministro no Parlamento, onde tem o dever de prestar contas, e tendo sido confrontado com uma proposta populista e demagógica do principal partido da oposição, optar por dar a sua opinião sincera, ainda que muito impopular, sobre o que pensa do salário mínimo nacional e as suas consequências ao nível do desemprego, só pode ser considerado um tiro no pé por quem pensa que um político só deve dizer o que pensa que os outros querem ouvir ou que, na melhor das hipóteses, deve dar respostas tristes de quem para esconder o que pensa, chuta para canto: Em sua opinião, teria sido melhor que o primeiro-ministro dissesse que "não se pronunciava sobre isso porque estava a ser discutido pelos patrões e sindicatos", teria sido "a melhor maneira. Podia dizer, não sendo tão bom, que estava a ser discutido, mas dizia que não se podia comprometer". Acrescente-se ainda que, até pela noção caricata que tem do conceito de tiro no pé, se a figura que presta a homilia dominical na TVI «é candidato presidencial é bom que apareça» descolado de tudo o que é impopular. E razão tem este: «As eleições para Presidente da República são os Relvas deste mundo que sabem como é que se ganham.»

O fenómeno

Tem razão João Távora sobre o fenómeno Marcelo. Relacionado com o tema, ainda há uma semana as alcoviteiras socráticas do twitter - entenda-se: na sua devida escala, não falta quem queira fazer no pequeno palco do twitter o que Marcelo faz no grande palco da TVI - punham em causa a credibilidade do comentador da estação de Queluz. Hoje, deliciavam-se com os pormenores de Marcelo sobre o affair RTP como se fossem a coisa mais credível do mundo, excepção feita à referência a esta história que muito as irritou. Há um método na forma de fazer comentário do professor Marcelo. Um método bem sucedido.

O comentador que é parte interessada

 

Marcelo, na TVI, a comentar as presidenciais é delicioso. Primeiro, António Costa lançou um livro para lançar a candidatura a Lisboa. Depois, António Costa está lançado para ser candidato a líder do PS e a primeiro-ministro. Por fim lá refere que António Costa poderá estar igualmente interessado em ser candidato a Presidente da República. E continua Marcelo: nas legislativas, com data marcada para 2015, o PS já terá de ter um candidato presidencial definido, que ora pode ser Guterres, ora pode ser, é obrigado a reconhecer embora (digo eu) não o deseje, Costa. E à direita? Fala ao de leve em Santana, que (digo eu) não é grande ameaça, e depois não diz porque não pode dizer que a escolha à direita será entre ele, Marcelo, e Durão Barroso, que não tem direito a uma única referência. Mas o PSD lá terá também de saber fazer a sua escolha que está mais do que visto que na opinião de Marcelo só pode passar por ele.

Margens de manobra ocultas

Pode-se acreditar no ministro das Finanças? Pergunta um concorrente da Casa dos Segredos na entrevista de Teresa Guilherme. Enfim, se o Governo recuar nos cortes por motivo de folga orçamental, Vítor Gaspar deve demitir-se de imediato. Contudo, a interpretação que alguns fazem das palavras de Relvas parece-me claramente abusiva. Até porque, a confirmar-se, não devia ser só Gaspar a demitir-se, o Governo merecia vir todo abaixo.

Mr. Brown

foto do autor

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
-