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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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O cronómetro

Vejo Paulo Portas num congresso da juventude partidária do seu partido a inaugurar o cronómetro que conta o tempo para a saída da troika de Portugal. Isto ao mesmo tempo que quase se fala de um milagre económico que, aparentemente, está a ocorrer. Presumo que o "milagre" aconteça apesar da troika e não por responsabilidade dela. Não sei, sabem, às vezes fico confuso. Enfim, parece-me é que a encenação atinge níveis delirantes e adivinho que os próximos meses vão ser férteis em politiquice.

Marques Mendes e o número de páginas

1. "Ao que apurei, Paulo Portas apresentou o guião da reforma do Estado, que tem pouco mais do que 50 páginas, com várias linhas de orientação que vão ser discutidas"

2. O guião da reforma do Estado que o Governo garantiu apresentar na próxima quarta-feira “tem 90 páginas” e chama-se “um Estado melhor”.

3. Documento final: 112 páginas. Numa letra tão grande e espaçosa que recordou-me o tempo de estudante em que alguns, no sentido de cumprirem o critério de número de páginas pré-estabelecido como mínimo a apresentar num trabalho que tinham obrigatoriamente de realizar, dedicavam-se a aumentar o tamanho da letra, a introduzir parágrafos, a mexer nas margens do documento para a coisa cumprir os mínimos. No caso deste documento cheio de palha, o objectivo também deve ter sido lixar o Marques Mendes.

Comunicação política (1)

Portas é inequivocamente uma espécie de Sócrates da direita. Fala muito e não diz nada. É omisso; detesta o concreto; fica-se por sugestões que podem ser lidas de várias formas; foca-se em coisas que deixem boa impressão de si mesmo no eleitorado; não se compromete; nunca veremos nele o rosto da austeridade. O anunciar de medidas concretas fica para o debate do orçamento onde, mais uma vez, será principalmente Passos Coelho a dar o peito às balas. Enfim, lembram-se do discurso de Sócrates no dia em que foi feita a apresentação do memorando original? A negociação do memorando havia sido brilhante e as medidas eram muito melhores do que se esperava. Sócrates limitou-se ao spin político. Só mais tarde é que ficamos a saber como as medidas eram muito mais duras do que o discurso deixava entender. Em igual contexto, aquele teria sido o discurso de Portas.

"Compra" de votos

Num país com tantos impostos elevadíssimos que deviam descer e depressa, que se concentre tanta atenção na porcaria do IVA da restauração é de loucos. E é típico da cultura que nos meteu onde estamos: tentativa clara de protecção de um sector que não precisa, nem deve, ser protegido.  Embora compreenda o que motiva a discussão em torno do tema: é um sector que envolve muita gente e que dá votos. Se este Governo descer o IVA da restauração, estará a ter o seu momento subida de salários da função pública em 2009. E o dr. Pires e dr. Portas estão desejosos por esse momento.

Irrevogável

Aquando da apresentação do Orçamento do Estado para 2014, ou até antes se algo o justificar, dado o novo poder reforçado do nosso querido Paulinho, espero que, ao contrário do que sucedeu até agora, este esteja na linha da frente daqueles que irão dar a cara pelas medidas, presumivelmente impopulares, que o Governo levará adiante. É o mínimo que se exige ao senhor irrevogável.

Solid as a rock

 

Enquanto ainda não sabemos qual é a «fórmula», deixem-me ir desde já adiantando que se passar pela capacidade de misturar no mesmo governo a Maria Luís com o Paulo é de uma solidez a toda à prova. Tão sólida quanto aquela que deixasse a Maria Luís fora do governo após ter acabado de tomar posse por decisão vincadamente pessoal do nosso primeiro-ministro Passos Coelho ou quanto aquela que permitiria ao líder e negociador principal da parte do CDS, o nosso querido Paulinho, ficar fora do governo. Como se vê, vários são os caminhos que permitem soluções sólidas. A solidez de um pedregulho a boiar no meio do oceano.

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