Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

foto do autor

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

subscrever feeds

-

Da credibilidade

 

Quem tem maior credibilidade: as agências de rating ou a comunicação social? Ambos não têm grande credibilidade, mas confio mais depressa nas agências do que na comunicação social. Mas nunca deixa de ser curioso ver críticas à falta de credibilidade dos outros, quando quem crítica menos credibilidade tem. Como é que há agentes no mercado que continuam a confiar nas agências de rating, perguntam alguns. Boa pergunta: como é que há leitores que continuam a comprar jornais nacionais, pergunto eu. Porque não há melhor e temos de nos contentar com o que há. E a mandar lixo para algum lado, talvez não fosse má ideia mandar lixo para algumas redacções de jornais. Estas não são menos responsáveis pelo atoleiro a que fomos parar do que uma qualquer agência de rating. Antes pelo contrário.

Da adivinhação

Uma das críticas feitas à decisão da Moody's de cortar-nos o rating para lixo é a de que a agência dedicou-se a um exercício de adivinhação. É uma crítica com a qual concordo, mas acrescento uma nota: o actual rating da dívida portuguesa, atribuído por qualquer agência, só não é pior porque parte de um exercício de adivinhação. Porquê? Porque é claro que todas as agências estão a levar em consideração uma possível resposta da UE que ainda não está definida e que não se sabe que forma assumirá. E no nosso caso, sendo o plano da «troika» necessário, dificilmente poderá ser tido como suficiente para resolver o nosso problema. Perante isso, parece-me impossível que qualquer agência possa emitir opinião sem uma certa dose de adivinhação pelo meio. A cada um o seu papel: a Moody's opina, aos decisores políticos cabe decidir. E quem decide tem a faca e o queijo na mão. Basta a UE adoptar um plano de ajuda à Grécia que não envolva a participação de privados para contrariar a tese da Moody's. Mas uma pergunta levanta-se: o envolvimento do sector privado na solução para a crise das dívidas soberanas dos países periféricos fará sentido ou o contribuinte europeu é que deve assumir todos os riscos e suportar todos os custos? É isso que está em cima da mesa. E em vez deste histerismo em torno das agências de rating, gostava antes de ter uma resposta cabal à pergunta que levanto.

A sorte grande

Esta histeria colectiva contra a Moody's produz efeitos positivos para o novo Governo: para além de poder forçar a Europa a acelerar o seu processo de tomada de decisão, torna mais fácil a aceitação de medidas de austeridade. Basta notar como o debate sobre o imposto extraordinário desapareceu da comunicação social. Dizem que o corte de rating foi uma medida injustíssima, pelo seu timing, para um executivo que acabou de tomar posse. Nos bastidores governamentais, aposto que nesta altura devem estar convencidos de que lhes saiu a sorte grande.

Contra as agências marchar, marchar!

 

As agências de rating podem ter muitos defeitos, mas compreendam-me: antes das eleições, sempre que os ratings eram afectados, alguns dos meus amigos de esquerda encharcavam-me o facebook com posts em blogues, opiniões na comunicação social, e outras coisas tais, contra as agências de rating. Depois das eleições, esses meus amigos, coerentemente, continuam a fazer o mesmo, mas passaram a ter companhia. Isto da credibilidade e da indignação tem muito que se lhe diga.

Mais lixo

Não consigo ler a nossa imprensa por este dias, sobretudo em tudo o que diz respeito às agências de rating. Por mim, estas bem que podiam desaparecer que não julgo que perdêssemos muito com isso, mas se me dessem a escolher, primeiro acabava com os políticos e jornalistas medíocres, tínhamos mais a ganhar. Aqui há uns dias, o Expresso publicou o seu estatuto editorial e o ponto sobre a não publicação de notícias nocivas ao interesse nacional fez levantar um mar de críticas. Não percebo porquê, como está bom de ver nesta onda "patrioteira" e emocial que se levantou na imprensa contra as agências de rating nos últimos dias, no jornalismo nacional o estatuto editorial do Expresso é rei e senhor. Informar e promover uma avaliação fria e racional dos dados que temos em cima da mesa é que está quieto. Contra os canhões marchar, marchar!

Da credibilidade

Quem tem maior credibilidade: as agências de rating ou os políticos europeus? Ambos não têm grande credibilidade, mas confio mais depressa nas agências do que nos políticos. Julgo não ser necessário listar o histórico recente de erros e equívocos de uns e de outros para sustentar a minha posição.

Credibilidade

Agência de rating Moody's diz que a probabilidade de Portugal ter de reestruturar a dívida aumentou e cortou o rating de Baa1 para Ba2. O PCP acusa a agência de falta de credibilidade. Uma vez que o PCP acha que a solução para Portugal passa necessariamente pela imediata reestruturação da dívida pública, compreendo a posição do PCP. O corte de rating pela Moody's peca por defeito.

Mr. Brown

foto do autor

Comentários recentes

  • twitter

    Até fui lá espreitar ao twitter.Não passam de umas...

  • Mr. Brown

    Não é amuo. É mudança de vida. :)

  • Izhar Perlman

    Por favor, ajude-me a trazer esta petição para a a...

  • E esse amuo?

    E esse amuo? Continua?

  • Twitter

    E esse Twitter?A passarinhar?Você ficou mesmo amua...

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

subscrever feeds

-