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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Construção

Que a Mota-Engil tenha sido, «de longe», a construtora que ganhou mais obras do Parque Escolar não pode surpreender ninguém, afinal é a maior construtora nacional e 30ª maior construtora europeia (European powers of construction 2010, Deloitte) com um volume de negócios em 2010 à volta de 2 mil milhões de euros. Na sequência e a confirmar isso mesmo faz igualmente sentido que a segunda empresa que mais obras fez para a Parque Escolar seja a Teixeira Duarte, segunda maior construtora nacional e 37ª maior construtora europeia com um volume de negócios em 2010 a rondar os 1.4 mil milhões de euros. Basta o Governo lançar obras para estas construtoras lucrarem. Os políticos apostaram no betão; os empresários foram para onde o vento soprava; depois, bem instalados, os empresários do sector dedicaram-se a fazer lóbi para que os políticos mantivessem a aposta ad eternum. Assim não é de estranhar que o sector tenha prosperado, dado que boa parte da prosperidade foi feita de forma confortável à sombra da bananeira do Estado. Agora a torneira está a secar, tem de secar. Pois que os empresários do sector procurem outras fontes onde ir beber. Se forem realmente bons, não terão dificuldade em encontrá-las.

Socratismo reinante neste PS parlamentar

Aqui vou directo ao mensageiro e não à mensagem: Rui Paulo Figueiredo e Fernando Serrasqueiro, o que querem que vos diga? Não posso deixar de dizer o que penso: estes ataques a Sérgio Monteiro são todos uma pouca vergonha, com o objectivo de semear a desconfiança do cidadão no secretário de Estado, urdida na mente dessa personagem sinistra que o antecedeu no cargo, um tal de Paulo Campos, rei e senhor da defesa e promoção dos interesses instalados, negociante despudorado por parte do Estado de muitos contratos lesivos do interesse público e que patrocinou empregos para uma quantidade infindável de gente, sendo que esses querem agora retribuir o serviço prestado. Dito isto, reconheço: não posso confirmar que Sérgio Monteiro seja melhor do que Paulo Campos, embora acredite que o seja (muito melhor) e neste caso específico em discussão, contrastando com o que parece ser a opinião geral, tenho uma leitura positiva da sua actuação (sem prejuízo de achar a situação anormal). E não posso deixar de constatar que, tal como no caso da Parque Escolar, o BE coloca-se ao lado do pior do socratismo reinante neste PS parlamentar. Nada que me surpreenda.

Parque escolar

Por falar em mentiras (aqui e aqui, por exemplo), leia-se isto: «O ministro Nuno Crato indicou que o custo unitário das escolas intervencionadas está agora nos 15,4 milhões de euros, lembrando que em 2007, quando da apresentação do programa de modernização a cargo da Parque Escolar, foi dito que seria de 2,82 milhões». O ministro usou uma base discutível para vender uma mensagem? Certamente, mas confesso que daquilo que lhe ouvi não o apanhei a mentir. Mais depressa acho que Oliveira mente quando escreve que «Crato garantia estar no relatório» o tal desvio de mais de 400%. Além disso, quem lê o relatório da auditoria percebe que, independentemente do valor inicial que se tome como referência, as contas da Parque Escolar derraparam e muito. Ponto final. E não deixa de ser comovente esta defesa do pessoal do BE à Parque Escolar. Claro que para quem acha que estamos numa fase em que se justifica meter pessoas a abrir buracos para fechá-los logo de seguida, as contas são mero pormenor. Interessa é fazer obra. Até porque mais tarde, se necessário, as dívidas não são para pagar e o facto do emprego gerado por estes projectos não ser sustentável é outro mero pormenor.

Para terminar, e ainda sobre o artigo do cronista Oliveira, este abre logo assim: «há uns meses, o governo, numa iniciativa inédita, mandava suspender as obras de renovação das escolas públicas. Com um comportamento bem diferente daquele que tem com as muitas Parecerias Público-Privadas». É ver o caso do Túnel do Marão. Já agora, ainda que mal pergunte, qual é a posição do BE sobre o túnel do Marão?

Mais palavras para quê?

«Os bebés daqui já nascem endividados», queixa-se Seguro na Madeira. Podia fazer igual discurso em Lisboa ou em qualquer outro sítio de Portugal que continuaria a estar certo. E note-se que segundo o dirigente regional do PS o problema foi que alguém «promoveu uma política despesista de obras públicas sem se preocupar com a dívida pública». Mais palavras para quê?

Cultura do betão

Boa notícia, é essencial cortar no betão por muito que os interesses instalados no sector sejam muitos. E falar em "cortes cegos" quando é a auto-estradas que nos referimos só pode ser brincadeira, pois no que a estas diz respeito se de alguma coisa podemos falar é de "despesa cega". Mas quando é de mau investimento que falamos nunca um autarca ou político local levanta a voz para dizer o que quer que seja, desde que o investimento seja na terrinha deles, por eles está tudo bem e é sempre uma necessidade imperiosa.

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